Mostrar mensagens com a etiqueta Faculdade. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Faculdade. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 22 de agosto de 2019

22. Canivete

Dei-o na faculdade e sinto-o na pele. Como psicóloga, às vezes (muitas vezes), gostaria de ser canivete suíço e ter comigo todas as ferramentas possíveis e imaginárias; mas a verdade é que, às vezes (muitas vezes - centenas, milhares, incontáveis vezes), basta ter-me lá, de mãos vazias mas abertas para o momento.

sexta-feira, 24 de novembro de 2017

Do 23 de Novembro: Oficialmente Mestre em Psicologia Clínica e da Saúde!


Ainda não creio bem nisto - que realmente aconteceu, por fim. Não queria acreditar no público quando, cá fora, no pós-defesa de tese, me disseram que tinha sido brilhante e que ia ter um dezoito ou um dezanove quase de certeza - até porque desde cedo que estava a apostar, se tudo corresse bem e no máximo dos máximos, num dezassete (sim, sim: eu sei que é só um/dois valores de diferença, mas o dezassete é, em média, o máximo que atinjo quando as coisas correm bem!). Parece que, de facto, duvido demais de mim, pois atribuíram-me o dezoito. Feliz fiquei, feliz estou!!! Foi um ano cheio de desafios para mim... muito esfolei os joelhos, as mãos, o coração - nunca deixando, contudo, de dar o meu melhor e de trabalhar o máximo possível. Esta foi a vitória final e derradeira, acompanhada de outras quantas pequenas, mas significativas: pela primeira vez em muito tempo, antes de um dia importante, não tive insónias - dormi que nem um anjinho; para além disso, pela primeira vez, consegui manter-me calma e serena até à meia-hora antes da defesa - em que, aí sim, tive de cantarolar na minha cabeça músicas da Disney, cantar em voz alta a música dos Teletubbies, e dar uns quantos saltinhos nervosos intercalados de abraços das minhas pessoas. Correu tudo, portanto, com um toque Maria de sempre e com um toque Maria crescida - o que se revelou, sem dúvida, o melhor.
Terminou uma etapa - uma etapa mágica, de trevas e luz, de espinhos e flores; uma etapa muito cara, muito querida. Venham as próximas etapas, os próximos desafios e tudo, TUDO no seio de uma vida cada vez mais minha e construída por mim!!
"A gente" arranja maneira de ser feliz, disse. E repito. 🍀✨

quarta-feira, 22 de novembro de 2017

sábado, 7 de outubro de 2017

Sexta-Feira Dia 6 e a Entrega


Bye, thesis!*

* pelo menos, até à defesa.

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

(...)

Acabei a tese, fora potenciais últimas alterações que possam ser sugeridas pela minha orientadora esta semana e uns quantos últimos acertos de formatação. Nuns segundos expludo de alegria com o feito, uns segundos depois recebo a notícia que a avó paterna do meu namorado morreu. Este ano não vai fácil... em nada...

sexta-feira, 29 de setembro de 2017

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Crónicas de Uma Tese

Quando te aparece um erro nas análises estatísticas, buscas todos os livros que tens à mão e o Google à procura de respostas mas ficas ainda mais confusa... O que é que, então, decides fazer em desespero? Claro: mandar um e-mail a todos os professores da faculdade que sabes que percebem um bocadinho de estatística ou que são vistos como xperts na coisa para ver se algum te salva.
Ora... Enviei os tais e-mails e, agora, alguns dias depois, começo a receber respostas. Eis o que eu tenho a dizer:
Uma coisa é quando as orientadoras de tese do teu núcleo (a tua inclusive) não perceberem de estatística - é mau, deveria ser inaceitável, mas pronto: uma pessoa lida com o assunto o melhor que pode. Outra coisa (e esta parte é para ser levada mesmo muito a sério) é quando o professor de estatística da faculdade (repito: DA FACULDADE) "não é uma espingarda" (palavras dele) na análise que estás a fazer e que te deu erro e que, portanto, não te sabe ajudar.
Só para enquadrar as pessoas: a análise que eu estou a fazer (MANOVA) é feita em milhentas teses de mestrado na faculdade. A partir do momento em que nem o professor de estatística sabe a resposta para os teus probelmas... Bitches, I don't care about this anymore. Vou seguir-me só e exclusivamente pela minha cabeça e, se não estiver perfeito, não está. Aparentemente ninguém vai saber mesmo dizer se está mal ou bem...
Conclusão da história: as teses são uma palhaçada pegada que (eu já desconfiava) nunca servirão para nada a não ser terminar o curso e ficar com mais conhecimentos teóricos acerca de determinado tópico. Por total e completo (pelo menos, na maior parte dos casos - há sempre aqueles sortudos que acertam em cheio numa amostra toda linda, equilibrada, com uma distribuição normal, e que lá conseguem publicar o estudo... mas tendo em conta tudo o que tenho presenciado nas teses vizinhas da minha, esses gambozinos devem ser um em mil ou dois mil).

terça-feira, 19 de setembro de 2017

fazer uma tese, mais coisa menos coisa


* no meu caso específico, porque modelagem e talvez genética e falta de capacidade mental para lidar com neste momento, acrescentemos a tricotilomania. quanto à fobia social... só se estiver restrita à minha orientadora e à professora responsável pelo núcleo de mestrado, que vai dando umas achegas na estatística... porque, na verdade, eu quero é sair de casa e estar com pessoas o tempo todo que me apetecer. 9 de outubro: chega logo, vá, vá!
(querida tese: fazes-te sozinha no resto, fazes?)

doing thesis like

quarta-feira, 26 de julho de 2017

em êxtase!!!

estou aqui aos pulinhos de contente!!! tive 17 na nota de estágio!!! é uma vitória ao final de tanto esforço num ano tão difícil em tantos sentidos. estou tão orgulhosa!!! não caibo em mim de tão feliz!!!

ZIMBORA TESE!!! now it's your chance to shine.

sábado, 15 de julho de 2017

segunda-feira, 10 de julho de 2017

primeiro marco: metade do caminho feito rumo ao canudo

respirem pulmões, coração, cérebro: o relatório de estágio já está.
respirem olhos, ouvidos, boca, mãos, pés: já podem mais livres sentir o mundo.

quinta-feira, 15 de junho de 2017

descobri a pólvora, capítulo ii

ainda não disse aqui: mas foi agora, nestes últimos dois meses, que comecei a gostar do estágio. isto porque apercebi-me que sempre gostei; nunca gostei - nem gosto - é da pressão que ponho em cima de mim. mas para ela já tenho uma história que me vou cantando, e que me vai embalando até adormecer todos os nervos. chama-se o drama, o horror e a tragédia. quando me lembro que cada fanico de ansiedade  é, apenas, a minha cabeça a fazer das suas, dizer para mim mesma que lá está o drama, o horror e a tragédia ajuda imenso - milhões. e assim se evitam, de facto, os dramas, os horrores e as tragédias. e assim se semeia o amor, a compaixão, a paz, a satisfação.
[obrigada pela dica, cv.]

só para que conste

depois de 10 de outubro deste ano não me apanham em Lisboa. seja porque estou a dormir que nem a bela adormecida e, portanto, não ponho os pés na rua, seja porque voei de férias para o norte da europa ou para o japão. gerês e itália também serve, mas os meus sonhos de viajante, de momento, são os primeiros mencionados.
[isto, claro, a não ser que me surja uma oportunidade bombástica para realizar estágio profissional. mas como não estou a contar com isso...]

maria tropical

cheira-me que o meu bronze deste verão fará concorrência à cor da areia das praias paradisíacas.
[questionando-me porque deixei tantos dias por escrever no relatório de estágio e quão divertido será, já que não fiz nenhuma maratona este ano, fazer quase uma tese inteira em três meses e pouco.]

sexta-feira, 9 de junho de 2017

go ética, go

quando uma colega tua te pede para ler o teu relatório de estágio só por curiosidade, até porque fomos colegas e não se colocam os nomes reais dos pacientes, asseguro que não vou divulgar nenhum dos casos clínicos. desculpa? eu li bem? 'miga, só por curiosidade, até porque fomos colegas: o que é que andaste a estudar e a praticar no estágio, hum?
ah, tão boa esta ideia de haver por aí psicólogos acabadinhos de sair do forno e a queimar o código de ética e deontologia logo no primeiro segundo em que lhe tocam (estou assustada, de verdade).

domingo, 21 de maio de 2017

finalista 12-17

de ontem, da bênção, 20 de maio, na cidade universitária.