quarta-feira, 30 de setembro de 2015
30. Jogo
O jogo do silêncio consegue tornar-se um assunto tão sério que, no fundo da nossa grandeza - por vezes nada mais do que fingida -, acabamos mesmo por sentir-nos pequenos, pequeninos; tão frágeis, tão dependentes que nem conto.
29. Preencher
Algo que não admito em tempo algum é a ideia de comigo preencher lugares deixados vazios por alguém. De mim para esses vazios, apenas concedo em dar-lhes todo o amor quanto puder, e então (e por isso) ocupar um outro lugar: o meu.
segunda-feira, 28 de setembro de 2015
Mediação Familiar e Comunitária
Falecendo na aula de sistémica que escolhi para optativa. Eu toda contente por ter escolhido aquela que prometia mais ter de psicologia comunitária segundo o plano curricular, mas ainda só ouvi falar de relações conjugais, filhos e família. Não dou para isto. Para quando as aulas da parte que me interessa? Para quando o intervalo da aula de hoje?
domingo, 27 de setembro de 2015
(Está a Dar-me Uma Vontade Danada de Sair Já Daqui e Viajar)
Eis um dos objetivos de topo da minha vida (e que o é cada vez mais) do qual raramente falo. Mas ele está cá, oh se está. E bem demarcadinho.
27. Situação
Meto-me em cada uma que nem vos digo, nem vos conto. Eu e o meu coraçãozinho mole e cheio de fé leva-me muitas vezes a viver as situações sem me preocupar com o depois, dado o meu grande mote de querer ser o mais genuína possível quando acho que as coisas valem a pena. Claro que assim me formei mestre em ir lidando com uma ou outra desilusão que inevitavelmente vão aparecendo - estratégias para isso não me faltam e geralmente dou bem a volta às questões. Já no que toca à prudência em evitá-las... está (quase) quieta - os progressos são lentos, lentinhos.
26. Pacientemente
Uma bruxa a fabricar as suas poções aguarda pacientemente até que as suas fórmulas se tornem mágicas. Fica ali, a vê-las borbulhar, e sabe que depois de todos os ingredientes juntar, não tem mais a fazer que não esperar. Como é que não nos lembramos disto na realidade? A magia dos nossos planos e sonhos é como água a fervilhar na panela: depois de ligar o lume, há que aguardar até que esta atinja o ponto. Ligar o lume não é suficiente para a água ficar quente - há que deixá-la ferver.
Que Coisa Estranha e Esquisita Que é Crescer
Aquele momento em que me sinto velha ao ir à pasta do segundo semestre do segundo ano da faculdade tirar informações para fazer um trabalho do quarto ano. Mas eu já estive no segundo ano? Ainda não meti na cabeça que o tempo está a passar.
sexta-feira, 25 de setembro de 2015
25. Rodopio
Quando a vida der um rodopio, é legítimo que, ficando virado/a para o lado que então sintas errado, também tu rodopies numa outra direção. E assim lhe vais dando o baile.
Morning Will Come And I'll Do What's Right
«Turn down the lights,
Turn down the bed,
Turn down these voices inside my head
Lay down with me,
Tell me no lies,
Just hold me close, don't patronize me
'Cause I can't make you love me
If you don't
You can't make your heart feel
Something it won't
Here in the dark
These final hours
I will lay down my heart
I feel the power but you don't
No, you don't
'Cause I can't make you love me, if you don't
No, you won't
I close my eyes
I won't see
The love you don't feel
When you're holding me
Morning will come and I'll do what's right
Just give me 'til then to give up this fight
And I will give up this fight
I found love darling,
I found love darling,
I found love darling,
I found love darling, yeah
I found love darling, darling, darling
Love in the nick of time
I found love darling, yeah
Love in the nick of time»
We Live Through Scars This Time // But I've Made Up My Mind
It's time to go, the engine's running
My mind is lost,
We always knew this day was coming
And now it's more frightening than it's ever gonna be
We grow apart,
I watch you on the red horizon
Your lion's heart
Will protect you under stormy skies
And I will always be listening for your laughter and your tears
And as soon as I can hold you once again
I won't let go of you, I swear
We live through scars this time
But I've made up my mind
We can't leave us behind anymore
Your hands are cold,
Your lips are turning blue, you're shaking
This fragile heart,
So heavy in my chest, it's breaking
And in the dark, you try to make a pay phone call to me
But you're miles away,
You're breaking up, you're on your own
It's hard to take,
I need an hour just to say hello
But I can't make the truth of this work out for you or me
And for all the pennies in your pocket
We barely get a second just to speak
We live through scars this time
But I've made up my mind
We can't leave us behind anymore
We'll have to hurt for now
But next time there's no doubt
'Cause I can't go without you anymore»
quinta-feira, 24 de setembro de 2015
24. Vontade
Hoje descobri-me mais à vontade perante os receios que em mim criei. Hoje descobri-me mais dona de mim.
(❥ A Cata Enviou-me Isto ❥)
«Há dias em que escolhes uma vírgula, porque queres dar uma nova oportunidade.
Há dias em que escolhes reticências, porque confias em dar tempo ao tempo.
Há dias em que escolhes um ponto final, porque decides não te demorar (mais) onde não te podem amar.
E há outros em que vais mesmo escolher virar a página, porque aprendeste a repetir baixinho, para ti mesma: gosto muito de mim.»
- in Às 9 no meu blog
quarta-feira, 23 de setembro de 2015
(In)
(In)Significantes. Somos todos significativos ainda que com as nossas falhas por dentro - essas nossas insignificâncias.
23. Paixão
- Diz-me: cederam à paixão?
- Não.
- Bom, assim sendo, se ainda não o fizeste, está na hora de abandonar o barco.
- Não.
- Bom, assim sendo, se ainda não o fizeste, está na hora de abandonar o barco.
22. Alambuzar
Ontem alambuzei-me com uma sobremesa que não estava nada à espera de gostar tanto: mousse de limão. Era ver-me com a colherzinha a raspar todos os restinhos que ainda encontrava agarrados à taça de vidro. Ando pouco gulosa, ando.
21. Teoria
Nos debates teóricos, no que toca a perspetivas, nenhuma é irrevogavelmente incompatível com uma outra - o que interessa é compreender a razão de ser de cada perspetiva. Elas não se anulam: estão lado a lado. São verdades que estão lado a lado. Há verdades lado a lado porque cada coisa é necessariamente verdade dentro da sua própria perspetiva.
Do Início do Mestrado, Round II
A matéria oficialmente arrancou. As aulas tornaram-se mais exigentes. Pensamos e fazemos mais. Refletimos acerca de nós mesmos, da nossa prática futura, e aos poucos aprendemos pequenas coisas de como tudo terá de ser feito e gerido por nós. Estou a gostar mil vezes mais do mestrado do que da licenciatura, mas mil vezes mais. Sinto-me cansada e ainda agora tudo começou; no entanto, é um cansaço fundamentado e que sinto como resultado de ter estado a fazer coisas que são e serão verdadeiramente úteis. Não houve uma única vez até agora em que tenha terminado o dia sem sentir que cresci mais um bocadinho enquanto pessoa, estudante e enquanto profissional que pretendo vir a ser. Acima de tudo, estou a amar a sensação.
domingo, 20 de setembro de 2015
19. Perguntar
Desmistificando ditados populares: «perguntar não ofende» uma ova. Há retóricas ofensivas.
18. Utopia
«The burning desire
To live and roam free
It shines in the dark
And it grows within me
You're holding my hand but you don't understand
So where I am going, you won't be in the end
I'm dreaming in colors
Of getting the chance
Of dreaming of trying the perfect romance
The search of the door to open your mind
In search of the cure of mankind
Help us we're drowning
So close up inside
Why does it rain, rain, rain down on utopia?
Why does it have to kill the ideal of who we are?
Why does it rain, rain, rain down on utopia?
How will the lights die down, telling us who we are?
I'm searching for answers not given for free
You're hurting inside, is there life within me?
You're holding my hand but you don't understand
So you're taking the road all alone in the end
I'm dreaming in colors, no boundaries are there
I'm dreaming the dream, and I'll sing to share»
17. Adiar
Adiar, uma ação que há que aplicar com sabedoria. Implica um atento balanceamento dos pratos prioridades e oportunidades.
16. Ver
Ver não é imediato. Ver implica todo um conjunto de processos que se encaixam e impulsionam uns aos outros, desde a deteção dos estímulos à sua interpretação. Ver é algo a que se chega, mas que leva o seu maior ou menor tempo - o seu tempo próprio.
15. Escrever
Planeando o encaixe do desenvolvimento das minhas ideias para livros num espacinho dos meus dias, que de repente exigem uma nova organização - que, se fosse como de antes se regiam, diminuíam de tamanho. Tem de haver um espaço para escrever em mim, na minha vida, ou o mundo perde em valor.
Mestrado e a Primeira Semana de "Aulas" (a.k.a. Apresentações)
Quatro artigos para ler obrigatoriamente esta semana: check.
Cinco artigos para ler só numa de adiantar trabalho, não vá o diabo tecê-las e termos de fazer um poster sobre eles: in progress.
Dois artigos para ler assim que possível: stand-by.
(Foi Após Pintar as Unhas de Rosa)
Nunca tinha acontecido coisa assim: cheira a algodão-doce na minha rua.
segunda-feira, 14 de setembro de 2015
domingo, 13 de setembro de 2015
13. Sem
- Vivi cem expectativas.
- Sem expectativas?
- Não. Bastou-me um pormenorzinho e vivi cem. Quando digo cem, digo cem número.
❀ dia pê ❀
(Muitas danças: ao levantar, ao caminhar, ao deitar.
Muitas danças para celebrar, e também só porque sim.
Dança - dança da forma que te fizer feliz!
Parabéns, parabéns princesa pê!)
sábado, 12 de setembro de 2015
Três (Maravilhosos) Anos de Cinco - do Começo ao Recomeço
![]() |
| (Atenção: ignorar a frase da imagem, que em nada se coaduna com o que aqui vou escrever - apesar de, com o passar dos anos, ser real a crescente quantidade de trabalho e de responsabilidades) |
Vi esta fotografia e só me deu vontade de chorar - chorar de saudades. Não estava nada à espera que usassem uma fotografia do meu ano de caloira para fazer uma montagem da Rede, e... de repente, dei por mim assaltada pela nostalgia ao mirá-la; a reviver um momento atrás de outro daquilo que já foi o meu percurso na faculdade... Principalmente ali: na minha faculdade.
Lembro-me de estar prestes a terminar o terceiro ano e pensar "já lá vão três anos, mas parece que foram cinco. Foram muitas vivências em pouco tempo!... Quão fantástico isto é?! É lindo, lindo." Efetivamente, se pensar em tudo o que ocorreu neste período que passou só consigo esboçar um sorriso enorme, pois tenho toda e a total certeza: vivi muito e intensamente. Julgo que não ficou mesmo nada por fazer - ou, por outras palavras, nada que tivesse feito diferente. São anos que, ao pensá-los, ordenam firmemente um "não lhes toques" de imediato, como se de um tesouro intocável se tratassem (e tratam-se). São, foram anos que não troco por nada de nada e que, como tal, justificam a visita de lágrimas simultaneamente felizes e tristes ao focar esta imagem. Felizes porque, bem, aconteceram; tristes porque... como assim não voltam a acontecer?
Por outro lado, e enquanto estive tão embrenhada a ver e fazer acontecer estes anos... A licenciatura já se foi. Percebem o peso disto?! Três dos cinco anos deste meu pequeno grande sonho já lá vão! TRÊS anos!... Como é que é possível já terem passado três anos? Eu já estar licenciada?! O mestrado estar mesmo aí à porta?! Quando é que o tempo passou por mim, que eu mal dei por ele??!
Talvez uma das coisas que tenha a retirar deste tempo seja mesmo que o tempo não interessa para nada, mas o que acontece enquanto ele ora se demora ora se evapora. Isso. E, por isso e entretanto, estou mesmo a viver um sonho. Não só o que idealizei para mim, mas todo aquele que vai acontecendo sem eu o prever ou planear, e em muito graças às/com as pessoas que tenho ou fui tendo ao lado (mas que, seja como for, sempre terei dentro de mim).
A partir de segunda-feira... A partir de segunda-feira há mais, mais um marco: o mestrado. O mestrado vai mesmo começar! Os receios obviamente que cá estão, mas a vontade que este importante caminho comece a traçar-se também. E amando o meu curso, a minha faculdade e as minhas pessoas como amo, de uma maneira ou de outra depressa (re)descobrirei que tudo se faz - é uma questão de se apanhar o ritmo da carruagem; e, com certeza, tudo valerá (mais do que) a pena. Vamos lá!
10. Tuta-e-meia
Redescobri a comida fast food no Burguer King: os bacanos têm lá à venda um beanburguer. Isso mesmo: um burguer de feijão (viva as opções vegetarianas, viva)! E, meus amigos, é tãoooooo bom!... A desgraça. Bom, isto para dizer que estava eu no Burguer King toda contente da vida a ser gorda quando começo a notar que, nas várias mesas em meu redor, quase toda a gente estava a comer um gelado (dito) "natura" com cone. Fiquei um pouco intrigada com tal fenómeno, pois tal como no McDonalds, o Burguer King dispõe de toda uma legião de aparentados de Sundaes e McFlurys, entre outras gulodices várias. Ao voltar a passar junto aos balcões, lá vi um cartaz a anunciar o gelado "natura" em cone por cinquenta cêntimos. "Ok, tudo bem, as pessoas pedem muito este gelado por ser barato", pensei para mim, resolvendo-me a deixar o assunto de lado. Contudo, foi à saída que realmente percebi tudo. Ao olhar para trás, no vidro junto às portas vi um outro cartaz a anunciar um gelado igualzinho ao "natura", só que com doce de leite por dentro do cone; mais uma vez, por uma tuta-e-meia: um euro.
09. Solução
As soluções e a criatividade são namoradas, primas e casadas. Até aquelas a que se chega por intermédio de cálculos numéricos ou instruções passo a passo: alguém foi criativo o suficiente para inventar tais instrumentos um dia.
08. Segurança
Todos temos inseguranças, correto? Correto. E, na amizade, quando se juntam um e outro, as pessoas sentem-se mais seguras, não é? Pois é. Então, estava a pensar no quão matematicamente poético é perceber que, ao se juntar a insegurança de um com a insegurança do outro, o prefixo que dá nome ao medo se anula.
07. Supermercado
Aconteça o que acontecer depois (no efetivo regresso), o regresso às aulas é sempre giro na altura de ir ao supermercado abastecer-nos com os novos materiais. Isso, e quando se arruma o quarto a fundo para reorganizar todas as prateleiras, gavetas e caixinhas - adoro, adoro, adoro.
06. Desabafar
Um dos males de ser de psicologia é que, às tantas, quando desabafo com alguém, sei conscientemente que o grosso do que procuro é que entendam o que me dói, que estejam um bocadinho comigo na dor; que não precisam propriamente de me dar uma solução, mas simplesmente mostrarem que estão a meu lado - isso já me faria bem. É um mal porque, muitas vezes, aquilo que a pessoa faz em piloto automático é "desvalorizar a situação" - isto é: começa logo com discursos motivadores. E tu, que adoras a pessoa, confias nela e tudo mais, ficas sem saber bem o que dizer, pois sabes que as palavras que ela te dirige são com a melhor das intenções mas não adiantam de muito por agora. Tudo o que querias era que escutassem o teu fundo.
05. Ombro
Os ombros seguram-nos os braços mesmo que descaídos; agarram a estrutura das costas mesmo que curvada. A nossa e a dos outros.
A expressão "ombro amigo" faz tanto sentido.
04. Alinhavar
Aviso: somos pessoas. Não alinhavamos planos - não no sentido literal da palavra (isto é, retos). Alinhavamos curvas e contracurvas em nós: ideias para aqui, ideias para acolá; um modo de ser para este lado, outro modo de ser para o outro. Poderão, além disso, ocorrer reações espontâneas espetadas numa direção qualquer.
03. Simples
Um simples "sim", um simples "não" - ditos pelas pessoas certas, o poder que eles não têm?!
02. Visita
Eu sou aquela menina que, na semana passada, quando visitou a faculdade por causa das inscrições no primeiro semestre, ao notar as remodelações estéticas do bar devido ao oficial regresso dos senhores Pedros, começou a apontar para elas com um sorriso de uma ponta à outra da cara e com um encanto imenso. Eu sou aquela menina que de idade pode ser adulta, mas que mantém o fascínio de uma criança.
quarta-feira, 9 de setembro de 2015
Das Coisas Que a Memória Apagou
Só ontem soube que tive um grilo de estimação em pequena, dado pelo meu pai (se a memória da minha mãe não falha, mas não me espanta que efetivamente tenha sido ele a dar-mo). Não me lembro do bichinho, mas diz que o tive. Foi, porém, sol de pouca dura. Resolvi abrir a portinha da gaiola do grilo estava a minha mãe a conduzir e, passado um bocadinho, disse:
- Mãe, olha quem está aí a teu lado.
Conta-se que o susto valeu a minha mãe virar o volante para o sítio errado e bater num obstáculo de pedra. Incapaz de mover o carro dali com o grilo à solta no carro, a minha mãe aproveitou uns momentos em que eu estava distraída para esmigalhá-lo, fechando a janela quando ele estava meio dentro, meio fora do habitáculo.
- O meu grilo? - perguntei, quando voltei à Terra.
- Olha! Fugiu...
O que as pessoas fazem quando entram em pânico!... Vale é que acreditei serenamente na desculpa que me foi dada e não mais me preocupei na altura. Mas... Pobre grilo (preocupei-me agora, para compensar)...
segunda-feira, 7 de setembro de 2015
Amor é Isto
Quando o teu irmão chega a casa e a primeira coisa que procura é consolo num abraço apertado teu.
terça-feira, 1 de setembro de 2015
Estão a ver aquela do "não penses em elefantes" e depois pensas? Digam-me "não fiques tão nervosa" que funciona mais ou menos da mesma forma. É uma coisa gira mas gira. Ou seja: não é por alguém dizer (e até podemos ser nós mesmos a dizê-lo a nós mesmos) "não penses nisso" ou "não te sintas assim" que o pensamento ou a emoção vai desaparecer magicamente. A (tentativa de) supressão (tentativa porque o bichinho fica-nos cá na mesma; ignorar passa por, na verdade, fingir que uma coisa que ali está não está) nunca funcionou muito bem, pois não? Quem foi o espertinho que inventou o "não penses nisso"? É que acho mesmo que não é por aí.
"Caixa das Palavras" de Setembro
[ dia 1 ] - tradição
[ dia 2 ] - visita
[ dia 3 ] - simples
[ dia 4 ] - alinhavar
[ dia 5 ] - ombro
[ dia 6 ] - desabafar
[ dia 7 ] - supermercado
[ dia 8 ] - segurança
[ dia 9 ] - solução
[ dia 10 ] - tuta e meia
[ dia 11 ] - cuidar
[ dia 12 ] - adjuvar
[ dia 13 ] - sem
[ dia 14 ] - serenidade
[ dia 15 ] - escrever
[ dia 16 ] - ver
[ dia 17 ] - adiar
[ dia 18 ] - utopia
[ dia 19 ] - perguntar
[ dia 20 ] - calmaria
[ dia 21 ] - teoria
[ dia 22 ] - alambuzar
[ dia 23 ] - paixão
[ dia 24 ] - vontade
[ dia 25 ] - rodopio
[ dia 26 ] - pacientemente
[ dia 27 ] - situação
[ dia 28 ] - reter
[ dia 29 ] - preencher
[ dia 30 ] - jogo
Agosto foi...
01/08. Regressos a casa com lindas memórias.
02/08. Matar saudades e correr à esplanada com a Rute
por (alegou-me ela e a Nês) ser urgente pôr-me a par das últimas.
03/08. O dia em que voltei a ver a Cláudia, o dia em que voltei
a ver a Cláudia; a Cláudia regressou e eu vi-a, finalmente!...
Velhos lugares com velhos amigos. A Andy também apareceu.
04/08. Caminhadas rumo à praia e à companhia
da Nês, da Rute e do Jorge.
05/08. Arrancar no estudo de código.
06/08. O meu pequeno refúgio. Deixar o cântico
dos pássaros acalmar os apertos no coração.
07/08. Algodão no céu (valha-me o algodão no céu).
08/08. Florir. Estar amarela mas em flor.
09/08. Jantares na varanda. Toldos de
barco pirata.
10/08. Surpresa do mano: sobrou-lhe
dinheiro de uma prenda dos anos
e quis dar-me um miminho. ♥
(Vamos lá sobreviver ao mestrado?
E a todos os amarelos dos dias que
possam surgir?)
11/08. Cinema com a mãe e mensagens
importantes (podemos nem sempre conseguir
que as coisas sejam como queremos... o que
não quer dizer que não sejam fantásticas).
12/08. Almoço no chinês-japonês com a Cláudia, Andy e Tchiquipi
seguidinho de uma voltinha à Parede com chás à mistura.
13/08. Quanto tempo demorarás a encontrar
a tua paz? As tuas respostas?
Procurar ajudar um amigo.
Procurar conhecimento e espiritualidades.
fosse para fazer a vez do dia no Project 365.
Teve de ficar esta, e não ficou nada mal.
Jantar de despedidas dos Jorges.
15/08. Agni em andar de chinelos é
qualquer coisa do outro mundo. Além disso,
fico super catita.
16/08. Um moranguinho pintado
nas visitas a casa da avó.
17/08. As carruagens vão vazias, mas o meu coração
vai cheio.
18/08. Aula de abdominais em grupo. Diz que é
para pôr a barriga a brilhar.
19/08. A cozinha é dos manos.
Veggie sapiens sapiens versus
Omnivoru sapiens sapiens.
20/08. Tentar pintar o vento com palavras.
21/08. Segunda visita ao chinês-japonês, desta vez para
celebrar o décimo sétimo aniversário do primo.
22/08. Mergulhar sem esquecer de nadar.
23/08. Raízes secas e paredes rachadas.
24/08. Praia combina com bolachas pipoca.
25/08. Por caminhos de Tavira.
26/08. Sim, eu sou a pessoa a que chamam de
louca por fazer apontamentos de código. Eu
estudo assim.
27/08. Fins do dia do fim de férias.
28/08. Terceira semana consecutiva a manjar
no chinês-japonês da vila (eu devia ser promovida a
cliente do mês), desta vez na companhia do Ti, da Necas
e da Cata. Segue para o bar e todo o Spot está reunido de novo,
pois a Nês e a Rute juntaram-se a nós nesta altura.
Finalmente! Que saudades. ♥
29/08. Conhecer a Buffy e o Spike, os novos bebés da família,
estes a morar em casa do irmão do meu padrasto. Esta é a Buffy, a
bebé-amor que procura propositada e constantemente o colo das
pessoas na hora da sesta.
30/08. Dia de ser gorda e comer tudo o que me apetecer.
31/08. Dia da primeira aula de condução.
Cuidado que agora anda uma Maria por aí.
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