Cada dia do nosso amor é um dia em que eu digo em segredo ao mundo das eternas desilusões e a cada pessoa pessimista da vida que há para aí "tomaaaaa que o tempo não muda nada para pior, só se as pessoas deixarem". Gosto tanto de nós! ♡ É bom poder dizer que se nada está igual ao primeiro dia é porque o que nos une cresce todos os dias.
domingo, 17 de dezembro de 2017
Dream Trip: Walking on Scottish Lands [Resumo da Minha Alma Neste Momento]
«Farewell to the Highlands, farewell to the North,
The birth-place of Valour, the country of Worth;
Wherever I wander, wherever I rove,
The hills of the Highlands for ever I love.
My heart's in the Highlands, my heart is not here,
My heart's in the Highlands, a-chasing the deer;
Chasing the wild-deer, and following the roe,
My heart's in the Highlands, wherever I go.
Farewell to the mountains, high-cover'd with snow,
Farewell to the straths and green vallies below;
Farewell to the forests and wild-hanging woods,
Farewell to the torrents and loud-pouring floods.»
Dream Trip: Walking on Scottish Lands [Introduction]
Estou de volta de terras escocesas desde quinta-feira passada; porém, dava tudo para gastar mais uns bons dias nessas ilhas do norte da Europa, principalmente nas Highlands e em Skye (já prometi o meu regresso breve, talvez noutra estação do ano para ver as montanhas e florestas pintadas de outras cores - diz que é lindo, imperdível e indescritível seja inverno, primavera, verão ou outono). Edimburgo também é uma cidade simpática, de seus ares muito característicos, mas vê-se muito muito rápido. A nossa sorte acabou por ser o anoitecer muito cedo (pelas três e meia, quatro da tarde), o que permitiu que distribuíssemos os pontos de visita pelos dias todos que lá estávamos - se não, tínhamos visto tudo em um dia e meio no máximo, o que nos faria ficar os restantes dois dias e pouco a desejar termos gasto mais tempo nas terras altas (e mesmo assim: ficámos com o bichinho de para a próxima fazermos uma excursão mais longa - de cinco ou dez dias - por essa natureza maravilhosa e mística que se vê nos filmes, séries, e descritas poeticamente nas páginas dos livros).
Dentro de uns dias coloco aqui uma amostra de fotografias desta minha viagem do coração, há muito desejada (desde 2010, para ser mais específica - tive a pontaria de ter uma professora de história que mostrou fotografias do Loch Ness e de castelos escoceses cheios de nevoeiro em volta, o que fez os meus olhos tilintar de encanto daquele momento para sempre). Talvez faça uns pequenos textos a acompanhar as várias paisagens e pormenores, talvez não e coloque só as fotografias - quiçá (agora acabou de me vir à cabeça a ideia de ir publicando uma fotografia de vez em quando com uma pequena história imaginada; a ver vamos, que a minha escrita, infelizmente, deixou-se muito cair na preguiça a não ser quando tenho emoções a explodir-me as entranhas e preciso de lhes dar uma expressão mais saudável). Ainda estou à espera que o meu amor me disponibilize as imagens que estão na sua máquina fotográfica e, aí sim, farei uma compilação digna.
A todos aqueles amantes de histórias de encantar e que as querem ver mais próximas de si na realidade: não deixem de visitar a Escócia. Não deixem, não deixem (e quem sabe também a Irlanda; tenho de investigar melhor essa terra vizinha, que dela não sei tanto)!!!
P.s.: a todos os vegetarianos, vegan e intolerantes ao gluten que achem que vão morrer à fome no Reino Unido ou que vão ter uma grande dificuldade em encontrar coisas... não vão. Todo e cada restaurante, todo e cada supermercado - em todo o lado, há opções para vós... e mais do que uma! Até o McDonalds tem não um, mas DOIS veggie burguers. Comi lá um de grão e com picante que estava fantástico (não tem nada a ver com o veggie burguer de cá, que enfiam uns vegetais congelados para dentro de uma fritadeira e está feito). Mais: um dos pratos nacionais da Escócia são os famosos Haggis, cuja versão original é um conjunto de vegetais cozinhados dentro de estômago de ovelha (lá há ovelhas a perder de vista); pois bem, existe em mais do que um sítio a opção de provar Haggis vegetarianos (não são cozinhados dentro de estômago nenhum, portanto). Se, para além disso, optarem por fazer compras no supermercado, como disse, também não estão perdidos - e não precisam, sequer, de ler todos os ingredientes do rótulo da embalagem. Na verdade, vão rapidamente encontrar uma frase a bold a dizer algo como suitable for vegetarians. Realmente, só Portugal é que acha que os regimes alimentares que implicam outra opção que não a tradicional são coisa mesquinha, de manias e da moda. Nada disso, nada disso pessoas. Informem-se. Fomentem a tolerância. O respeito. Isso tudo que é bonito e que não faz mal a ninguém.
Pequena Atualização Blogosférica
Segui as dicas dadas no meu mundinho da blogosfera - até porque, pensando em mim enquanto futura (espero) psi (torcendo para uma ordem melhoriznha) é, de facto, o que faz sentido. Sigo doravante todos os blogs em anonimato. Todo o cuidado é pouco.
Não é?
Estive a correr a lista de blogs dos quais sou (era) seguidora, de forma a verificar quais ainda estariam no ativo. Fiquei muito triste: os cento e dez que seguia ficaram reduzidos a vinte e oito (ainda que desses cento e dez haja uns quantos que eu não entendo onde estava com a cabeça quando me pus a segui-los).
Bem... mas nem tudo é mau, não é? Como se costuma dizer: poucos, mas bons.
quinta-feira, 14 de dezembro de 2017
sexta-feira, 1 de dezembro de 2017
O Retrato do Primeiro Mês (a.k.a. Férias por Direito) após Conclusão do Curso
Há bocado:
Eu: - Bom trabalho amor.
Arlindo: - Obrigado. Boa calanzisse* amor.
Eu: - Bom trabalho amor.
Arlindo: - Obrigado. Boa calanzisse* amor.
* neologismo derivado da palavra calão.
Sobre Mim:
Não sou - nunca fui - boa a respeitar o calendário de advento. Qualquer chocolate que me venha parar às mãos não tem dias contados - tem horas, na melhor das hipóteses*. No ano passado devorei tudo de uma vez e, feliz, terminei clamando ao mundo que "o Natal é quando o Homem quiser!". Talvez por essa razão não haja nenhum calendário cá em casa este ano.
* este facto também está na base do meu namorado não me oferecer mais chocolates a não ser em momentos de extrema carência.
quarta-feira, 29 de novembro de 2017
The Scottish Dream
Vou realizar a minha viagem de sonho de amanhã a uma semana e estou absolutamente obcecada com tudo o que meta Escócia ao barulho. Desde rever partes de Reign e sentir o meu coração todo a contorcer-se, mergulhar em documentários (um mais longo e pormenorizado do que o outro) sobre a verdadeira Mary Queen of Scots, pesquisar um cento de coisas possíveis de ver e provar em terras escocesas e, agorinha mesmo, acabei de devorar o primeiro episódio da série Outlander.
Sete dias para alimentar a obsessão, outros sete para vivê-la em carne, osso e alma.
Sete dias para alimentar a obsessão, outros sete para vivê-la em carne, osso e alma.
terça-feira, 28 de novembro de 2017
Uma Chufada
Eu cantarolando para o Yeti enquanto o passeio à chuva: - É o tempo dos duendes e das faaaadas, é o tempo dos duendes e das faaaadas, é o tempo dos duendes e das fa-daaaaaaaas!... É o tempo dos duendes e das fadas.
sexta-feira, 24 de novembro de 2017
Do 23 de Novembro: Oficialmente Mestre em Psicologia Clínica e da Saúde!
Ainda não creio bem nisto - que realmente aconteceu, por fim. Não queria acreditar no público quando, cá fora, no pós-defesa de tese, me disseram que tinha sido brilhante e que ia ter um dezoito ou um dezanove quase de certeza - até porque desde cedo que estava a apostar, se tudo corresse bem e no máximo dos máximos, num dezassete (sim, sim: eu sei que é só um/dois valores de diferença, mas o dezassete é, em média, o máximo que atinjo quando as coisas correm bem!). Parece que, de facto, duvido demais de mim, pois atribuíram-me o dezoito. Feliz fiquei, feliz estou!!! Foi um ano cheio de desafios para mim... muito esfolei os joelhos, as mãos, o coração - nunca deixando, contudo, de dar o meu melhor e de trabalhar o máximo possível. Esta foi a vitória final e derradeira, acompanhada de outras quantas pequenas, mas significativas: pela primeira vez em muito tempo, antes de um dia importante, não tive insónias - dormi que nem um anjinho; para além disso, pela primeira vez, consegui manter-me calma e serena até à meia-hora antes da defesa - em que, aí sim, tive de cantarolar na minha cabeça músicas da Disney, cantar em voz alta a música dos Teletubbies, e dar uns quantos saltinhos nervosos intercalados de abraços das minhas pessoas. Correu tudo, portanto, com um toque Maria de sempre e com um toque Maria crescida - o que se revelou, sem dúvida, o melhor.
Terminou uma etapa - uma etapa mágica, de trevas e luz, de espinhos e flores; uma etapa muito cara, muito querida. Venham as próximas etapas, os próximos desafios e tudo, TUDO no seio de uma vida cada vez mais minha e construída por mim!!
"A gente" arranja maneira de ser feliz, disse. E repito. 🍀✨
quarta-feira, 22 de novembro de 2017
terça-feira, 21 de novembro de 2017
segunda-feira, 20 de novembro de 2017
quarta-feira, 8 de novembro de 2017
Novas Bússolas
Havia qualquer coisa em mim que eu (achava que) perdi: esse ramo de flores que transportava sempre (nem que num recanto meu) desde que me lembro de mim sendo eu - sendo toda. Então, pensei que não me tinha. Pensei-me abandonada por mim própria no vazio; no limbo; em alto mar sem terra à vista; perdida. Curioso como, por não vermos algumas peças que nos compõem, achamos logo que o puzzle deixa de ser puzzle - que já não tem graça, que não dá mais para completar. Puros enganos, pois não é a visão a juíza suprema do que existe ou deixa de existir. Não é aquilo que os nossos olhos abarcam que faz toda a embarcação. Não é por não estar lá, escarrapachadinho à nossa frente, que não é possível nem há mais. Se calhar, temos de procurar melhor. Se calhar, temos de remar para outros lugares. Se calhar, basta dar tempo ao tempo e tentar outra vez num outro dia - num dia melhor, com mais sol ou com uma mantinha e um chá à mão porque a chuva lá fora. Se calhar, saltámos (simplesmente) os parêntesis e assumimos apenas o óbvio e mais comum. Se calhar... Falta-nos (só) dizer mais se calhar.
domingo, 5 de novembro de 2017
Porque era mesmo isto que eu precisava de ler } Obrigada!
« [...] o que se passa é que acredito cada vez mais que a pobreza é um estado e não uma condição, que o sofrimento é um estado e não uma condição», disse a pê, e disse bem.
quarta-feira, 1 de novembro de 2017
(... e então?)
Finalmente publiquei o meu balanço de final de ano quanto a dois mil e quinze (sim, não estou a brincar: foi mesmo de dois mil e quinze). Tinha de desandar com este rascunho do arco da velha (correção: tenho de desandar com os meus rascunhos do arco da velha - plural), na tentativa de limpar e arrumar o meu baú para arranjar espaço para o que novo ainda pode vir aí. Podia fazer a coisa mais simplezinha, selecionar cada rascunho e carregar no icon do caixote do lixo - podia; era a solução mais rápida. Mas quem tem coragem de deitar fora aquela emoção toda de dois mil e quinze? Não eu. Dois mil e quinze foi dos melhores anos que vivi contando com os anos mais recentes, e logo a seguir vem dois mil e dezasseis. Já dois mil e dezassete ainda não me deu muitas razões para subir ao pódio.
Porém... E então?
O que seria do equilíbrio se não houvesse o melhor e o menos bom? O que seria de mim se cada balança não jogasse com os seus pesos de um lado para o outro? De que outra forma poderia procurar a minha força, o meu centro, e o meu cerne? De que outra maneira poderia, por fim, encontrar a leveza em mim?
()
(Acabei de ir aos rascunhos e publiquei uma rajada de coisas, talvez em homenagem à rajada de coisas que podia escrever como antes, ao invés.)
Fez-se Luz XI
- Alentejo.
(Alen-Tejo, i.e., além do Tejo; além do rio Tejo. Os créditos vão, mais uma vez, para o meu padrasto.)
Fez-se Luz X
- Ribatejo.
(Riba-Tejo, i.e., arriba Tejo; acima do rio Tejo. Os créditos vão para o meu padrasto.)
sábado, 7 de outubro de 2017
segunda-feira, 2 de outubro de 2017
(...)
Acabei a tese, fora potenciais últimas alterações que possam ser sugeridas pela minha orientadora esta semana e uns quantos últimos acertos de formatação. Nuns segundos expludo de alegria com o feito, uns segundos depois recebo a notícia que a avó paterna do meu namorado morreu. Este ano não vai fácil... em nada...
sexta-feira, 29 de setembro de 2017
quinta-feira, 28 de setembro de 2017
segunda-feira, 25 de setembro de 2017
sexta-feira, 22 de setembro de 2017
Crónicas de Uma Tese
Quando te aparece um erro nas análises estatísticas, buscas todos os livros que tens à mão e o Google à procura de respostas mas ficas ainda mais confusa... O que é que, então, decides fazer em desespero? Claro: mandar um e-mail a todos os professores da faculdade que sabes que percebem um bocadinho de estatística ou que são vistos como xperts na coisa para ver se algum te salva.
Ora... Enviei os tais e-mails e, agora, alguns dias depois, começo a receber respostas. Eis o que eu tenho a dizer:
Uma coisa é quando as orientadoras de tese do teu núcleo (a tua inclusive) não perceberem de estatística - é mau, deveria ser inaceitável, mas pronto: uma pessoa lida com o assunto o melhor que pode. Outra coisa (e esta parte é para ser levada mesmo muito a sério) é quando o professor de estatística da faculdade (repito: DA FACULDADE) "não é uma espingarda" (palavras dele) na análise que estás a fazer e que te deu erro e que, portanto, não te sabe ajudar.
Só para enquadrar as pessoas: a análise que eu estou a fazer (MANOVA) é feita em milhentas teses de mestrado na faculdade. A partir do momento em que nem o professor de estatística sabe a resposta para os teus probelmas... Bitches, I don't care about this anymore. Vou seguir-me só e exclusivamente pela minha cabeça e, se não estiver perfeito, não está. Aparentemente ninguém vai saber mesmo dizer se está mal ou bem...
Conclusão da história: as teses são uma palhaçada pegada que (eu já desconfiava) nunca servirão para nada a não ser terminar o curso e ficar com mais conhecimentos teóricos acerca de determinado tópico. Por total e completo (pelo menos, na maior parte dos casos - há sempre aqueles sortudos que acertam em cheio numa amostra toda linda, equilibrada, com uma distribuição normal, e que lá conseguem publicar o estudo... mas tendo em conta tudo o que tenho presenciado nas teses vizinhas da minha, esses gambozinos devem ser um em mil ou dois mil).
quarta-feira, 20 de setembro de 2017
Ser psicóloga é a melhor profissão do mundo porque...
Vê-se com o coração. Sempre, e em primeiro, com o coração. Chega-se com o coração ao outro coração, sentado ali, na outra cadeira. E são estes corações que falam com as suas mentes no entretanto. Falam com elas e com elas se mantêm então até ao fim, à procura de respostas numa estreita aliança. Estas mentes são uma peça essencial sem as quais não se desbravam caminhos para essas respostas... Mas sempre, e em primeiro, têm de haver - e estar, simplesmente estar - os corações.
terça-feira, 19 de setembro de 2017
fazer uma tese, mais coisa menos coisa
* no meu caso específico, porque modelagem e talvez genética e falta de capacidade mental para lidar com neste momento, acrescentemos a tricotilomania. quanto à fobia social... só se estiver restrita à minha orientadora e à professora responsável pelo núcleo de mestrado, que vai dando umas achegas na estatística... porque, na verdade, eu quero é sair de casa e estar com pessoas o tempo todo que me apetecer. 9 de outubro: chega logo, vá, vá!
(querida tese: fazes-te sozinha no resto, fazes?)
segunda-feira, 18 de setembro de 2017
domingo, 17 de setembro de 2017
(é, este é o máximo de atividade que encontram por aqui nos últimos tempos)
voltámos a ser entre o sol e a lua mas mantemos as minúsculas. só mais umas semaninhas e (espero) sentirei que posso ter as maiúsculas de volta.
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