Férias, finalmente!!!
quarta-feira, 29 de junho de 2016
Aahh!...
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Entre dias e noites,
Excertos de Amor,
Faculdade,
O Bando de Bandas Desenhadas
terça-feira, 28 de junho de 2016
Don't lose who you are in the blur of the stars
«I stare at my reflection in the mirror
Why am I doing this to myself?
Losing my mind on a tiny error,
I nearly left the real me on the shelf
No, no, no, no
Don't lose who you are in the blur of the stars
Seeing is deceiving, dreaming is believing,
It's okay not to be okay
Sometimes it's hard to follow your heart
Tears don't mean you're losing, everybody's bruising,
Just be true to who you are
Brushing my hair, do I look perfect?
I forgot what to do to fit the mold,
The more I try the less it's working,
'Cause everything inside me screams: no, no, no, no
Yes, no's, egos, fake shows
Like woo, just go, and leave me alone
Real talk, real life, good love, goodnight
With a smile: that's my own»
Anotem: não desvalorizem o autoconhecimento!
Este último trabalho da faculdade tem sido extremamente desafiador em termos de encontrar motivação para o levar avante... Mas tem-me sido tão benéfico!... Tenho-me apercebido de imensa coisa acerca das pedrinhas que levo no sapato (ainda que, felizmente, não me atrapalhem a vida no dia-a-dia), bem como descoberto diversas formas novas de resolução de problemas.
Juro, este trabalho parecia o mais parvo de todos de se fazer... Entretanto, mudei por completo as minhas ideias. Eu explico: o professor pediu-nos para ouvir uma faixa de mindfulness, ler dois textos sobre o unified treatment e autoaplicar uma escala de investigação, com o objetivo de fazer um texto de reflexão sobre cada uma dessas experiências. Sendo o último trabalho do semestre em que já estou a morrer de cansaço e sedenta que isto tudo acabe, ainda para mais depois de fazer éne trabalhos e exames de teor muito mais científico... uma pessoa fica a olhar para as tarefas que nos são pedidas neste trabalho e subvaloriza-as. E que tola fui eu por o fazer! Tenho mergulhado no autoconhecimento em força e desenterrado ouro da areia em meu redor.
Coisas a recuperar ou estabelecer quando entrar de férias:
- Voltar a fazer exercício regular e cuidar do meu corpo! Urgente!!!
- Voltar a escrever
- Ler! Tenho tantas saudades de ler por gosto e pôr de lado os artigos!
- Sair mais vezes de casa (não posso mais com estas paredes)
- Dormir sem despertador
- Incutir hábitos de relaxamento na minha vida (miúda ansiosa right here!)
- in Às 9 no meu blog
segunda-feira, 27 de junho de 2016
Welcome New Perspectives ♥
«One day in late summer, an old farmer was working in his field with his old sick horse. The farmer felt compassion for the horse and desired to lift its burden. So he left his horse loose to go the mountains and live out the rest of its life.
Soon after, neighbors from the nearby village visited, offering their condolences and said, "What a shame. Now your only horse is gone. How unfortunate you are! You must be very sad. How will you live, work the land, and prosper?" The farmer replied: "Who knows? We shall see".
Two days later the old horse came back now rejuvenated after meandering in the mountainsides while eating the wild grasses. He came back with twelve new younger and healthy horses which followed the old horse into the corral.
Word got out in the village of the old farmer's good fortune and it wasn't long before people stopped by to congratulate the farmer on his good luck. "How fortunate you are!" they exclaimed. You must be very happy!" Again, the farmer softly said, "Who knows? We shall see."
At daybreak on the next morning, the farmer's only son set off to attempt to train the new wild horses, but the farmer's son was thrown to the ground and broke his leg. One by one villagers arrived during the day to bemoan the farmer's latest misfortune. "Oh, what a tragedy! Your son won't be able to help you farm with a broken leg. You'll have to do all the work yourself, How will you survive? You must be very sad". they said. Calmly going about his usual business the farmer answered, "Who knows? We shall see"
Several days later a war broke out. The Emperor's men arrived in the village demanding that young men come with them to be conscripted into the Emperor's army. As it happened the farmer's son was deemed unfit because of his broken leg. "What very good fortune you have!!" the villagers exclaimed as their own young sons were marched away. "You must be very happy." "Who knows? We shall see!", replied the old farmer as he headed off to work his field alone.
As time went on the broken leg healed but the son was left with a slight limp. Again the neighbors came to pay their condolences. "Oh what bad luck. Too bad for you"! But the old farmer simply replied; "Who knows? We shall see."
As it turned out the other young village boys had died in the war and the old farmer and his son were the only able bodied men capable of working the village lands. The old farmer became wealthy and was very generous to the villagers. They said: "Oh how fortunate we are, you must be very happy", to which the old farmer replied, "Who knows? We shall see!"»
- retirado daqui, escutado na faixa de mindfulness
que tive de ouvir para o trabalho da faculdade
Trabalhando no Último Trabalho-Exame
Aguardando que floresça algo em mim com isto:
Maria enfrentando o seu bicho-que-assusta chamado Mindfulness.
segunda-feira, 20 de junho de 2016
terça-feira, 14 de junho de 2016
quinta-feira, 9 de junho de 2016
Updating
- Estágio com que queria ficar: check! A turma distribuiu os estágios todos por consenso, ninguém recorreu a médias pela primeira vez em ANOS! As professoras estão todas contentes com este feito heróico da nossa turma linda. E... aquela história de haver mais pessoas a querer ir para estágio com adultos e, portanto, haver pessoas em falta para os estágios com crianças e adolescentes? No final, viemos a verificar que havia uma pessoa a mais para crianças e adolescentes. Mas a coisa já está orientada.
- Tema de tese: em ebulição total. Não sei bem para onde me virar, pois nunca tive um tema específico que quisesse investigar.
terça-feira, 7 de junho de 2016
*Fazendo Figas*
Pedindo muito por dentro para que não haja pancadaria na distribuição dos estágios hoje... Visto que vai ser um processo interno da turma. Decidiu-se que íamos tentar ir por consenso e outros critérios (como local de residência, interesses profissionais futuros, etc.)... evitando, a todo o custo, recorrer às médias.
Pedindo muito, muito por dentro para que não haja pancadaria... uma vez que há muito mais pessoas a querer ir para adultos do que para crianças e adolescentes, o que significa que há quem terá de ceder - sendo, ainda por cima, quase todos os estágios para crianças e adolescentes deslocados de Lisboa.
...
Querida turminha, estou depositando fé em você!
quinta-feira, 2 de junho de 2016
quarta-feira, 1 de junho de 2016
Dia da Adulta (ainda que Eterna) Criança
Hoje é a reunião de apresentação dos locais de estágio disponíveis, assim como dos temas de tese.
Ainda não disse, mas já me decidi mais concretamente quanto ao estágio: vou tentar concorrer para estágio com adultos. "E porquê, Maria?", perguntam-me vocês? O que pesou na minha decisão final? Pesou esta sensação de haver um gap na nossa formação durante o mestrado quanto à intervenção com adultos... Eu, pelo menos, sinto uma insegurança um bocadinho assim para o grande quanto a trabalhar com esta população, pois só na recta final deste semestre é que começou a falar-se mais concretamente da intervenção com adultos. Como tal, conhecendo-me como me conheço e sabendo-me já genuinamente motivada para trabalhar com crianças e adolescentes (e que irei, com certeza, tentar trabalhar com eles mais tarde), opto por começar esta aventura no "mundo dos crescidos" com "crescidos"... e, assim, enfrentar logo os medos todos que, de outra forma, teria grandes dificuldades em "empurrar-me" para enfrentar. São os caminhos menos fáceis que nos ajudam a crescer... E eu? Eu não quero ficar por aqui. Quero muito, muito crescer!
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