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domingo, 7 de janeiro de 2018

Há daquelas coincidências da vida em que passo de cética a inconformada com as respostas que a ciência e a lógica podem dar. Preciso muito da lógica na minha vida para me guiar (preciso mesmo, mais do que aparento)... mas convenhamos que, talvez, não pudesse ser Maria se toda eu procurasse apenas as regras e as fórmulas. Eu era aquela criança a quem a minha mãe escrevia cartas que besuntava com um creme de maquilhagem dourado fingindo que o remetente era uma fada. A partir daí, aquela carta passava a ser o meu maior tesouro. Assim sendo, sinto-me no direito de volta e meia indagar ao Universo qualquer coisa, e agora o que indago é: será que o Sr. Agostinho não é mesmo um anjo que anda por aí a saltitar entre vidas para levar sabedoria e amor a quem encontra durante os seus passeios na rua? Disse-me ele que saiu da terrinha mais a mulher para vir viver com a filha para Lisboa. Porém, não sei se esta foi a sua primeira morada. É que reparei noutro dia que, pelo menos mais uma pessoa minha conhecida, também já teve um Sr. Agostinho nos seus dias - um Sr. Agostinho assim destes, que para e cumprimenta cheio de educação e alegria toda a gente.

sábado, 3 de setembro de 2016

Dos Que Escrevem

Acho que a mensagem principal da minha história mudou de repente. Nem eu estava à espera disto (sim: quem escreve não deixa de ser surpreendido, por muito que tudo aconteça em cada página se deva a si). Não era bem para aqui que imaginara caminhar, embora tenha de admitir que os últimos acontecimentos até encaixam melhor com o título que inicialmente atribui à história, o que me foi uma surpresa agradável (não pude deixar de achar engraçada a coincidência - pois claro que não! Sou a menina das ligações e associações mil entre isto, e aquilo, e aquele outro). Contudo, espero muito que as pessoas mais atentas descubram o que de inicialmente queria transmitir. Torço para que tenha conseguido deixá-lo subentendido em algumas passagens, e que tal seja suficientemente poderoso para ajudar o sorriso de alguém. 
Além disso - apercebi-me agora com esta reviravolta - nada está garantido: falta escrever as últimas páginas. Poderá haver um entrelaçar de mensagens, poderá voltar a primeira, manter-se a última... ou ainda surgir uma outra qualquer. Tudo pode acontecer.

sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Das Borboletas e dos Laços (Parte III)

A propósito da junção de palavras que se deu no título das últimas mensagens: 

Alguém já reparou que sentimos borboletas na barriga na eminência de um laço mais forte com alguém se formar? Ou quando este se está, efetivamente, a formar?
E a mudança que um laço proporciona à vida? Toda a metamorfose, qual borboleta, que ocorre no laço e com o laço? Já viram?
Ou seja: já repararam quão bonitas ficam as palavras "borboletas" e "laços" juntas? Quanta poesia pode daí advir? Hum?

terça-feira, 11 de agosto de 2015

No nono ano pedia para mim mesma um amor tão bonito que me fizesse chorar. E tive-o. Foi indescritivelmente bonito; porém chorei porque me doeu tantas e inúmeras vezes que perdi as contas de quanto me verti em pedaços ao longo de quatro anos passados. Depois, na faculdade, tive um amor bonito, o mais bonito até hoje, e o qual prefiro guardar para mim. Só que não me fez chorar. Mal me fez chorar, na verdade - tanto de dor como de felicidade. Fez-me sorrir, isso sim. Muito. As lágrimas, doridas e gratas, vieram depois, como seria de esperar que viessem.
Bem... Ao fim de dois anos sem me sentir apaixonada - mas em muito encantada com algumas pessoas que se foram cruzando no meu caminho -, finalmente lembrei-me de pedir algo mais a mim mesma: um amor tão bonito que me faça chorar de alegria. Pode ser? Fico à espera. Entretanto vou-me emocionando com o amor pelas pequenas e grandes coisas do mundo. Talvez seja nelas que esteja mesmo escondido o amor maior. E está, ou não fosse o amor que ainda poderei vir a ser capaz de construir parte do mundo.

[Editado a 01/01/2016: ver isto e tirar as próprias conclusões ♥].

terça-feira, 4 de agosto de 2015

30. Laranja

Um sumo de laranja e um café, ou as duas poções perfeitas a rematar o pequeno-almoço de uma estudante de psicologia. Não é de propósito, mas a associação entre factos acabou de o ser (uma vez que a cor de psicologia é laranja e estas são, precisamente, as duas bebidas que me preenchem as manhãs).

domingo, 2 de agosto de 2015

26. Borboleta

De borboletas já falei muito, e de quando em vez lá dou com elas, novamente, presentes em todo o lado - ou sou eu que já as vejo em todo o lado. Contudo, ainda não falei de tudo o que delas sei em mim. Não vos contei que tenho borboletas na parede do quarto em casa do meu pai, embora já o possam ter adivinhado numa fotografia. Não vos confessei que um dos passeios que mais princesa me fizeram sentir foi a um borboletário - o que, efetivamente, se relacionou com uma fase de mudança da minha vida (já todos perceberam que associo as borboletas à mudança, certo?). E também ainda não disse que minha mãe tem uma borboleta como tatuagem, esta em forma de M: M de Maria, de mudança, de mais e melhor; nem que essa borboleta "voou" de um sítio para o outro da barriga quando ela engravidou do meu mano.

sexta-feira, 15 de maio de 2015

Quando ouvi esta música pela primeira vez lembrei-me logo da minha "mana", a Deia. Mandei-lhe mensagem em jeito de impeli-la a ouvi-la assim que pudesse,e não tardou a que ela me confirmasse o que eu já esperava: "tens razão mana, a música tem tudo a ver comigo! Adorei!".
Ainda sobre a minha mana: ela tem medo de pombos.

Querem, então, saber da última?

Hoje estava na paragem a aguardar o autocarro e resolvi colocar os meus belos phones nos ouvidos para entreter o tempo. A primeira música que começou a dar foi a da minha mana, e o que acontece imediatamente a seguir é que dois pombos posam bem pertinho dos meus pés. Não fiz a associação imediata - fiquei a olhá-los, completamente abstraída da vida, enquanto lhes imaginava as passadas como se estivessem a dançar o que eu escutava. Fiquei assim durante pelo menos um minuto e eles ali, como se nada fosse, a andar de um lado para o outro. Até que... sorri. Sorri porque as ideias interligaram-se todas umas nas outras e eu pensei no quão irónico era eu estar a imaginar pombos a dançar a música que eu atribuí à minha mana. Ah pá... Só a tu e a tua cabeça, Maria.

(Já agora - e para se ficar em é de igualdade quanto aos medos que a generalidade das pessoas pode julgar ridículos -, se nunca disse, digo agora: tenho medo de minhocas, lagartas, lesmas e outros que tais).

domingo, 10 de maio de 2015

May the force be with us (May, isto é, maio - percebem?!)

Amanhã saem os resultados de entrada em mestrado.
Agora é que reparei: a pê descreveu a Caixa das Palavras do mês de maio como «maio com éme de melancia». Desculpem, mas a minha cabeça e as suas ligações mágicas a mil à hora impelem-me a não deixar escapar isto e a construir de imediato uma coincidência (sim, sim: acredito que as coincidências se constroem - pelo menos algumas, quero dizer: as que são feitas pelo entrelaçar de ideias que nos sobem à mente). Sabem, ainda há pouco pensava como de há dois anos para trás sou completamente apaixonada por padrões nas peças de roupa... Não falo tanto de riscas e bolinhas - e muito menos de padrões tipo leopardo ou tigre! - mas de florzinhas, formas orientais, desenhos tropicais, alguns mosaicos. Ora, no verão passado fiquei conhecida no meu grupo pelas minhas queridas camisas com frutas. Tinha três: uma rosa com ananáses, outra amarela clarinha com morangos e outra azul clarinha com melancias (digo tinha e não tenho porque a de ananáses morreu aquando da passagem do ferro de engomar a temperaturas altas). A questão é que as pessoas começaram a perguntar-me de tempos a tempos coisas como "Maria, quando trazes outra vez a camisa dos ananáses?" e, quando eu voltava a usar uma delas, anunciavam-no ao mundo: "Hoje a Maria traz a camisa das melancias!". Pronto, num ápice fiquei a Maria das camisas com frutas - o que segundo alguns se adequa perfeitamente visto que sou vegetariana (bem... eu já comia fruta antes disso e acredito que muita gente que faça o tipo de alimentação dito tradicional também, mas pronto). 
O que quero dizer com isto tudo é (reparem bem nas associações que eu desencanto): em maio faço anos e maio é o mês «com éme de melancia». É o meu mês e é o mês «com éme de melancia»
Pronto, era só isto.

domingo, 5 de outubro de 2014

Das Coisas Que Não Interessam a Ninguém (coitado do Ulisses que é sempre chamado a conversas destas)

Voltei a ter visão HD. Finalmente: graduação dos óculos atualizada. Acabaram-se todas as possíveis associações entre a minha panca por arroz e todas aquelas vezes em que quem me olhasse nas aulas me via a obrigar-me a ser chinesa por momentos. Para quem não sabe, esticar as pontinhas dos olhos com os dedos foca a visão ao longe.

Lembrei-me: tem piada eu ter falado no Ulisses nestas circunstâncias. No episódio em que ele se denomina de Ninguém entra ele e o Ciclope, e o Ciclope acaba cego. Bom... Se calhar também não é nada má ideia tomar mais cuidados com o descaso da vista a partir de agora, antes que ela se estrague mais.

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

28. Treze

Eu na minha tentativa de fazer ligações entre tudo e mais alguma coisa: hoje é dia vinte e oito e a palavra do dia é treze. Então, deixa cá ver... Treze mais treze dá vinte e seis e não vinte e oito. Ah! Que azar.

sábado, 19 de julho de 2014

Puxa um Cordelito Aqui e Acolá e Faz um Laço

Nasci às seis da manhã e o meu mano às seis da tarde. Depois, temos a minha mãe e o meu padrasto que nasceram, ambos, ao meio dia e meia.

E não querem que eu seja menina das associações mágicas?!

Nota: falando em laços, fale-se de prendas e de festas: feliz aniversário, maninho. Onze aninhos já cá cantam (os parabéns).