domingo, 23 de novembro de 2014

O Amor, Parte ∞

23. Convidar

Os convites mais bonitos podem ir de ver as borboletas a tomar um simples café, testemunhei-o vezes sem conta na primeira pessoa. Importa quem a acompanha.

22. Interesse

É-me puro interesse; ou seja: interessa-se verdadeiramente ou está só a ser interesseiro?

(Deu para perceber a diferença do que queria dizer? Deu?)

(Le Me Crying, and Crying, and Crying)

Reasons Why I Love OUAT #4

Reasons Why I Love OUAT #3

Reasons Why I Love OUAT #2

Sobre o Mestrado

Voltámos à estaca zero. Então não é que acabaram esta semana as aulas de Sistémica nas aulas de Clínica e não gostei senão de uma aula? Uma aulazinha? As minhas pessoas são testemunhas da minha mágoa e revolta: foi ver-me a variar entre cara de chateada, desapontada e preocupada vezes e vezes sem conta. Foi demasiado façam grupinhos e discutam este tema para o meu gosto, e houve tanto mas tanto foco na família que enjoei. Não me interpretem mal: eu gosto da generalidade dos temas de que se fala em Sistémica, acho-os interessantes... Mas tudo tem um limite e, por amor da santa ou o que vos valha, foi tudo muito família para aqui, família para acolá. Intrigada com isto e aproveitando a onda de estarmos no período de defesa de teses de segunda fase, Maria pega nos pézinhos e vai cuscar o placard onde estavam os temas de tese por defender afixados. Gostei para aí de dois temas de Sistémica se tanto, enquanto que dos de CC gostei de morte de todos os que vi. Mais: faz para aí três ou quatro dias em que fui ao site da faculdade explorar as fichas de unidade curricular destes dois núcleos de Clínica (não sei como é que ainda não tinha feito isto). Adivinhem lá: fascinei-me pelas fichas de CC, pasmei-me com as de Sistémica - credo que 80% dos nomes das unidades curriculares chamam família à baila!... Opá, não. Não. E para melhorar, na aula de Sistémica de que gostei (ah ah! pensavam vocês que essa dita aula só tinha sido coisas boas? não senhora) diz a professora assim: nós não fazemos só terapia de grupo ou de casal, também podemos fazer terapia individual; como a maior parte dos problemas que as pessoas trazem para consulta são relacionais, nós temos preparação para intervir. Então e quando os problemas não são relacionais? Como é que é no caso de uma fobia, por exemplo? Sistémica permite-me ter verdadeira legitimidade para fazer alguma coisa? Mesmo que sim, em casos como este só me faria sentido ver o indivíduo num sistema de crenças acerca da tal fobia e, assim sendo, no fundo não estou senão a usar a teoria do Ti mudando-lhe as palavras (nota: o Ti é de Cognitivo-Comportamental e está a fazer doutoramento numa das teorias mais geniais que há por aí, escrevam o que vos digo). Para quê chamar a toda a hora o sistema relacional com a mãe, o tio, o amigo, o professor, o vizinho, o whatever à conversa? Em alguns casos até poderá fazer sentido... mas não em todos.
Adorava fazer parte de um projeto comunitário - digo-vos: adorava! Mas ser formada principalmente nisso? Não - não é isso que eu quero. Sei que, escolha o núcleo que escolher, vou ganhar umas coisas e perder outras... e que ambos os núcleos me puxam por razões diferentes. Contudo, pesando os ganhos e as perdas na balança, prefiro perder a parte familiar e comunitária para já do que a parte do indivíduo. Se no futuro achar que o assunto me interessa novamente, faço formações à parte só para descansar o coração. Aliás: já estou ali a mirar um curso em Intervenção Comunitária do CRIAP e, como esse, outros semelhantes haverão por aí. Ah, sim: de Sistémica o que me vai custar verdadeiramente de abdicar é a parte Comunitária. Essa e só. O resto é-me mais comeci começá (ou lá como se escreve).
Por isso, sim: devo escolher Cognitivo-Comportamental. Algumas coisas vão-te custar, Maria. Olha, pois vão. Ser Psicóloga não é suposto ser uma profissão pintada a cor de rosa. Mas tu és cor de rosa, Maria. Pois sou, mas seja que núcleo for aquele que estiver em causa tenho de aprender a destrinçar o pessoal do profissional o mais possível. Se CC me requer um pouco mais de esforço do que Sistémica, está bem, vamos a isso - aceito o desafio se é por algo que me faz sentido. Como a Rute disse, é integrar os meus conhecimentos naquilo que eu sou, não tenho de deixar de ser quem sou nem como sou, só tenho de saber gerir o que se mostra e não mostra em consultório. Ninguém nasce ensinado, lamento. Por isso é encher-me de coragem, respirar fundo e seguir mesmo que a tremer. E - vendo bem as coisas - muito, muito sinceramente? Ir para Sistémica e depois faltar-me a parte do indivíduo por si só dói-me ainda mais, acima de tudo o resto. Quando me imaginei em Psicologia pela primeira vez imaginei-me num consultório com uma pessoa. Uma. E foi com esse sonho que concorri e entrei na faculdade em que estou. Depois é que começou o interesse crescente e repartido por outros horizontes, em especial devido ao professor Wolfgang - esse professor como não me há nenhum até agora, já disse noutro post. Aliás: quando entrei na faculdade fugia da ideia de fazer terapia de casal a sete pés. Só com Pragmática da Comunicação Humana é que comecei a achar que talvez não fosse assim uma coisa tão má quanto isso. Mas a questão é: é isso o que eu quero estar a fazer daqui a 5 anos? Disse-me o Ti para eu pensar nisso, no que quero estar a fazer quando acabar o estágio académico e da Ordem, e a resposta é não. O que quero estar a fazer daqui a 5 anos é estar com alguém em consultório, uma pessoa só - tal e qual desenhei ao entrar para a faculdade. Por muito que, de momento, possa recear ainda ter muito caminho para andar - principalmente a nível pessoal, de estômago -, vale-me nunca ter sido pessoa de desistir facilmente seja do que for por muitas as lágrimas, de ser garras e unhas e unhas e garras para com os meus sonhos. Repito: também gosto da parte comunitária, mas não é através disso que quero caminhar para Mestre. 
Para quê então um post tão grande a falar da luta entre duas áreas se já te decidiste, Maria? Ora nem mais: ainda estou a consciencializar tudo isto. Estou a fazer um luto por Sistémica e por tudo aquilo que já tinha pensado acerca do núcleo e que afinal não é tão giro assim (as expectativas são lixadas, as expectativas são lixadas - o mundo bem que avisa) e estou com medo de não me dar bem em CoCo embora seja para aí que mais inclinada estou - é isso um risco que vou ter de correr vá eu para onde vá. Serve este texto enorme, além da óbvia recordação de momentos em estado revolto, para ir integrando a situação - os receios e os sonhos, as razões e as paixões, os fascínios e as desilusões, os amores e os desamores; para organizar tudinho direitinho através do meu outro Amor maior, esse sem dúvidas nem sombras dessas fulanas - a escrita.

21. Pensar

Um dia trocamos as noites gastas a pensar sob lençóis; fugimos para a varanda e pensamos antes sob as estrelas, sim? Iremos procurar-nos através de pontos de luz espalhados no céu em vez de nos notarmos a falta entre paredes escuras. Se é para pensar: que tentemos ser brilhantes.

20. Solilóquio

Por vezes, dialogar para ninguém que não nós próprios bem que pode ser um sinal de sanidade; por vezes, quem é maluco é quem não o fizer.

19. Vulgar

Vou contar-te uma coisa, meu amor: dê-te quem te dê a mão, nunca te saberá a um gesto vulgar. Ora estranharás a textura da pele e tentarás perceber porque mexe contigo essa alma que te toca e que nunca sonhaste existir, ora sentirás que todos os teus batimentos cardíacos foram salvos de repente num simples entrelaçar de dedos - sintas fugir-te o peito, sintas que tudo voltou ao lugar onde tinha de estar, ficarás com a sensação de que te agarraram ali todo o mundo num só segundo, que o teu reino também tem guarda além do rei que és tu e dos sonhos que nele governas.

18. Flexibilidade

Os aniversários dos cães estendem-se de sete em sete e, nessa lógica, o Yeti fez vinte e um anos de urso fofo e felpudo. A minha madrinha apresentou a tese sobre problemas de sono em adolescentes com dor crónica com uma perna atrás das costas e teve dezassete. À semelhança de tantos outros grupos de Psicometria desesperados, o meu grupo passou o dia to-do a cotar protocolos da WAIS e da WISC porque o tempo escasseava - nem fomos às aulas - mas o tempo rendeu e conseguimos chegar quase ao final dessa demanda (quando entregámos o trabalho dois dias depois foi a festa, a sensação de dever cumprido em orgulho e confetis, deviam ter visto). Dia dezoito foi dia dos ginastas e vocês não sabiam.

sábado, 22 de novembro de 2014

17. Fotografar

- Sabes como se captura o amor numa fotografia?
- À fotógrafo ou à minha maneira?
- Bem... o fotógrafo fotografa à sua maneira.
- Então sei: fotografando-te, é claro.

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

"Ser Vegetariana" em:

Piada inventada pelo Ti em três takes.

Take 1:
- Qual é o bolo favorito da Maria?
- ...
- Mil folhas!
- AHAHAHAHAHAH!

Take 2:
- Qual é o bolo favorito da Maria?
- ...
- Mil folhas!
- ...
- ...
- Ah! Por a Maria gostar de escrever?
- Não... Por ser vegetarina.
- ... Ah! Ahahah! Estou a ver!

Take 3:
- Qual é o bolo favorito da Maria?
- ...
- Mil folhas!
- AHAHAHAHAHAH!
- ...
- Então e tu? Não te ris?
- ... Sim, é o mil folhas! Mas porquê? Por causa do rapaz das fotocópias?
- ... Não! Por ser vegetariana!!!
- Ah! AHAHAHAHAH!

16. Originalidade


Vem: vamos fazer das cordas que nos suspendem baloiços; do que se entretém a vulgarizar amarras: algo de extraordinário que nos entretenha.

Escrever é

domingo, 16 de novembro de 2014

Pela Porta, Pela Janela

Acabei de me aperceber que o título do meu blog vai além daquilo que eu tinha pensado inicialmente para ele. À parte da tentativa de referência aos vários ciclos que ocorrem entre o Sol e a Lua - isto é, aos vários ciclos que fazem os dias - também pode ser como que um pedido: Entre o Sol e a Lua... Entre o Sol e entre a Lua. Sim!... Eles que entrem, eles que entrem!

15. Subtil

Areja a cabeça - mas cuidado ou ainda congelas dentro de alguma ideia. Não te exponhas por muito tempo aos sete ventos: continua a atiçar a lareira lá de casa - para que não tragas, simplesmente, o exterior para o interior sem nunca o envolveres no teu toque, no teu calor. Para que por dentro não faça frio e o inverno não chegue ao lugar entre o teu teto e o teu chão. Se te chegar o inverno: haverão espirros; havendo espirros, no final deles todos ficar-te-à uma comichãozinha no nariz - uma subtil comichãozinha no nariz, muito levezinha... Mas penetrante o suficiente para chatear.

14. Espaço


Haja espaço para mas não entre abraços, por favor.

13. Tratar

- Pronto. Estás (con)tratado.
- Cheio de tratados dos pés à cabeça, não é?
- Convenhamos.


De Tempos a Tempos

Versão Sol

Versão Lua

12. Sumo

Espremer a alma para dela sair o sumo pode dar dois ou três de muitos resultados: é ele muito, é ele pouco; é ele ora ácido ora adocicado; no limite, pode até ser intragável - por já ter azedado o fruto ou por parecer haver mais açúcar que fruto. Nunca se saberá bem.

11. Cantar

Foi na balada que escutou a saudade a cantar... 
Ficou abalada.

terça-feira, 11 de novembro de 2014

10. Rodapé

As paredes têm pés, e ainda por cima estão constantemente a dançar, se vires bem. Olha: olha só a roda que sabem fazer com essa roda que vestem. Se um dia te encurralarem no meio de uma qualquer (an)dança, não te acomodes a um vacilar: ensina-te valsa.

Mensagem em rodapé: esta foi forçada (you don't say?!)...


09. Mão Cheia

Nem é preciso teres as duas mãos. Nem é preciso teres uma, sequer. Basta aconteceres para teres mãos, mesmo não tendo. Em caso de ti, tens, mesmo não tendo, nem que uma mão.
Porque se sonhos agarrados, punhos cerrados. Estás pronto: esbofeteia medos.

08. Desenhar

Na aflição de não ver por onde se possa seguir: desenhar. Criar caminhos.
Hás de ver-me a desenhar para não chorar... E hão de ser sempre coisas bonitas.

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

07. Improvisar

Eu e os posts de improviso, escritos na secção das notas do telemóvel: o guião do costume.

06. Ceder

As pernas a tremer, os músculos a ceder. Nós a cairmos e a esfolarmos os joelhos pelo que queremos - a ajoelhar-mo-nos perante o que queremos.

05. Saber

Sei aplicar a WAIS relativamente bem dentro daquilo que é esperado para uma aluna de licenciatura - descobri-o. Sei que quase toda a gente sai abalada da aula de quarta-feira no hospital e que não sou só eu - descobri-o também. E sei que, com alguma insistência para comigo mesma, consigo falar para a turma sem que o peito me fuja a mil à hora após terminar o que tenho para dizer - tenho vindo a verificá-lo.
Sei - sempre soube, ainda que por vezes me esqueça - que não são as dificuldades de percurso que impedem, por completo, a chegada à meta.
Sei o teu nome... sei que mo disseram. E sei que ainda tenho de perguntar-to. Sei que consigo destrinçar muito bem entre o que é apaixonar-me pelos contos de fada que construo e gostar de uma pessoa, e que nisso deixaram de me ver tão ingénua. Sei, ou estarei mais perto de saber do que antes, que o meu maior problema não está no construir trezentos e cinquenta castelos mas no depois vê-los cair.
Sei que há pessoas e pessoinhas e que até agora me soube rodear de pessoas - pessoas a sério, com corações a sério. E sei - vim a saber com o tempo - que tenho um coração que não precisa de mudar nem um milímetro para que gostem dele. E que não vale a pena gastar muitos recursos - ora cardíacos ora cognitivos - com o que já não se gosta.
Sei que tenho pontos a melhorar (e muitos outros para adquirir) - mas que humana seria se não tivesse?
Sei, sei, sei.

04. Ressentir

Travei antes de sentir a queda (na tentativa de não sentir a queda) quando depois a própria travagem me fez ressentir o precipício que me parou a princípio. Estou a tremer e nem caí, estou a tremer e a sentir o estômago a cambalhotas, a rebolar andares abaixo de mim e para fora de mim. 
Detive-me. Detive-me a tempo de dar o passo em falso e, no entanto, estou para aqui petrificada porque estive a uma nesga de sentir tudo o que tentei impedir-me de sentir. E então imagino-me a falta de chão. Imagino-me a afundar no céu. Tudo ali tão, tão perto e só à distância de um passo.
Não fui capaz de fazer nada e por isso estou para aqui a re-sentir-me na escarpadura dos batimentos cardíacos. Re-sinto saudades, re-sinto carinho. Re-sinto o incógnito de todos os declives, de todas as vénias perante algo que se aposta ser importante: é a queda versus voo.

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

03. Tigela

Eu bem disse que esta semana ia ser para variar, e quando o disse devia ter previsto consequências graves se não o fizesse; são onze da manhã de segunda-feira e já estou a rogar pragas por me ter mantido fiel às torradas e ao copo de sumo de laranja. Vejo agora que precisava era de ter comido uma tigela de paciência ao pequeno-almoço.

domingo, 2 de novembro de 2014

02. Fantasiar

- Para de fantasiar! Já não tens idade para isso.
E ela tirou o fato de bruxa.

01. Variar

É o amor quando as pessoas variam o tema de conversa sem ainda assim pararem de dizer a mesma coisa lá no fundo, fundinho (gosto de ti; gosto de ti; gosto de ti).
O tema desta semana vai ser variar, está bem? Sair da caixa e trazer para dentro dela tudo o que de novo se encontrar no final de cada momento...
Posso trazer-te num cantinho de mim para casa? Posso? Dás-me um bocadinho de ti para aquilo que sou? Aceitas um bocadinho de mim para aquilo que és?

I'm (Really) Thinking Out Loud


«When your legs don't look like they used to before
And I can't sweep you off of your feet
Will your mouth still remember the taste of my love
Will your eyes still smile from your cheeks

Darlin' I will be lovin' you
Till we're seventy
Baby my heart could still fall as hard
At twenty three

I'm thinkin' 'bout how
People fall in love in mysterious ways
Maybe just the touch of a hand
Me, I fall in love with you every single day
I just wanna tell you I am

So honey now
Take me into your lovin' arms
Kiss me under the light of a thousand stars
Place your head on my beating heart
I'm thinking out loud
Maybe we found love right where we are

When my hair's over grown and my memory fades
And the crowds don''t remember my name
When my hands don't play the strings the same way (mm)
I know you will still love me the same

Cause honey your soul
Could never grow old
It's evergreen
Baby your smile's forever in my mind and memory

I'm thinkin' 'bout how
People fall in love in mysterious ways
Maybe it's all part of a plan
I'll just keep on making the same mistakes
Hoping that you'll understand

That baby now (ooh)
Take me into your loving arms
Kiss me under the light of a thousand stars
Place your head on my beating heart
I'm thinking out loud
Maybe we found love right where we are

Baby now
Take me into your loving arms
Kiss me under the light of a thousand stars (oh darlin')
Place your head on my beating heart
I'm thinking out loud

Maybe we found love right where we are
We found love right where we are
And we found love right where we are»

Disney Villains Also Know How To Rock


«Maleficent
Lately I've been, I've been losing sleep
Dreaming about how evil I could be
But Villains, I've been, I've been tryin’ hard
It’s tough to climb the ladder
When you’re counting Scars
Yeah, we’ll be counting Scars

Hades
I see this life
Like a line of thread
Build your evil till you’re dead
always conscious of my cred
Losing is what I dread

Cruella DeVilleOld, but I’m not that old
Evil, but I’m not that cold
And I might never wear the gold
He scares me, breaks the mold

JafarI feel I am the best
At doing the wrong thing
And I feel something so wrong
When He does the worst thing
I couldn’t lie, couldn’t lie, couldn’t lie
Every time I try, Scar makes me wanna cry

All Villains: ChorusLately I've been, I've been losing sleep (hey!)
Dreaming about how evil I could be
But Villains, I've been, I've been tryin’ hard (hey!)
It’s tough to climb the ladder
When you’re counting Scars
Lately I've been, I've been losing sleep (hey!)
Dreaming about how evil I could be
But Villains, I've been, I've been tryin’ hard (hey!)
Said no more counting puppies (Cruella DeVille)
We’ll be, we’ll be counting Scars

Evil QueenI feel his eyes
Round every turn
How can he be so stern?
Fear is his four letter word
He’s so Evil!
Need to learn

Captain HookGold? Yeah got that gold
Pan? No I’m not that bold
Evil is the hand I hold
If He’s playin' then I fold

UrsulaI think he is the best
at doing the wrong thing
I couldn’t lie, couldn’t lie, couldn’t lie
Every look he gives me makes me wanna sigh…

ScarLately I've been, I've been gettin' sleep (hey!)
Dreaming about how evil I could be
Villains, I've been, I've been tryin’ hard
Said no more climbing ladders
I am the king Scar.

All Villains: ChorusLately I'e been, I've been losing sleep (hey!)
Dreaming about how evil I could be
But villains, I've been, I've been tryin’ hard (hey!)
It’s tough to climb the ladder
We’ll be, we are counting Scars!»

sábado, 1 de novembro de 2014

"Caixa das Palavras" de Novembro

[ dia 1 ] - variar
[ dia 2 ] - fantasiar
[ dia 3 ] - tigela
[ dia 4 ] - ressentir
[ dia 5 ] - saber
[ dia 6 ] - ceder
[ dia 7 ] - improvisar
[ dia 8 ] - desenhar
[ dia 9 ] - mão cheia
[ dia 10 ] - rodapé
[ dia 11 ] - cantar
[ dia 12 ] - sumo
[ dia 13 ] - tratar
[ dia 14 ] - espaço
[ dia 15 ] - subtil
[ dia 16 ] - originalidade
[ dia 17 ] - fotografar
[ dia 18 ] - flexibilidade
[ dia 19 ] - vulgar
[ dia 20 ] - solilóquio
[ dia 21 ] - pensar
[ dia 22 ] - interesse
[ dia 23 ] - convidar
[ dia 24 ] - só
[ dia 25 ] - testar
[ dia 26 ] - abertura
[ dia 27 ] - transferir
[ dia 28 ] - estranho
[ dia 29 ] - velho
[ dia 30 ] - escutar