
Ainda não creio bem nisto - que realmente aconteceu, por fim. Não queria acreditar no público quando, cá fora, no pós-defesa de tese, me disseram que tinha sido brilhante e que ia ter um dezoito ou um dezanove quase de certeza - até porque desde cedo que estava a apostar, se tudo corresse bem e no máximo dos máximos, num dezassete (sim, sim: eu sei que é só um/dois valores de diferença, mas o dezassete é, em média, o máximo que atinjo quando as coisas correm bem!). Parece que, de facto, duvido demais de mim, pois atribuíram-me o dezoito. Feliz fiquei, feliz estou!!! Foi um ano cheio de desafios para mim... muito esfolei os joelhos, as mãos, o coração - nunca deixando, contudo, de dar o meu melhor e de trabalhar o máximo possível. Esta foi a vitória final e derradeira, acompanhada de outras quantas pequenas, mas significativas: pela primeira vez em muito tempo, antes de um dia importante, não tive insónias - dormi que nem um anjinho; para além disso, pela primeira vez, consegui manter-me calma e serena até à meia-hora antes da defesa - em que, aí sim, tive de cantarolar na minha cabeça músicas da Disney, cantar em voz alta a música dos Teletubbies, e dar uns quantos saltinhos nervosos intercalados de abraços das minhas pessoas. Correu tudo, portanto, com um toque Maria de sempre e com um toque Maria crescida - o que se revelou, sem dúvida, o melhor.
Terminou uma etapa - uma etapa mágica, de trevas e luz, de espinhos e flores; uma etapa muito cara, muito querida. Venham as próximas etapas, os próximos desafios e tudo, TUDO no seio de uma vida cada vez mais minha e construída por mim!!
"A gente" arranja maneira de ser feliz, disse. E repito. 🍀✨