quarta-feira, 30 de abril de 2014

30. Coração

Fugiu para ti e de ti. Já chegou. Fique, agora, o coração a descansar dentro de mim.

terça-feira, 29 de abril de 2014

29. Calor

O calor é frequentemente associado a coisas boas, felizes ou intensas; o frio: o contrário. Porém, há quem encontre calor no frio: quiçá, numa manta - quiçá, em algo mais complexo do que isso.

segunda-feira, 28 de abril de 2014

28. Mente

As mentiras podem ser tão complicadas de entender quanto a mente. Talvez, em parte, por serem feitas dela.

domingo, 27 de abril de 2014

27. Cigarros

Ela bem queria (na sua inocência) ser uma cigarra para que não parecesse tão mal que se casasse com cigarros.

sábado, 26 de abril de 2014

26. Anatomia

Que mania essa a de tentar descobrir a anatomia das coisas. Das físicas, das não físicas - e até das que têm física e não têm físico.
Nem tudo é (para o) animal. Nem tudo dá para descobrir a estrutura: o que é e como é cada parte.

sexta-feira, 25 de abril de 2014

25. Bar

- Traga-me mais um copo por causa da minha vida, caro senhor. Traga-me mais um copo que eu não a suporto mais a correr nas veias. Dizem-me que melhor será se for álcool que para aqui estiver, pois eu já disse que se é para me tirarem o sentido da vida, então tirem-me antes os sentidos.
Um bar é um local onde devia estar alguém que advertisse as pessoas para pararem de beber o próprio sangue. Um barman - um homem a sério, como aqueles que se descrevem por aí, sabem? Que tirasse o sentido a isto - nem que tivesse de recorrer a chapadas na cara para acordar esta gente.

quinta-feira, 24 de abril de 2014

T.E.S. VI - Trabalho Entre Sessões

Tarefa: produção de um texto, com sete frases, em que apareçam cinco parêntesis - em dois dos casos o que está lá dentro está, segundo o nosso entendimento de escrevente, num patamar inferior, e em três dos casos está em patamar superior.

O que é que há no fim (ou no princípio, não sei bem) do nosso mundo? Uma cascata de mágoas a cair num vazio (infinito)? Ou lágrimas de alegria a jorrar para o infinito (deixando o vazio para trás)? Por só conhecermos mundos em formato redondo não há o que nos permita ter a certeza de onde acaba um limite e começa outro, creio. Terminamos, muitas vezes, a rodar sobre aquilo que nos é familiar. Se é a tristeza quem conhecemos (tanto faz se ainda há pouco ou desde sempre) dificilmente conseguiremos imaginar o que há para lá do mundo senão desfeches em quedas de água. Se, pelo contrário, é o júbilo o felizardo, então, nunca haverá nada de finito num (improvável) fim.

24. Morango

Chá, torradinhas e doce de morango. Por não haver quem seja alvo do meu amor e mos traga à cama, vou eu mesma faná-los à cozinha para me armar esse cobiçado miminho. Se não gostares de ti, quem gostará? Não é isso que se indaga por aí? Todavia, tudo acaba por se suceder às custas do meu (ignorante) coração. Não vê ele que se deixa, por isto, consumir? Não?

quarta-feira, 23 de abril de 2014

23. Vivência

Quando penso em vivências... não me apetece pensá-las. É frequente que se insurjam na mente aquelas que tive contigo, em pleno confronto com aquelas que tenho agora sem ti. E, se há um confronto, há a ameaça iminente de um golpe desferido aqui ou acolá. Claro que não me apetece pensá-las - julgo eu: erroneamente. 
Não me apetece é revivê-las.

terça-feira, 22 de abril de 2014

22. Ficar

Ficar e partir aos poucos ou partir e ficar inteiro? A mudança assusta-nos ou é a sobrevivência que nos aterroriza as necessidades?

segunda-feira, 21 de abril de 2014

21. Luta

Estás a lutar contra ou a favor do luto? Se vives tempos de guerra não fiques por te esclarecer.

Reasons Why I Love OUAT

I'm so damn romantic


Talvez a paz murche com o tempo... mas, por favor, não morra o amor.

- coisas que se passam no Instagram da Maria, parte II

domingo, 20 de abril de 2014

A pôr de parte o orgulho e o medo. Era isso que faltava, meus amores: não optar nem por um, nem por outro.

20. Meia

- Então? Que me dizes? Dividimos a casa a meias?
- Não. Desculpa, não posso aceitar uma proposta dessas. Não me agrada nada essa ideia de estabelecer fronteiras. Não quero nada a separar-me de ti. Se é para arranjar um local para viver, não quero nada disso; nada de cada um ficar na sua metade.

sábado, 19 de abril de 2014

19. Novo

Ainda era jovem e queria sempre fazer algo novo. Quando envelheceu, tudo o que queria era fazer(-se) de novo.

Sobre o Fim da Insónia de Ontem:

Foi quando pensei "um dia, vou ter insónias por boas razões" que, intimidada para com as suas parcas estruturas, a vigília teve um ataque de ansiedade; de tão fraca que se sentiu, foi-se abaixo.

Tragam-me um sonho, por favor.

(Des)pedem-se Respostas

in Farol do Cabo Sardão, abril de dois mil e catorze.

Não sei se sei apreciar, completamente, esse poema. Nem sequer sei se consigo entender em que medida, ou até que ponto, este mundo poderá ser considerado um poema. Mas vejamos: se eu conseguisse entender tudo, também conseguiria ser humana?
A (tua) natureza (a da tua vida) desafia-te.

sexta-feira, 18 de abril de 2014

18. Janela

- Por favor, abre a janela! Quero atirar-me de cabeça. Estou a sufocar dentro desta casa; sinto-me esmagada, já não caibo neste ninho.
- Nem penses! Ainda não estás pronta. Primeiro tens de deixar crescer as asas. Antes disso, não vais voar... por muito que tentes.

T.E.S. V - Trabalho Entre Sessões

Tarefa: produzir um texto, com sete frases (atenção: nem mais uma nem menos uma), em que haja (...) um ponto e vírgula em cada frase. Pode ter também vírgulas - mas tem de ter um ponto e vírgula em cada frase. Não mais, não menos: um ponto e vírgula. Mas frases ligadas entre si: um texto só. Sete frases = sete pontos (finais ou outros). E, no meio deles, um ponto e vírgula.

Uma vez, como tantas outras, pôs-se à caça; de todas as vezes que adotava essa postura procurava, sempre, a melhor presa possível. Deixava que a noite caísse e, então, embrenhava-se nas ruas; era rara a esquina que não explorasse. Se não fosse daquela vez seria, certamente, numa seguinte; parecia decidida a somar tanta gente quanto possível às suas garras. 
Não estava para brincadeiras; nem sabia o que isso era, fizesse isso parte da sua espécie. Havia uma fome que, quando ignorada, quase que a matava; havia uma necessidade urgente por saciar. 
Não era capaz de passar muito tempo sem se atirar a algum homem; o que lhe valia é que saía sempre bem sucedida. Foi assim que acabou com o rei na barriga; foi assim que, a partir daí, se tornou, oficialmente, a loba mais temida de toda a aldeia.

quinta-feira, 17 de abril de 2014

17. Cama

De todas as vezes que mais enlouquecia estava na cama. Não devido ao sexo; não devido ao álcool. Mas devido à euforia; à alegria imensa que ameaçava explodir com o peito, combinada com mil e um sorrisos de fazer doer as bochechas. Ou, então, devido à dor; ao choro agoniante e contínuo que sentia - como se o quisessem transformar, à força, de humano em cascata.
Não era não conseguir controlar o que fazia o corpo aquilo que mais o enlouquecia, ao deitar. Era aquilo em que sabia que ainda podia ter alguma mão, de alguma maneira, mas que, por qualquer razão, se esquecia de que assim o era capaz.

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Solidão? Dão - mas é a mão.

“Sabes uma coisa? – disse-me. – Por vezes sinto-me mesmo sozinho. Sinto-me mesmo, mesmo sozinho.
Fiz um gesto afirmativo com a cabeça.
- Sim, toda a gente se sente de vez em quando.
- Pois é. Toda a gente se sente.”

- in Os Filhos do Afecto, de Torey Hayden

Não; não me sinto sozinha. Já não, pelo menos. Quiçá, algures no tempo que lá vai, fosse assim. Mas o nevoeiro sempre se levanta, as cortinas afastam-se – e o mundo acaba por se tornar visível aos olhos. Não me sinto sozinha e, na verdade, nunca o estive; agora, sei-o. Tenho – sempre tive – três, quatro ou, até, cinco mãos cheias de amigos que fazem com que eu seja muito mais do que quem seria sozinha. 
Não me sinto sozinha. Este vazio não é a falta a quem dar a mão que, volta, não volta, apalpo à volta. Sinto é muito o espaço vago que ainda tenho para quem mais quiser entrar na minha vida.

16. Corvo

- Que tipo de pássaro a minha alma é?
- Como assim?
- Tenho pensado se as almas não poderiam ser comparadas a pássaros, caso aquela história de as almas voarem tivesse algum fundamento de verdade… Se assim fosse, o que achas que a minha poderia ser? 
- Não sei bem. Talvez uma arara. És muito alegre e uma imponente faladora… por vezes um pouco chata, confesso.
- Ei! – risos.
- Estava a brincar – risos. – Mas também és simpática e estás sempre pronta para a festança. Vives num mundo colorido. –  pausa. –  E eu? Que alma pensas que sou?
- Talvez um canário. És belo e encantador; a quem muito apraz cantar e ouvir cantar a qualquer hora, que será sempre um espanto.
- Não sei. Por vezes sinto-me mais como um corvo – negro que só eu, poisado no ramo de uma qualquer árvore, já velha, já a descascar; no meio de uma qualquer estrada abandonada.

terça-feira, 15 de abril de 2014

15. Ato

Atuar em palco é só uma maneira de seres mais sincero contigo mesmo porque, aparentemente, é a única maneira de seres sincero com quem te aplaude ou chora por ti. Ao menos, aí, sabem que estás a usar máscaras; que é assim que és e estás correto; que faz tudo parte do ato.

segunda-feira, 14 de abril de 2014

14. Conseguir

Passar à frente do passado e viver mais o presente, no futuro. E conseguir desemaranhar isto?

domingo, 13 de abril de 2014

13. Viagem

Queria ver novos lugares. Alargar o meu mapa cerebral - o das terras e o das ideias.
Então, vi; arejei... 
Viajei.

sábado, 12 de abril de 2014

12. Determinação

O único propósito que admitia ter era a grande vontade que o evadia desde que se lembrava ser gente. Era lógico: estava (pré)determinado a fazer o próprio destino. 

sexta-feira, 11 de abril de 2014

11. Sonho

Fosse ou não fosse Natal, trazia sempre um prato cheio de sonhos; queria ser cozinheiro.

quinta-feira, 10 de abril de 2014

T.E.S. IV - Trabalho Entre Sessões

(Antes de começar, faço um pequeno parêntesis: o T.E.S. II tratava-se da realização de uma ficha e, o T.E.S. III, de rever a matéria já leccionada. Daí a impossibilidade - e irrelevância - de os publicar aqui)


Tarefa: criar um texto em que só usem vírgulas e pontos - com não mais de 150 palavras.


É mais fácil começar a escrever sobre amor do que sobre qualquer outra coisa. Contudo, sabe-se, em termos concretos, mais sobre qualquer outra coisa do que sobre amor. Por isso mesmo, também se poderia dizer que é mais fácil pegar no dicionário, juntar-lhe a pontuação e a gramática, e começar a escrever, sabendo o que escrevemos, sobre seja o que for que queiramos escrever e que não seja amor. Resta tentar perceber porquê. 
Talvez o dicionário não tenha sido feito de forma suficientemente grande para definir amor. Quiçá a pontuação não sirva de nada, visto que ainda não inventaram um sinal para os suspiros. Quem sabe a gramática, aqui, só atrapalhe quem tenta construir uma frase que seja. Se assim for, então, também deverá ser por isso que, amando tanto que só nós, parecemos uns tontinhos, quando amamos. Tanto amamos que nada, sobre como amamos, conseguimos mostrar como, eventualmente, amaríamos.

10. Pensamento

Amo(-te) porque penso. Se não pensasse, duvido que (te) amasse. Não teria sentimentos – quiçá apenas emoções: uma paixão curta aqui, um encanto passageiro ali. Sentir(-te-)ia aqui, sentir(-te-)ia ali; mas logo me fugiria(s). Teria de (te) conhecer uma e outra vez, pois não me recordaria (de ti) no momento transato, no minuto seguinte.
Mas… amo(-te); porque penso. Anda(s)-me fugido. Falta-me conhecer(-te). Não (te) recordo. Mas sei que (te) amarei.

quarta-feira, 9 de abril de 2014

09. Dor


Não te deixes convencer por essa ideia idílica de que fechar os olhos, temporária ou permanentemente, faz com que tudo melhore. Se assim fosse, porque choras ao tentares fazê-lo? Porque te dói? 
Desengana-te. Dormir nunca faz a dor se ir.

terça-feira, 8 de abril de 2014

08. Cidade

Era uma vez uma cidade onde cada avenida, cada rua, cada esquina, cada prédio, cada apartamento, cada pessoa, tinha, não uma, mas muitas histórias. Era, não uma, mas muita vez que essas histórias produziam mais trânsito, mais fumo e mais ruído do que a própria cidade.

segunda-feira, 7 de abril de 2014

07. Sentimento

Achei que era feliz quando estavas a meu lado. Contigo, achei que vivia a verdadeira versão da felicidade. Agora, sem ti, perguntam-me como estou. Digo que não podia estar mais feliz e penso, para mim, que afinal não sei se sabia alguma coisa sobre o que era esse sentimento. Será que, sem ti,... minto?

domingo, 6 de abril de 2014

06. Azul

Uma vez, quase me fizeram crer que azul era a cor dos dias. De manhã à tarde, o céu era sempre azul claro: límpido, sem quaisquer brancos ou cinzentos a manchar-lhe a tão imensa luminosidade. Nem ao cair a noite, quando seria de esperar que tudo escurecesse, isso se perdia. Até era bonito de se ver, sabes? Tantas, imensas estrelas a cintilar, envolvidas por um manto azul escuro. 
Mas os dias acabavam sem eu me aperceber. Via sempre tudo da mesma maneira, de manhã à noite, e esqueci-me de pensar nas coisas do princípio ao fim. Então, vi-o partir para Inglaterra. Foi atrás de outro sonho que lhe tirasse o sono, que lhe permitisse apreciar, de novo, o horizonte. Senti-me triste. Azul, sabes? Em inglês dizem que é essa a cor com que se fica quando se está triste. 
Peço-te: não me deixes azul. Quero conhecer, contigo, todas as tonalidades que tem o mundo.

What I (Don't) Miss About You

sábado, 5 de abril de 2014

05. Água

São amores que, de tão comovidos, ameaçam saltar dos olhos apaixonados cá para fora - para o mundo, para toda a gente ver. Depois, é o roçar de peles onde, sem dares por isso, és concebido por entre gotas de suor. Cresces dentro de um saco cheio de água durante nove meses que parecem ora uma eternidade, ora um par de momentos fugazes. Nasces a chorar e, quem te ama, quase se esquece do cansaço, da fome, da sede - só para poder olhar para e por ti, só por mais um pouco. Vais crescendo e, mesmo que tenhas olhos castanhos, derretes-te se te recitam poemas que dizem que eles são tão profundos como o tom do mar. Às tantas, também tu escreves sobre um grande amor. Mas ele passa a correr. É igual a tantos outros rios que te rasgam as paisagens. Até que, um dia, dás por ti a olhar a vida de maneira diferente e descobres um rio que se prolonga. E, nessa altura, são amores que, de tão comovidos, ameaçam saltar dos olhos apaixonados cá para fora - para o mundo, para toda a gente ver. Tal como tu viste. Queres percurso mais transparente do que este?

sexta-feira, 4 de abril de 2014

04. Brinde

Era uma criança despreocupada. Alegria, para ela, podia ser dar com um brinde numa caixa da Happy Meal ou num ovo da Páscoa. Algo simples e tão certo como, por vezes, encontrar um cromo num pacote de batatas fritas ou umas quantas amostras de champô nas revistas do cabeleireiro da mãe.
Mas o tempo passou e, como algo tão certo, a menina cresceu. Até casou. Foi então que ela viu que, afinal, era por ela se preocupar e por nada ser, na verdade, tão certo quanto pensava que ali estava: a brindar o homem a quem queria dar toda a alegria. Toda - e que, por infinitamente o amar, nunca bastaria.

quinta-feira, 3 de abril de 2014

03. Faca

Há facadinhas que bem querem fazer-se passar por garfadas; mas não. Não nos picam, não nos espicaçam. Cortam-nos a língua e atravessam-nos a garganta.

02. Amor (um verbo é Amor; o outro, nunca o será)

Quando dou por mim, tudo se repete - (a)mando-te pedras e flores dos pés à cabeça.

01. Espera

Aguardo o meu agoirar a cada espera demasiado longa. Esperançosa. Espera presunçosa.

Desafio "Palavrar a Cada Dia"

Resolvi abraçar um desafio que vi ser referenciado no blog da Pê. Diz o dito cujo que ideia é pegarem na palavra do dia e escreverem. Não tem de ser no sentido literal, não tem de ser "acerca dela". Podem escrever textos mais longos, mas como o objectivo é ninguém desistir pelo caminho talvez os parágrafos mais curtos sejam uma boa solução. Identifiquem sempre o tema do dia. Escrevam, escrevam muito!



Assim seja. Os primeiros três dias aqui estampados, já de seguida! Contudo, fazendo um pequeno à parte, não sei se estes primeiros poderão ser chamados de "textos". Estarão mais próximos de micro-narrativas do que outra coisa, julgo. Um par de frases em que me diverti a brincar com as palavras - como quem não sabe fazer outra coisa senão continuar a vincar um hábito seu.

terça-feira, 1 de abril de 2014

Sobre o Fim de How I Met Your Mother


Tears. Tears. Tears.
Série perfeita. Perfeita. Perfeita sendo imperfeita. Imperfeita, aqui, é um elogio. As it should be everywhere.

"Adorei. Adorei mesmo. Sinceramente... achei que o final foi o mais humano e realista de sempre.
'Na vida não há nem inícios, nem meios, nem finais perfeitos'... simplesmente, as coisas acontecem. E penso que foi isto que a série tentou mostrar. As coisas acontecem e, independentemente do que aconteça, a viagem vale por si. O relato do Ted... foi super humano e rico. A ideia era chegarmos aí, penso: tudo o que nos acontece... é imenso! Cada momento... mexe connosco. Preenche a nossa vida, FAZ a nossa vida. Só que as coisas não são lineares na vida... nunca foram, não são, e dificilmente o serão. Conseguimos muitas coisas que queremos (mas nem tudo) e muitas que não queremos. Mas é a vida. Imperfeita que só ela.
O problema é que, para muitos, o facto da vida ser imperfeita desta maneira não é algo bom...
Para mim, esta série retrata a vida. E é isso que a torna uma série perfeita... o facto de ser imperfeita e abalar as nossas expectativas. 'É o inesperado que torna os dias especiais'.
Adorei. Fiquei apaixonada por HIMYM para a vida; ainda mais do que já estava."


"and it was LEGEN - wait for it - DARY!"