quarta-feira, 1 de novembro de 2017

A Recalcular Itinerário

Este blog já teve dias melhores. Eu idem.

sábado, 7 de outubro de 2017

Sexta-Feira Dia 6 e a Entrega


Bye, thesis!*

* pelo menos, até à defesa.

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

(...)

Acabei a tese, fora potenciais últimas alterações que possam ser sugeridas pela minha orientadora esta semana e uns quantos últimos acertos de formatação. Nuns segundos expludo de alegria com o feito, uns segundos depois recebo a notícia que a avó paterna do meu namorado morreu. Este ano não vai fácil... em nada...

sexta-feira, 29 de setembro de 2017

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Hogwarts & Ilvermorny Magic

Proud Hufflepuff and Pukwudgie girl here.
And did you know? My Patronous is a dolphin.



sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Crónicas de Uma Tese

Quando te aparece um erro nas análises estatísticas, buscas todos os livros que tens à mão e o Google à procura de respostas mas ficas ainda mais confusa... O que é que, então, decides fazer em desespero? Claro: mandar um e-mail a todos os professores da faculdade que sabes que percebem um bocadinho de estatística ou que são vistos como xperts na coisa para ver se algum te salva.
Ora... Enviei os tais e-mails e, agora, alguns dias depois, começo a receber respostas. Eis o que eu tenho a dizer:
Uma coisa é quando as orientadoras de tese do teu núcleo (a tua inclusive) não perceberem de estatística - é mau, deveria ser inaceitável, mas pronto: uma pessoa lida com o assunto o melhor que pode. Outra coisa (e esta parte é para ser levada mesmo muito a sério) é quando o professor de estatística da faculdade (repito: DA FACULDADE) "não é uma espingarda" (palavras dele) na análise que estás a fazer e que te deu erro e que, portanto, não te sabe ajudar.
Só para enquadrar as pessoas: a análise que eu estou a fazer (MANOVA) é feita em milhentas teses de mestrado na faculdade. A partir do momento em que nem o professor de estatística sabe a resposta para os teus probelmas... Bitches, I don't care about this anymore. Vou seguir-me só e exclusivamente pela minha cabeça e, se não estiver perfeito, não está. Aparentemente ninguém vai saber mesmo dizer se está mal ou bem...
Conclusão da história: as teses são uma palhaçada pegada que (eu já desconfiava) nunca servirão para nada a não ser terminar o curso e ficar com mais conhecimentos teóricos acerca de determinado tópico. Por total e completo (pelo menos, na maior parte dos casos - há sempre aqueles sortudos que acertam em cheio numa amostra toda linda, equilibrada, com uma distribuição normal, e que lá conseguem publicar o estudo... mas tendo em conta tudo o que tenho presenciado nas teses vizinhas da minha, esses gambozinos devem ser um em mil ou dois mil).

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Ser psicóloga é a melhor profissão do mundo porque...

Vê-se com o coração. Sempre, e em primeiro, com o coração. Chega-se com o coração ao outro coração, sentado ali, na outra cadeira. E são estes corações que falam com as suas mentes no entretanto. Falam com elas e com elas se mantêm então até ao fim, à procura de respostas numa estreita aliança. Estas mentes são uma peça essencial sem as quais não se desbravam caminhos para essas respostas... Mas sempre, e em primeiro, têm de haver - e estar, simplesmente estar - os corações.

terça-feira, 19 de setembro de 2017

fazer uma tese, mais coisa menos coisa


* no meu caso específico, porque modelagem e talvez genética e falta de capacidade mental para lidar com neste momento, acrescentemos a tricotilomania. quanto à fobia social... só se estiver restrita à minha orientadora e à professora responsável pelo núcleo de mestrado, que vai dando umas achegas na estatística... porque, na verdade, eu quero é sair de casa e estar com pessoas o tempo todo que me apetecer. 9 de outubro: chega logo, vá, vá!
(querida tese: fazes-te sozinha no resto, fazes?)

doing thesis like

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

domingo, 17 de setembro de 2017

(é, este é o máximo de atividade que encontram por aqui nos últimos tempos)

voltámos a ser entre o sol e a lua mas mantemos as minúsculas. só mais umas semaninhas e (espero) sentirei que posso ter as maiúsculas de volta.

terça-feira, 22 de agosto de 2017

💗

meu avô, meu amor,


hoje disseste-me adeus em sonhos, e eu acordei com as lágrimas a quererem sair e disse-te adeus também (aí saíram, o coração apertou muito). passado uns segundos, meio desperta, meio agarrada ainda ao que acabara de sonhar, disse-te outra vez que te amava muito, tal como te disse no teu último dia de vida, em que já não conseguias retribuir por palavras os teus sentimentos. mas sei que dirias o mesmo, que dentro de ti, se calhar, até disseste - e o teu amor é algo que vou levar sempre comigo para a vida e, quem sabe, se esse espaço e tempo existir (se existir espero lá te encontrar), para além dela. 
meu querido avô, antes de hoje não te consegui escrever. mas ontem fui a tua casa e à da avó, vi-a lá sentada na poltrona onde te costumavas sentar, visitei o teu quarto desarrumado e com alguns fatos e gravatas teus espalhados pela cama, procurei fotografias tuas, olhei para cada recanto da casa adaptado à doença que já te começava a limitar na tua vivacidade - que, no entanto, mantiveste sempre de alguma forma. e... sabes, avô? tenho muito orgulho de ti. tu, que tanto medo tinhas de doenças, médicos, e até da morte, apesar de sofreres com as dores físicas, o teu estado de espírito manteve-se sempre de alguma maneira alegre e em paz. fico tão feliz quando te recordo e te vejo feliz também, a rir às gargalhadas, a brincar comigo, com o meu irmão ou com os meus primos, quando recordo a tua voz... fico tão aliviada por, mesmo que a minha memória me traia um dia, ter vídeos teus em que falas, ris e brincas. não te quero perder dentro de mim nunca vôvô, nem vou.
sabes? custou voltar à tese depois de morreres de corpo, mas convenci-me a continuá-la e dedicar-me a ela por ti - por sempre me teres dito que me querias ver terminar o curso. por todas as vezes em que te dirigiste a mim como a minha psicóloga, por sempre teres brincado dizendo depois, quando acabares o curso, dás-me uma consulta. fico grata por te ter conseguido ir ver no dia da minha bênção, por ter feito questão de estar contigo nesse dia... quão feliz te mostraste!!



sabes, querido avô? quando te foste de corpo uma coisa que me custou processar foi que não verias o meu casamento, como sempre disseste, também, que querias ver. mas na verdade ainda não sei se me vou casar, vôvô... logo se verá. mas garanto-te que viverei em amor, e que, como te queria dizer e não disse (porque dizê-lo, na altura, seria assumir que não estarias cá da forma como sempre estiveste para o presenciar), os teus bisnetos vão ser todos do sporting. e vão, vôvô, isso vão. não há margem para negociações, passar-lhes-ei esse teu legado tal como tu logo me fizeste sócia do nosso clube mal nasci. de qualquer forma, meu amor, meu avô lindo, quero-te contar que o Arlindo deu-me um anel de namoro há pouco tempo. acho que já sabes, se realmente agora estiveres em algum lugar, mas quero-to contar mesmo assim. não é lindo? acredito que dirias que sim, e que te encherias mais de orgulho de nós. é bom saber que chegaste a conhecer este meu companheiro e que gostavas dele, e que quase de certeza passarias a gostar ainda mais agora - pois, de alguma forma, mesmo que o anel não signifique noivado, é o simbolismo de um compromisso levado com seriedade e genuinidade. pelo menos, no nosso caso assim o é, bem o sei... bem o sabemos, sentimos...
meu avô, amo-te muito. e só te queria dizer que me orgulho infinitos de ser tua neta, para sempre.
com muito amor, da sempre tua,
maria

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

ao estilo disney

de 17 de agosto de 2017.

aos vinte e um meses de nós, contra todas as minhas expectativas, bem longe da minha imaginação, o meu amor faz-me tropeçar na profunda surpresa de... um anel de namoro♡♡♡

o meu amor é avesso a anéis, alianças, e foge de casórios como o diabo da cruz. no entanto, sabe o quanto eu sonho com tudo isso - sempre soube (julgo que mesmo que eu não lho contasse que se notaria a milhas esse facto - facto de minh'alma mais transparente que a água). e então, sei lá eu o que aconteceu (diria que foi amor), vem nervoso e diz-me "a tua prenda é uma coisa que me estás a pedir há já algum tempo, mas por favor não faças um big deal out of it*, está bem?". passaram-me mil hipóteses de prenda que não a resposta correta pela cabeça, e não pude não me derreter no momento em que abri a caixinha de bijuteria, nem evitar continuar derretida ao final deste tempo todo.

* o big deal out of it a que o meu amor se referia era eu começar a pensar em noivados e que um dia no futuro iremos efetivamente casar. primeiro descansei-o, depois meti-me com ele e disse "oh amor, não te preocupes que não é por causa do anel que eu vou começar a pensar nisso, eu já o faço!" (inserir aqui riso matreiro).