quarta-feira, 28 de setembro de 2016

No!

Com esta macacada toda de estudar coisas para o estágio que não tenho ainda ideia de quando começará oficialmente, ver coisas para o voluntariado que não se irá estender mais de duas semanas e descobrir o que raio quero fazer da tese (que continuo às moscas e cada vez mais confusa), nunca mais escrevi nada sobre o Interrail meu e do meu amor deste verão (snif, snif)...
Eu quero escrever! Tudinho! Já tenho o rascunho todo de Amesterdão feito, falta pôr palavras bonitas et voilá. E depois fica a faltar Berlim, Munique/Füssen, Avinhão, Barcelona e Madrid... Ahhhh, quero muito escrever!!! E descansar ficando a fazer nenhum. E sair de casa para ver pessoas, passear e namorar. E voltar ao ginásio que nunca mais lá pus os pés. Tudo isto encaixadinho num horário que não tem sido nada meu amigo ultimamente, fazendo-me ir para cá e para lá vezes e vezes sem conta e preocupando-me dada a quantidade de responsabilidades a que de repente tenho de dar resposta.
Este mundo cheio de pressas não é para mim. Ou sou eu que estou cheia de pressas, que me faço andar com pressas? Agora estou confusa. Talvez sejam os dois, mesmo.

sábado, 24 de setembro de 2016

I Have This Soul, Mind and Heart of Mine


There may will be battles without any classic swords of those you know from stories, but you will always have the most powerful one standing by you: yourself.

Estágio e Tese e Voluntariado e AH!

Sei que não escolhi o caminho mais fácil - mas sim aquele que espero melhor e certo para mim. Aquele que me vai obrigar a reinventar. Aquele que me vai obrigar a acrescentar peças ao puzzle; a pensar como encaixar todas as peças do puzzle... e que, por isso, me presenteará com toda uma nova perspetiva.Se este verão aprendi com o Interrail, agora vou embarcar numa outra viagem: uma viagem de novas dimensões.

* grata aos jovens de Caxias pela metáfora que não sabem que me concederam.

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Quando tudo o que se diz sobre o 5º ano começa a fazer sentido...


Aquele momento em que começas a "cair na real" do 5º ano da faculdade, olhas para imagens como esta, e pensas: "há dias em que vou sentir que é exatamente assim, não é? Mas em vez de ser um livro de histórias... são livros técnicos, artigos, pesquisa, pesquisa, trabalho, trabalho, trabalho, muitoooo trabalho... etc." (Pânico!... Respira Maria, respira! Vais conseguir.)

Como me sinto agora, ao fim de me ter sido comunicado, no geral, tudo o que vou ter de fazer no estágio e na tese.

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Am I More Close to Be a Writer to the World Now?


É oficial: 
acabei de escrever um livro infantil (gritinhos e pulinhos de alegria)!!!

Acabei ontem e revi hoje (dreams)!

quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Thesis Around Teens, round 1

Uma vez que vou ter a minha primeira reunião de dissertação para a semana que vem, para além de abrir o documento onde tinha colocado temas de interesse geral os quais discutir com a minha orientadora, fui à caça de inspiração e, quiçá, de alguma(s) ideia(s) mais concreta(s). Acabei por ir parar a um site com citações sobre a adolescência. Aqui deixo o registo de algumas que se revelaram incrivelmente profundas para mim.

«Don't laugh at a youth for his affectations; he is only trying on one face after another to find a face of his own» (Logan Pearsall Smith, 1931).

«In the time it takes you to understand a 14-year-old, he turns 15» (Robert Brault, n.d.).

«Violet will be a good color for hair at just about the same time that brunette becomes a good color for flowers» (Fran Lebowitz, n.d.).

«It's difficult to decide whether growing pains are something teenagers have — or are» (autor desconhecido, n.d.).

Veggie Food (invenções boas do namorado)

A verdade é que já cozinhei muito mais do que aqui expus no blog, e portanto o desafio a que me propus no início do ano já foi mesmo à vida nos conformes como o tinha desenhado inicialmente. No entanto, todos os pratos que fizer e me lembrar de fotografar, continuarei a publicar aqui, aos bocadinhos pequeninos. Fica aqui uma receita que fiz na semana passada, embora a tenha descoberto graças ao espírito criativo do meu amor lá para abril.


Cogumelos com Molho de Banana e Limão

Ingredientes principais: azeite, alho, pimenta preta, cogumelos frescos. Para o molho para colocar por cima dos cogumelos uma vez feitos, uma ou duas bananas esmigalhadas e sumo de limão q.b..
Sugestões para acompanhar: arroz.

Veggie Food (já não sei que semana foi esta)

(Esta acho que fiz em abril - onde é que esse mês já não vai!...)


Muffins de Cenoura e Queijo

Ingredientes principais: azeite, cebola média, cenoura ralada, farinha de trigo peneirada, fermento, queijo mozarella ralado, dois ovos, leite, salsa, sal e pimenta branca q.b..
Sugestões para acompanhar: arroz e/ou salada.

THIS!

terça-feira, 13 de setembro de 2016

De Ontem

Ontem começou o ano letivo. Chegámos à faculdade às 14h em ponto e, junto a toda a turma, procurámos como formigas a misteriosa sala 14 na qual iríamos ter seminário de estágio - diziam eles. Não só descobrimos que a sala 14 não existia como que não existia tal seminário: é coisa virtual, só para enfeitar o horário... literalmente. Segundo os professores que, depois de algum desespero, encontrámos a vaguear pelos corredores, a inscrição naquele seminário foi só para dizer que, durante aquela hora e mais para a frente no ano letivo, os professores vão marcar reuniões de orientação de estágio connosco (um minuto de silêncio por esta brincadeira). Alguém nos podia ter avisado antes de sairmos de casa, não? Ou, no mínimo, a faculdade podia ter atendido as chamadas que já andávamos a tentar fazer há dias e dias para percebermos se sempre teríamos seminário ou não. Mas claro que não nos facilitaram a vida nesse sentido, e por isso lá tivemos de nos conformar e fazer tempo até às 17h - hora do seminário seguinte, o de dissertação, que também não tínhamos a certeza absoluta se iria haver. Esse já existiu e aconteceu e, para além da apresentação usual do programa que nos acompanhará daqui para a frente, distribuíram-nos uns questionários cujos dados analisaremos durante as próximas semanas. Os questionários eram todos feitos de respostas fechadas... menos numa pergunta: O que é, para si, ser feliz? Oh meus senhores - o que me foram pedir para escrever. Não só gastei as cerca de dez linhas que tinha disponíveis, como ainda ocupei o início de uma linha invisível em baixo. Mais tinha ainda para dizer, mas estavam já todos à espera das minhas folhas para se dar por encerrada a recolha (pois claro que fui a última a entregar! Não me podem fazer perguntas destas).

domingo, 11 de setembro de 2016

A Nova Cama "do Agni"


Ontem foi assim, mas hoje está igual.

Vinda da Urgência Dentária

Quem tem um dente do siso a causar problemas, quem é? Eu. Quem é que está a decidir-se por arrancar já todos os que tem à vista para não chatearem mais? Eu. E assim é porque esta dor da inflamação não se suporta - ao ponto de eu ter despertado três vezes ao longo da noite com a dor.

sábado, 10 de setembro de 2016

Where is the Love?

O Limbo que é a Humanidade

A propósito da notícia da Coreia do Norte ter andado a fazer o seu quinto ensaio nuclear, fiquei intrigada por dar conta de que não sabia nada do país e, pela primeira vez, dei-me a conhecer um pouco da realidade em questão - que já sabia má, mas não em que extensão. Não só é má como horrenda, e não foi preciso ir muito longe para o descobrir: há uns quantos documentários e palestras no Youtube que nos introduzem muito bem no assunto ou, pelo menos, numa pequena porção dele - ora se tratam de registos de jornalistas que se arriscam, ora de fugitivos que testemunham o que viveram na sua própria pele e pele a dentro até às vísceras. Se este lugar já se trata de um país tão fechado e do qual se sabe o que se sabe, temo aquilo que ainda ninguém sabe. Cada vez me convenço mais de que o ser humano é o parasita do mundo... e de si mesmo. Estamos doentes por causa de nós mesmos - aliás, criámos (e criamos) o nosso próprio potencial em ficar doentes num piscar de olhos, num estalar de dedos, e talvez mesmo num simples esgar. Acabei esta minha noite com este vídeo que aqui deixo, e mais dispenso em avançar fora todos aqueles que vi antes. Já me basta, já é terrível o suficiente. A raça humana repugna-me. Devíamos unir-nos, mas tratamo-nos como se de espécies diferentes nos tratássemos - e não passa tudo de uma grande ilusão, essa. Digam-me: para quê a cultura do endogrupo e do exogrupo? Não devíamos ser todos um endogrupo grande, mesmo que cada um com as suas ideias, e daí tentarmo-nos respeitar? A quem apontar o dedo por tanta coisa ser assim negra, como é? A nós. A todos nós, que criámos a cultura nestes contornos porque sim. Isto é tudo tão ridículo. Somos tão ridículos. Estou revoltada connosco. Enojada. Como somos capazes? Destas e de outras atrocidade, que são tantas e inumeráveis... É verdade que já evoluímos em muito, que as culturas também mudam para melhor e que já muita coisa mudou... mas ainda há tanto por fazer!... É preciso não fechar os olhos por já termos algumas conquistas. Ainda falta muito. Muito mesmo.
Peço mais amor para todos. Muito mais amor. O mundo grita por amor. Por favor, o amor que vença!... É nessa potencialidade de nós que deposito a esperança. Se nos há doentes, também nos há com amor. E, um dia, mais seremos com amor, como já conseguimos ser um pouco face a outrora - eu espero; espero sinceramente que sim.

quinta-feira, 8 de setembro de 2016

(Estou Aqui Não Sabendo Conter-me)

Há rumores da sempre adorada Cristina Yang fazer uma aparição na próxima temporada de Grey's. E... a conta do Instagram da Sandra Oh dá muitos sinais nesse sentido, de facto!...

(Maria dando gritinhos histéricos!)

E no 2º aniversário de ti (em que eu contigo)...

Como te dar os parabéns cheios de amor? Como te escrever o que sinto quando olho para ti, quando te dou a mão, quando te abraço, quando te beijo? Como sequer explicar o que me levou até ti quando te conheci, engraçando contigo, procurado-te no meio da multidão mascarada e enfim ficando a falar contigo logo ali minutos a fio? Como descrever aquela vontade de estar contigo uma vez mais, e depois outra, e mais outra, e tantas outras até te querer, até te desejar todos os dias para te fazer sentir o quanto te adoro? Como hei de pôr em palavras tudo aquilo que me vai cá dentro, contar-te quais as cores, contornos e brilhos novos que a minha alma tem por ter encontrado a tua? Por te ter encontrado a ti? Tu, cujo nascimento se assinala hoje, e que merece as mais apaixonadas, sinceras, poderosas e duradouras declarações de amor pelo namorado, amigo e ser humano que é?
Quero fazer-te sentir a pessoa mais feliz do mundo uma e outra vez, mais do que uma vez, e, principalmente, ver-te a sentires-te essa pessoa por ti - só por quem és e por, contigo mesmo, saltares de nuvem em nuvem de sonhos, de magia (e não falo só dos sonhos e da magia que se alcança com o cumprir de objetivos, mas daqueles que se encontram em cada verde das folhas, em cada azul do céu, em cada nevoeiro-mistério, em cada música da chuva, em cada virar de esquina por uma nova paisagem ou pequeno pormenor ou detalhe). Se eu já via fantasia no mundo antes de descobrir (e então maravilhar-me) que existias, depois de o saber descobri o verdadeiro conto-de-fadas do coração. Sim: és o meu conto-de-fadas, e ao mesmo tempo és verdadeiro - real, inteiro, arrebatador. Amo-te e espero, torço, e luto agora contigo para que tenhas tanto os dias mais doces, frescos e leves, como os mais fogosos, vividos e entusiasmantes possíveis. Independentemente de tudo: espero, torço, e luto agora contigo para que coletes os dias mais serenos e bem-vindos de todos os tempos - de todo e para todo sempre!... PARABÉNS, príncipe ♥

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Querido Outono, Que Um Dia Chegarás

Sempre tive a primavera e o outono a competirem pelo pódio da minha estação do ano favorita. Mas tenho preferido o outono, apercebo-me - é nele que poisa o meu sonhar ao vento e embalado nas folhas alaranjadas que esvoaçam; é nele que me sento a pensar comigo mesma enquanto se entrelaçam os meus cabelos e as frescas brisas embatem e acordam o meu rosto; é nele que crio histórias e recordo memórias e, de uma forma ou de outra, sei agora, é onde me nasce o amor. Na primavera também encontro poemas e flores, mas é no outono que a chuva mais me canta e o sol me acalenta; é no outono que o frio se mistura com o quente, e onde o equilíbrio procuro e em algum recanto o vejo estabelecido.

💌



Can't say how much I love you. But it is more than a lot!...

domingo, 4 de setembro de 2016

Então?!

Então preciso de ir flo(rindo).

Talvez Já/Ainda Não Tenham Reparado

Tenho partilhado textos temáticos por aqui uma vez por mês, indicando em rodapé a fonte original onde primeiramente estão a ser publicados. 
Ora pois que faço parte de um projeto e grupo de entreajuda na área das artes chamado Os Sonâmbulos. Se ainda não conhecem, convido-vos a darem uma espreitadela.

sábado, 3 de setembro de 2016

Do tema "Asas"

(1) 
Liberta as asas, clamam os ditos. E há quem não perceba nada de que a dica era para se desprender da rotina e voar, voar mais longe: liberta antes a mão das asas das chávenas de café e chá, esses que engole à pressa em dias de trabalho rotineiro, e acaba por se queimar. Larga as asas, aconselham os amigos, a família... Só que há quem tenha os pés tão assentes na terra que leva na literal o que é metáfora, acabando por largar os sacos cheios de compras na direção dos dedos - e nem os sapatos os salvam de largar um grito de dor. Abre as asas, ouve-se por aí; e logo a seguir vê-se um senhor que segue a instrução à risca, transformando-se num ápice num lambão a querer todo o céu para si e a dar uma cotovelada ao vizinho do lado.
Por outro lado... olho para ti e flutuas só por andar. Tu flutuas ainda que com os pés no chão, ainda que muito ciente que por vezes não se pode fazer da vida um poema de sorrisos. Só que nessas alturas, se for preciso, sorris e e dizes que, lá por serem de lágrimas, não quer dizer que alguns não possam ser poemas - ou não os houvesse também de saudades, de perdas, de dores. Não tens asas das que se veem como se veem nos pássaros - mas é evidente que voas. Quem disse que as asas reais tinham de ser fisicamente visíveis? As tuas não são; porém existem e levam às nuvens num simples abraço.

(2) 
Adoro que o nosso dar de mãos seja como um bater de asas que nos eleva juntos pelo céu ao mesmo tempo que nos permite a liberdade das direções a tomar. O amor é difícil de definir, mas com certeza não serão dois passarinhos juntos no baloiço de uma gaiola: chega a um ponto em já não sabem (nem conseguem) ser mais do que aquilo. Não nos encontro presos a essa definição de não-amor, felizmente; para dizer a verdade, não nos encontro presos a qualquer definição, seja do que for. O que bate certo, ou afinal o amor não é suposto ser isso mesmo? Algo sem limites, sem palavras? Não vamos por rótulos nesse tópico, que eles não o servem. Vamos por sentimentos, que só assim é possível falá-lo, escrevê-lo, pintá-lo, representá-lo,... demonstrá-lo. Só sei que te amo, e que amo sermos assim: algo além do baloiço fechado numa divisão - uma união que se formou e que se mantém livremente, decidindo, também, livremente voar um bocadinho mais longe, todos os dias, além barreiras.

- textos meus, publicados hoje, em Os Sonâmbulos

(Por Aqui Vagueou Hoje Inspiração)

Dos Que Escrevem

Acho que a mensagem principal da minha história mudou de repente. Nem eu estava à espera disto (sim: quem escreve não deixa de ser surpreendido, por muito que tudo aconteça em cada página se deva a si). Não era bem para aqui que imaginara caminhar, embora tenha de admitir que os últimos acontecimentos até encaixam melhor com o título que inicialmente atribui à história, o que me foi uma surpresa agradável (não pude deixar de achar engraçada a coincidência - pois claro que não! Sou a menina das ligações e associações mil entre isto, e aquilo, e aquele outro). Contudo, espero muito que as pessoas mais atentas descubram o que de inicialmente queria transmitir. Torço para que tenha conseguido deixá-lo subentendido em algumas passagens, e que tal seja suficientemente poderoso para ajudar o sorriso de alguém. 
Além disso - apercebi-me agora com esta reviravolta - nada está garantido: falta escrever as últimas páginas. Poderá haver um entrelaçar de mensagens, poderá voltar a primeira, manter-se a última... ou ainda surgir uma outra qualquer. Tudo pode acontecer.

One Book for Children (and Parents, I Hope) Almost Written (My First Book Ever) ❣


É oficial: falta-me a última parte e está terminado 
(fora rever e rever, e etc.).

sexta-feira, 2 de setembro de 2016

Tumbas!

Mood Psicoterapia

Agora Foram as Amigas

A Nês e Rute foram hoje de Intrarrail por três dias, rumo a Braga. Já há fotografias do comboio, das pulseiras... Estou a ficar nostálgica - já me metia num comboio outra vez.

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Haja Agendas

O clássico: para a semana (supostamente, e segundo o calendário académico) é a minha última semana de férias (se bem que, pelo que me contam de anos anteriores, entre estágio começar e não começar, devo estar de férias até outubro). O que é que se sucede? Toda a gente quer combinar algo comigo nessa precisa semana.

Sonhando-me, Recomeçando-me, Concretizando-me

Inauguro o mês de setembro contando ao mundo que tenho escrito regularmente em word - por outras palavras: tenho dado continuidade a um dos meus livros sonhados, e que há muito repousava na gaveta (há uma semana que não acumula mais pó).

¡Exactamente!

Let's Face All That Fears

Setembro... Seja Bem-vindo ♥