terça-feira, 25 de abril de 2017

As Coisas Ficam-nos Gravadas com a Mesma Carga Emocional da Altura

Pergunto-me se estará bem - querendo saber a resposta mas não a querendo ler nem ouvir em lugar nenhum. Queria só passar na rua, olhar, e enfim ver: ok, está tudo bem.

Devia Ser da Adolescência (?)

Hoje estive a ver fotografias antigas e percebi que não sei bem o que aconteceu em determinada época da minha vida. Não percebo como é que as coisas encaixaram, como é que me fizeram sentido na altura, como é que mexiam tanto comigo em forma de dúvidas e mais dúvidas se, agora, olhando para trás, só vejo incongruências: para o amor que eu sentia fosse em que circunstância fosse, para o amor que me era mostrado e logo a seguir arrancado... Não entendo. Não entendo como não desenrolei os fios do novelo de lã que era aquela época; não me lembro do que fiz ou como fiz para os tentar desenrolar. Só sei que hoje adotaria uma estratégia muito mais preto no branco para o tentar fazer... E talvez fosse também mais compreensiva e compassiva para com as dificuldades que enfrentava - as minhas e a do outro. Não sei.

Bom: fiquemos por aqui.

sábado, 22 de abril de 2017

Do tema "Natureza"

É no meio das árvores que me perco e que me encontro: ali, na imensidão do silêncio, onde o que me envolve é a tranquilidade e a leveza das folhas que balançam enquanto cantam as brisas e os ventos... Ali, onde o silêncio fala baixinho e sereno, mesmo que pese dentro; ali, onde o ar puro é a banda sonora que vai dos pulmões ao coração, e assim me conecta com a vida.

- texto meu, publicado hoje, em Os Sonâmbulos