Às vezes sou montanha, muralha, estrutura, pilar, casa, abrigo. Venham os ventos, as chuvas, os terramotos, os furacões, as tempestades, os assaltos, os exércitos e os dragões. Sou soberana, mãe, guerreira, dona, chefe e mulher do Universo.
Mas há vezes em que sou só uma pedrinha, um tijolo, uma parte, uma peça, um lugar qualquer; propriedade do mundo, tão grande e imenso, tão cheio de possibilidades e impossibilidades. E, aí, o mundo engole-me. Para o bem e para o mal.
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