Acabei de detetar um homofóbico daqueles bem demarcados na minha rede de amigos do Facebook. Desculpem (ou melhor: desculpem nada, pois não me arrependo nada do que vou dizer), mas não consigo. Vamos lá ver: uma coisa é não concordar ou não ter a certeza se se concorda com a lei permitir a adoção por parte de homossexuais... Outra é aproveitar-se disso para criticar os próprios homossexuais por serem quem são ou como são. Bye, my dear.
domingo, 22 de novembro de 2015
sábado, 21 de novembro de 2015
13. Arara
Recordando conversas entre a arara e o corvo. Lembrando a ponte entre o Palavrar a Cada Dia e a Caixa das Palavras. Sentindo um apertozinho de nostalgia no coração.
12. Jacaré
Para além de minhocas, lesmas, e primos das mesmas, na categoria dos animais efetivamente perigosos, os que me metem mais medo são os crocodilos e os jacarés.
11. Javali
É do Pumba que me lembro ao ler "javali", e são estas as cenas do (meu sempre querido, primeiro filme favorito da vida) Rei Leão que se insurgem em consequência.
08. Navio
Deem-me liberdade para navegar e eu logo invento o meu navio - como quem diz: deixem-me ser criativa à vontade e é verem-me a ir buscar coisas a cada canto do planeta.
07. Caverna
Nas cavernas escondem-se os ursos. Mas nem todos são perigosos só porque envoltos no escuro.
06. Chávena
Sabias que adoro segurar as chávenas de café por entre os dedos, para aquecer as palmas das mãos? Adoro-o. Mas quem precisa de uma chávena de café se te tiver ao pé?
sexta-feira, 20 de novembro de 2015
quinta-feira, 19 de novembro de 2015
04. Clássico // 05. Namorar
- Só mais cinco minutos?
Não sei se já se disse, mas o clássico "só mais cinco minutos" namora os olhos fechados: sejam os que querem dormir, sejam os que querem beijar...
... desde que sejam os teus olhos.
[e sim, juntei duas palavras numa só publicação de propósito]
03. Pertença
Vou pertencendo; mas de forma definitiva não pertenço a nenhum lugar - pois não. Vou só pertencendo. Pertenço-me a mim e nem a mim sei se me pertencerei para sempre, uma vez corpo sem vida. Posso pertencer a tudo, e ao mesmo tempo não pertenço a nenhum lugar nem a nada - nem à minha própria alma sei se pertencerei, pois a alma vai mudando com o tempo aqui e ali, eventualmente até mudar radicalmente... Ou melhor: que alma é a minha? Não pertenço a nenhum lugar, tempo, ou a coisa alguma. Pertenço-me sempre, ainda que sem conseguir definir bem quem sou, como sou; pertenço-me sem saber ao que é que pertenço, pois vou-me descobrindo e reinventando, em cada sítio e em cada momento. Ainda bem que assim é: que pertenço sem pertencer; que não pertencendo, ainda assim, vá pertencendo. Ainda bem que ser pessoa é como ser uma raiz que se fixa mas que, se necessário ou se se quiser, se pode transplantar livremente de vaso em vaso, para assim continuar a crescer e viver.
quarta-feira, 18 de novembro de 2015
domingo, 15 de novembro de 2015
☮
Mais amor, por favor. Em todo o lado. Em pequena e larga escala.
Como assim, não é o amor aquilo que todos procuramos?
domingo, 1 de novembro de 2015
"Caixa das Palavras" de Novembro
[ dia 1 ] - recomeçar
[ dia 2 ] - máscara
[ dia 3 ] - pertença
[ dia 4 ] - clássico
[ dia 5 ] - namorar
[ dia 6 ] - chávena
[ dia 7 ] - caverna
[ dia 8 ] - navio
[ dia 9 ] - contra
[ dia 10 ] - milfolhas
[ dia 11 ] - javali
[ dia 12 ] - jacaré
[ dia 13 ] - arara
[ dia 14 ] - sapateado
[ dia 15 ] - ouriço
[ dia 16 ] - novelo
[ dia 17 ] - dedal
[ dia 18 ] - jasmim
[ dia 19 ] - formiga
[ dia 20 ] - mindinho
[ dia 21 ] - alfazema
[ dia 22 ] - melancia
[ dia 23 ] - jarro
[ dia 24 ] - jardim
[ dia 25 ] - aurora
[ dia 26 ] - saltimbanco
[ dia 27 ] - órfão
[ dia 28 ] - nenúfar
[ dia 29 ] - persistir
[ dia 30 ] - parar
Outubro foi...
01/10. Dia mundial dos veggies.
02/10. Saída mais divertida de sempre! Bowling com o
Arlindo, ganhei eu. Ele ganhou o jogo dos discos (aquele que
é um campo de ar em que um disco vai de um lado para o outro).
03/10. Jantar de família da parte do avô materno. Somos
mais primos do que eu sonhava! Já sabia a minha família gigante
da parte do meu pai, não a sabia assim da parte da minha mãe.
04/10. Legislativas: assunto do dia, da semana, do mês.
05/10. Dias outonais, dias de mudança... Uma vez mais.
06/10. Ter de conduzir a quantidade gigantesca
de trabalho a um ritmo meio que acelerado.
07/10. Tentando capturar o meu lugar no horizonte ao fundo.
08/10. Ver algo a florir.
09/10. Não me importar nada vezes nada de chegar mais
tarde a casa. «Porque quando a gente quer mesmo, a madrugada
vira dia, quarta-feira vira sábado, e um momento vira oportunidade».
10/10. O meu quarto em casa do meu pai
sofreu uma renovação zen.
11/10. Orelhas-coração.
12/10. Lágrimas-coração.
13/10. Retomar de punho e de garra. Vencer medos.
Aniversário do Ti à beira-rio (quão eu gosto do rio ♥).
14/10. Imersão na confusão do mundo cor de rosa.
15/10. Servir-me do backup de chocolate negro
nos dias mais exaustivos.
16/10. Dia de corridas: levantar o kit da mini-maratona e
procura desenfreada por dois casacos para o inverno.
Paragem para almoço com a prima Lara no Frankie,
dar um olá ao Arlindo no final do dia e seguir para a
escola de condução marcar aulas. Chegar a casa exausta
mas com tudo o que tinha planeado para o dia conseguido!
17/10. Aperceber-me de que ter um dossier por semestre
resulta para a licenciatura mas é uma utopia em mestrado.
18/10. Mini-maratona!!! Finalmente o dia chegou!
Cerca de seis quilómetros feitos em quarenta minutos
sem parar. Agora é treinar para conseguir correr doze!
Um dia corro a meia.
19/10. Não ter a aula da tarde e ir estudar
para o Mc com a Nês, a Rute e a Rita.
20/10. Metáforas nos pacotes de açúcar que
adocicam o dia.
21/10. Ir para casa com o beijo de sorrisos parvos no rosto.
22/10. A selva.
23/10. Pintar as unhas à francesa da parte
da manhã (para quem nunca tinha pintado
antes, até acho que não me saí nada mal...);
esperar que o amor chegasse à tarde.
24/10. Dar com um prédio super cor de rosa!...
25/10. Trabalhar à secretária com o som da chuva a cair
lá fora, noite fora. Queridas memórias.
26/10. Apanhar a minha mãe a inventar um emblema
para me dar.
27/10. Dias ensonados. Mal abrir os olhos para
conseguir trabalhar, e o Yeti a ressonar aos meus pés.
28/10. Rir até mais não com a Nês e com
a Rute no caminho para casa.
29/10. Espírito de Halloween no melhor ginásio do
mundo - o meu, pois claro.
30/10. Jogar às cartas com amor.
31/10. Jantar de aniversário da Cata num Indiano-Italiano.
Gostar de uma janela por cima do restaurante
e fotografá-la porque sim.
31. Pé de Meia
Querendo fazer um pé de meia para ir à Escócia em breve. Ou não fosse, desde há uns anos - quando a professora de História A mostrou à minha turma do décimo ano fotos de babar de lá -, o top da minha viagem de sonho. E ainda por cima é onde agora moram os Jorges.
30. Sangria
Ao recusar beber mais do que um copo de sangria ao jantar, já houve quem me dissesse, elevando o jarro na minha direção, "devias trazer o teu copo e beber agora comigo. Sabes aquele dia em que eu queria estar contigo na festa e tu não foste, porque quiseste ficar no quarto? Agora devias vir beber comigo". A pessoa que me disse isto foi-se afastando progressivamente de mim no dia a dia (e claro que, posto isto, eu também me afastei)... Mas eu pergunto: é preciso chegar ao ponto de estar tocada pelo álcool para as pessoas que se interessam estarem comigo? De verdade? Julgo que não.
29. Sem Cerimónia
Nem oito, nem oitenta: não acho que seja sempre preciso fazer cerimónias, mas não fazer cerimónia não quer dizer que tenhamos de ser mal-educados... Como quando me ligaram da escola de condução a perguntar se tinha disponibilidade para uma aula às onze da manhã e, quando eu disse que não podia e ia continuar a falar - justificando o porquê de não poder nesse dia ("não posso, a essa hora estou em aulas") - a senhora do outro lado da linha simplesmente diz "então tchau" e desliga.
28. Adocicar
A tua semana começa a adocicar quando aguardas, expectante, pelo final da semana e ele cada vez mais perto. Quando em vez de contares os dias que faltam, contas as horas e a espera te parece menor.
27. Valsa
Disseste-me que sabias dançar valsa. Agora só sonho connosco, qual príncipe e princesa, no meio de um qualquer baile do mundo cor de rosa.
26. Nexo
Há interações que não têm nexo nenhum... Interações em que as pessoas não parecem estar minimamente ligadas umas às outras. No entanto, há uma insistência dolorosa em fingir a existência de laços - dolorosa porque tenho para comigo que das coisas que mais incomodam são laços vazios; a procura incessante de um ideal que já se percebeu não existir, e que então não passa de um fantasma, de um espírito invisível e disfarçado que nos ronda.
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