Sei bem que não estou a produzir grandes textos. Sei bem que não estou a escrever com todo meu coração agora. Mas também sei, de coração, que mais vale ir digitando do que interromper por completo a ação.
Diz que a prática é tudo e que o que mais custa é começar. Depois, seguir sem julgar. Diz que continuar apesar dos tropeços é o que nos faz andar para a frente - e já há muito aprendi que, de facto, é assim que se desbrava caminho. Viajar nas letras não é muito diferente das viagens feitas pelo próprio pé: umas vezes andamos por andar; outras... há algo que nos chama - algo que promete, de nós para nós, baixinho, deslumbrar.
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