quarta-feira, 29 de novembro de 2017

The Scottish Dream

Vou realizar a minha viagem de sonho de amanhã a uma semana e estou absolutamente obcecada com tudo o que meta Escócia ao barulho. Desde rever partes de Reign e sentir o meu coração todo a contorcer-se, mergulhar em documentários (um mais longo e pormenorizado do que o outro) sobre a verdadeira Mary Queen of Scots, pesquisar um cento de coisas possíveis de ver e provar em terras escocesas e, agorinha mesmo, acabei de devorar o primeiro episódio da série Outlander.

Sete dias para alimentar a obsessão, outros sete para vivê-la em carne, osso e alma.

terça-feira, 28 de novembro de 2017

Lazy Days


Dormitando, sonhando, sofázando, navegando, descansando.

Há Lá Melhor Música

Uma Chufada

Eu cantarolando para o Yeti enquanto o passeio à chuva: - É o tempo dos duendes e das faaaadas, é o tempo dos duendes e das faaaadas, é o tempo dos duendes e das fa-daaaaaaaas!... É o tempo dos duendes e das fadas.

sexta-feira, 24 de novembro de 2017

Minhas Queridas Férias de Inverno

In Therapy

Do 23 de Novembro: Oficialmente Mestre em Psicologia Clínica e da Saúde!


Ainda não creio bem nisto - que realmente aconteceu, por fim. Não queria acreditar no público quando, cá fora, no pós-defesa de tese, me disseram que tinha sido brilhante e que ia ter um dezoito ou um dezanove quase de certeza - até porque desde cedo que estava a apostar, se tudo corresse bem e no máximo dos máximos, num dezassete (sim, sim: eu sei que é só um/dois valores de diferença, mas o dezassete é, em média, o máximo que atinjo quando as coisas correm bem!). Parece que, de facto, duvido demais de mim, pois atribuíram-me o dezoito. Feliz fiquei, feliz estou!!! Foi um ano cheio de desafios para mim... muito esfolei os joelhos, as mãos, o coração - nunca deixando, contudo, de dar o meu melhor e de trabalhar o máximo possível. Esta foi a vitória final e derradeira, acompanhada de outras quantas pequenas, mas significativas: pela primeira vez em muito tempo, antes de um dia importante, não tive insónias - dormi que nem um anjinho; para além disso, pela primeira vez, consegui manter-me calma e serena até à meia-hora antes da defesa - em que, aí sim, tive de cantarolar na minha cabeça músicas da Disney, cantar em voz alta a música dos Teletubbies, e dar uns quantos saltinhos nervosos intercalados de abraços das minhas pessoas. Correu tudo, portanto, com um toque Maria de sempre e com um toque Maria crescida - o que se revelou, sem dúvida, o melhor.
Terminou uma etapa - uma etapa mágica, de trevas e luz, de espinhos e flores; uma etapa muito cara, muito querida. Venham as próximas etapas, os próximos desafios e tudo, TUDO no seio de uma vida cada vez mais minha e construída por mim!!
"A gente" arranja maneira de ser feliz, disse. E repito. 🍀✨

terça-feira, 21 de novembro de 2017

«Sonhar alto e baixo dá o mesmo trabalho - porque sonharíamos nós baixo?»

- pessoa no Facebook para outra pessoa no Facebook

quarta-feira, 8 de novembro de 2017

Novas Bússolas


Havia qualquer coisa em mim que eu (achava que) perdi: esse ramo de flores que transportava sempre (nem que num recanto meu) desde que me lembro de mim sendo eu - sendo toda. Então, pensei que não me tinha. Pensei-me abandonada por mim própria no vazio; no limbo; em alto mar sem terra à vista; perdida. Curioso como, por não vermos algumas peças que nos compõem, achamos logo que o puzzle deixa de ser puzzle - que já não tem graça, que não dá mais para completar. Puros enganos, pois não é a visão a juíza suprema do que existe ou deixa de existir. Não é aquilo que os nossos olhos abarcam que faz toda a embarcação. Não é por não estar lá, escarrapachadinho à nossa frente, que não é possível nem há mais. Se calhar, temos de procurar melhor. Se calhar, temos de remar para outros lugares. Se calhar, basta dar tempo ao tempo e tentar outra vez num outro dia - num dia melhor, com mais sol ou com uma mantinha e um chá à mão porque a chuva lá fora. Se calhar, saltámos (simplesmente) os parêntesis e assumimos apenas o óbvio e mais comum. Se calhar... Falta-nos (só) dizer mais se calhar.

domingo, 5 de novembro de 2017

Porque era mesmo isto que eu precisava de ler } Obrigada!

« [...] o que se passa é que acredito cada vez mais que a pobreza é um estado e não uma condição, que o sofrimento é um estado e não uma condição», disse a pê, e disse bem.

quarta-feira, 1 de novembro de 2017

(... e então?)

Finalmente publiquei o meu balanço de final de ano quanto a dois mil e quinze (sim, não estou a brincar: foi mesmo de dois mil e quinze). Tinha de desandar com este rascunho do arco da velha (correção: tenho de desandar com os meus rascunhos do arco da velha - plural), na tentativa de limpar e arrumar o meu baú para arranjar espaço para o que novo ainda pode vir aí. Podia fazer a coisa mais simplezinha, selecionar cada rascunho e carregar no icon do caixote do lixo - podia; era a solução mais rápida. Mas quem tem coragem de deitar fora aquela emoção toda de dois mil e quinze? Não eu. Dois mil e quinze foi dos melhores anos que vivi contando com os anos mais recentes, e logo a seguir vem dois mil e dezasseis. Já dois mil e dezassete ainda não me deu muitas razões para subir ao pódio.
Porém... E então?
O que seria do equilíbrio se não houvesse o melhor e o menos bom? O que seria de mim se cada balança não jogasse com os seus pesos de um lado para o outro? De que outra forma poderia procurar a minha força, o meu centro, e o meu cerne? De que outra maneira poderia, por fim, encontrar a leveza em mim?

()

(Acabei de ir aos rascunhos e publiquei uma rajada de coisas, talvez em homenagem à rajada de coisas que podia escrever como antes, ao invés.)

Fez-se Luz XI

- Alentejo.

(Alen-Tejo, i.e.além do Tejo; além do rio Tejo. Os créditos vão, mais uma vez, para o meu padrasto.)

Fez-se Luz X

- Ribatejo.

(Riba-Tejo, i.e., arriba Tejo; acima do rio Tejo. Os créditos vão para o meu padrasto.)

A Recalcular Itinerário

Este blog já teve dias melhores. Eu idem.