De 28 de abril a 1 de maio para norte, com o meu norte. ♥
quarta-feira, 3 de maio de 2017
terça-feira, 25 de abril de 2017
As Coisas Ficam-nos Gravadas com a Mesma Carga Emocional da Altura
Pergunto-me se estará bem - querendo saber a resposta mas não a querendo ler nem ouvir em lugar nenhum. Queria só passar na rua, olhar, e enfim ver: ok, está tudo bem.
Devia Ser da Adolescência (?)
Hoje estive a ver fotografias antigas e percebi que não sei bem o que aconteceu em determinada época da minha vida. Não percebo como é que as coisas encaixaram, como é que me fizeram sentido na altura, como é que mexiam tanto comigo em forma de dúvidas e mais dúvidas se, agora, olhando para trás, só vejo incongruências: para o amor que eu sentia fosse em que circunstância fosse, para o amor que me era mostrado e logo a seguir arrancado... Não entendo. Não entendo como não desenrolei os fios do novelo de lã que era aquela época; não me lembro do que fiz ou como fiz para os tentar desenrolar. Só sei que hoje adotaria uma estratégia muito mais preto no branco para o tentar fazer... E talvez fosse também mais compreensiva e compassiva para com as dificuldades que enfrentava - as minhas e a do outro. Não sei.
Bom: fiquemos por aqui.
sábado, 22 de abril de 2017
Do tema "Natureza"
É no meio das árvores que me perco e que me encontro: ali, na imensidão do silêncio, onde o que me envolve é a tranquilidade e a leveza das folhas que balançam enquanto cantam as brisas e os ventos... Ali, onde o silêncio fala baixinho e sereno, mesmo que pese dentro; ali, onde o ar puro é a banda sonora que vai dos pulmões ao coração, e assim me conecta com a vida.
- texto meu, publicado hoje, em Os Sonâmbulos
quarta-feira, 5 de abril de 2017
sábado, 25 de março de 2017
Do tema "Magia"
E, de repente...
"E, de repente": onde começa o susto, talvez... mas também a magia. "E, de repente": onde também começa a magia porque a magia, quando vem, vem de rompante. Apanha-nos desprevenidos, assalta-nos o corpo de sensações e a alma de uma vivacidade intensa em nada antes igual.
E, de repente...
De repente a magia também é um susto, mas a prova que os sustos podem ser bons... Surpresas... Imprevistos: tremores por todo o lado ocupando-se de nós, a insegurança de não saber o que vem a seguir ao que já conhecemos - mas não faz mal.
E, de repente...
De repente assustei-me, pois logo me senti completamente derrotada, desarmada, nada preparada - de repente: encontrei-te. A ti. Ao meu lugar seguro. Ao meu céu não só no ar como na terra e no mar... e até no fogo, pois há certas coisas que não importam onde e quando aconteçam: são magia - não importa o lugar, não importa o momento. Superam tudo. Engolem-nos, envolvem-nos, transformam-nos... E, daí, qualquer e mera abóbora é carruagem real. E, daí, qualquer e todo o trapo vira vestido de princesa. E, daí, o simples e pequeno tic-tac do relógio é como nunca antes importante.
E, daí, de repente, não faz mal nenhum que seja de repente.
- texto meu, publicado hoje, em Os Sonâmbulos
domingo, 19 de março de 2017
De Abril a Junho/Julho: 3/4 Meses Left
Quero muito que este ano de estágio acabe. Gosto cada vez mais das minhas pacientes, aprendo coisas interessantes lá no sítio em que estou,... nem tudo é mau, já foi pior. Mas quero muito que este ano de estágio acabe. Quero muito respirar a liberdade de poder escolher outros caminhos, dentro ou fora da psicologia - não importa. A parte profissional nunca foi a mais importante para mim e ando a vivê-la com a pressão de como se fosse, não fosse um traço da minha personalidade um quê de obsessão com o meu desempenho. Estou aqui neste fim-de-semana, como em tantos outros e em tantos outros dias, lutando pela procura de motivação para dar corda aos sapatos e pôr-me a mexer nas minhas tarefas... enquanto cada adiar ou focar me dói.
É: não me ando a sentir muito feliz neste ano; é, tento não pensar muito nisso para me ir aguentando. É: ando a contar os meses para o fim desta etapa desde que ali comecei a viver as primeiras frustrações. É: não quero lá muito brincar mais a isto.
Sim, vou sair dali com uma boa bagagem de aprendizagens, competências e sensibilidade. Isso vale, e vale bastante. Já levo tal bagagem como carapaça às costas a cada dia e semana que passam, continuando a aumentá-la grão a grão. Mas aquele não é o meu lugar. Não é. Não quero que aquilo seja parte da minha vida futura. Está a ser parte agora: está bem, tudo bem; compete ser-lhe porque escolhi atirar-me de cabeça aos tubarões. Mas... não é aquele o caminho que faz meu horizonte, que toca meu coração. Já faltou mais para chegar ao fim deste trilho e já sobrevivi a uma carrada de meses para trás - hei de sobreviver aos próximos passos. E então, por fim, no fim, direi a todo o mundo aquilo que já disse a mim mesma: não quero continuar ali. Não. Obrigada pela experiência, serviu para desafiar e conhecer os meus limites: agora já os sei neste lugar. Venha o próximo, o novo, a renovação de ares, o meu respirar mais profundo.
sábado, 11 de março de 2017
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017
terça-feira, 21 de fevereiro de 2017
sábado, 18 de fevereiro de 2017
Do tema "Mar"
Às vezes, até numa concha se escuta o mar. Às vezes, por muito baixinho, ouvimos na mesma as ondas rebentar. Parecem-nos longe, distantes por momentos... mas logo as escutamos tão perto!... Mesmo à beira do nosso ouvido; mesmo à entrada de um canal que, ainda que contra aquilo que dita a lógica, liga diretamente ao coração.
Às vezes, estamos metidos na nossa concha e escutamos o mar. O mar que, às vezes, rebenta em ondas tranquilas e suaves e, noutras, em ondas brutas, agressivas. Às vezes, estamos na nossa concha e ela parece ser mais do mar do que nossa. Será isto bom? Será isto mau?
Apostaria no bom. Porque seja esta patilha agradável ou desagradável para nós, é uma partilha: algo que acontece; algo por que passamos e vivemos vezes e vezes sem conta, de uma maneira ou de outra. E, mesmo assim, cá estamos! Cá estamos. Estamos porque somos seres que se adaptam a toda e qualquer corrente - mais simpática ou mais difícil.
Às vezes, a concha é nossa, é do mar, e nela encontramo-nos os dois com diversos humores. Tudo bem. Vamos na onda.
Às vezes, estamos metidos na nossa concha e escutamos o mar. O mar que, às vezes, rebenta em ondas tranquilas e suaves e, noutras, em ondas brutas, agressivas. Às vezes, estamos na nossa concha e ela parece ser mais do mar do que nossa. Será isto bom? Será isto mau?
Apostaria no bom. Porque seja esta patilha agradável ou desagradável para nós, é uma partilha: algo que acontece; algo por que passamos e vivemos vezes e vezes sem conta, de uma maneira ou de outra. E, mesmo assim, cá estamos! Cá estamos. Estamos porque somos seres que se adaptam a toda e qualquer corrente - mais simpática ou mais difícil.
Às vezes, a concha é nossa, é do mar, e nela encontramo-nos os dois com diversos humores. Tudo bem. Vamos na onda.
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017
♥
Arlindo: - Um dia - não estou a dizer agora: um dia - quando engravidares, vais parecer uma pêra linda.
- 14 de fevereiro de 2017
terça-feira, 14 de fevereiro de 2017
sábado, 11 de fevereiro de 2017
Descobrindo o Percurso e a Identidade Profissional
Eu: - Isso é algo que me preocupa: não vejo outro caminho alternativo à psicologia a nível profissional.
CV: - Talvez isso já queira dizer algo, não?
- 7 de fevereiro de 2016
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017
«Será que metade do segredo da vida é aprender a improvisar?
[...]
Depois de lhe apertar o cinto de segurança, arranquei e, quando íamos a sair do parque de estacionamento, ele perguntou-me numa voz implorante se não me importava de parar numa boa loja de roupas em Boston antes de irmos para casa para ele comprar qualquer coisa maravilhosa para o neto. Disse-lhe que o ia levar às lojas mais chiques de Boston e então ele ligou o rádio para ouvir as notícias e seguimos pela rua principal de Mystic em direção a tudo o que ainda não sabíamos que haveria de acontecer.»
- por Richard Zimler in Uma dor tão desigual
«Deixa-me dizer-te uma coisa. A culpa, ao fim de algum tempo, é como engolir pedras. E o teu pai engoliu milhares durante anos. Aquele peso todo dentro dele... Já não consegue pôr-se de pé. Quer dizer, anda por aí às voltas, mas aquilo não é realmente andar.»
- por Richard Zimler in Uma dor tão desigual
«Afinal, talvez eu não conhecesse bem o meu amigo de há tantos anos. Era então tristemente verdade que não há maior nem mais intransponível distância do que a que existe entre duas pessoas, pensar que se conhece o outro é um disparate. Ou talvez se conheça o outro num determinado lapso de tempo, talvez a passagem do tempo traga sempre mudança e a mudança faça necessariamente desconhecidos.»
- por Dulce Maria Cardoso in Uma dor tão desigual
«Ao encontrarmos no desconhecido os outros que já conhecemos, podemos presumir-lhe o pensar e o sentir, podemos prever as suas ações. Sossegamos em relação ao desconhecido quando o inscrevemos num estereótipo, ainda que ele continue durante muito tempo, talvez para sempre, desconhecido.»
- por Dulce Maria Cardoso in Uma dor tão desigual
domingo, 5 de fevereiro de 2017
I'm Present
«Don't insist that meditation be pleasent. Insist that it be about presence.»
- por Jon Hershfield in The Mindfulness Workbook for OCD: A Guide to Overcoming Obsessions and Compulsions Using Mindfulness and Cognitive Behavioral Therapy
To Connect and Disconnect
«Sometimes the things we do to feel better, to escape reality when it's uncomfortable, become sources of discomfort and stress themselves. Tempting as they may be, these moments of silence you can achieve by forcing massive doses of unreality on your mind only embolden the OCD. The escape sends the very clear message that the present reality is not tolerable. So while you may enjoy the high you get from whatever source of unreality you choose, the OCD will wait for your return and will remind you of why you left.
Still, not all escape is bad or desctructive. Sometimes, temporarily leaving can be a shift to a positive, adaptive place, and returning can bring about a healthier perspective. A vacation or a strenuous workout can also be a form of walking away from stress. And not all escape has to be particulary meaningful either. Escaping into your favourite TV show or video game for a bit can be a healthy, positive reward for staying in reality all day. It may be necessary for you to assess, perhaps with the help of a loved one or a treatment provider, what forms os escape are adaptive and what forms are destructive.
If you are struggling with an addiction of any kind, it's important to get help and treat that alongside (if not before) working on your OCD. While one may exacerbate the other, addiction is its own beast and often requires its own treatment strategies.»
- por Jon Hershfield in The Mindfulness Workbook for OCD: A Guide to Overcoming Obsessions and Compulsions Using Mindfulness and Cognitive Behavioral Therapy
Lifestyle Shift
«Mindfulness is a major tool in the arsenal against OCD symptoms. Combined with cognitive and behavioral therapy techniques, it's a skill set that you can expect to hone throughout your life, just as martial arts master continues to train even after acquiring the highest possible belt. You can be a black belt in the MBCBT arts, but that includes adopting the philosophy of never giving up. It means looking at the goal as indefinite improvement - as a lifestyle shift, not a crash diet.»
- por Jon Hershfield in The Mindfulness Workbook for OCD: A Guide to Overcoming Obsessions and Compulsions Using Mindfulness and Cognitive Behavioral Therapy
POC
«Unwanted thoughts, feelings, and physical sensations are normal events. The urge to avoid them is a normal urge. The strategies we employ to escape them, however compulsive, are typically normal behaviours. It's being locked into the obsessive-compulsive cycle and having this vicious circle grossly impair your functioning that makes OCD a disorder. It's not the simple presence of these normal events.»
- por Jon Hershfield in The Mindfulness Workbook for OCD: A Guide to Overcoming Obsessions and Compulsions Using Mindfulness and Cognitive Behavioral Therapy
quarta-feira, 25 de janeiro de 2017
Little Brother
A namorada terminou com o meu irmão. Até aparenta estar a aguentar-se, considerando porém que é tudo muito recente e que ele é muito fechado em si. Sei, no entanto, que os dois abraços apertadinhos que lhe dei trouxeram-lhe aconchego. Sei que falámos naqueles abraços, não falando. Sei que foram uma troca de amor, um estou aqui para o que precisares. Creio que ele percebeu isso também.
Sobre a Correria que Podem Ser os Dias
Padrasto: - Como o meu colega alemão costuma dizer: "Pode-se fazer muita coisa, mas não se pode quebrar as leis da física."
- algures entre esta semana e a semana passada
domingo, 22 de janeiro de 2017
↟
«Um post-it a manter por perto todos os dias:
Uma vida chega para perceber que o que importa de verdade é escolher atravessar os dias de frente para o sol. É saber quem são os que caminham ao nosso lado sem filtros. É ter a coragem de não desistirmos de nós. É saber levantar, sacudir a poeira e dar sempre a volta por cima. É decidir que não importa quando, não importa como, não importa onde, o nosso plano é um só:
ser feliz e mais nada.
As coisas que nos acontecem têm (só) a importância que nós lhes dermos, e a vida vai-nos mostrando que nem tudo vale tanto, e quase nada vale tudo.»
↟
- in Às 9 no meu blog
Quase que vivendo para o 5º ano (não gosto disto!)
É assim pessoas, aqui me confesso: não sei se vou querer seguir psicologia a nível profissional findo este ano, e principalmente psicologia clínica, em particular com adultos e em especial no sistema nacional de saúde, e ainda mais especificamente no local onde estou. Apesar de andar ligeiramente mais entusiasmada, a verdade é que este percurso ainda me dói muito. Guardo uma réstia de esperança que tudo melhore, que me deixe de doer ou que eu aprenda a tornar a dor suportável ou, pelo menos, não relevante para o meu bem-estar geral. Tenho estado a atribuir um peso imenso a tudo isto que estou a viver, já me apercebi disso e já o tentei relativizar - ajudou. Porém, vou entrar agora em fevereiro para o 5º mês de estágio e ainda não sinto, nem de perto, a motivação ou o amor que achei que ia sentir. Sabia, quando escolhi este estágio, que ia ser duro: sabia. Não sabia que ia ser tanto. E a minha estrutura treme, treme,... vou-me aguentando: vou-me aguentando que nunca fui de desistir às três pancadas. Porém, não estou a gostar nada desta coisa de estar com dificuldades em ver o belo da vida para além disto, de não ter tanto tempo para dedicar a mim própria, de sentir que não consigo investir tanto tempo naqueles que amo. Não estou a gostar do stress constante da corrida contra o tempo para ter o trabalho em dia, de apesar da corrida contra o tempo não conseguir ter esse trabalho em dia (continua a acumular, aliás), de deitar-me tarde, acordar cedo cansada e ansiosa, de estar sempre a contar o tempo até ao final do dia de trabalho chegar e da semana findar. Não estou a gostar de sentir as minhas inseguranças todas sobre o meu desempenho virem bater à porta do meu coração sempre que estou no estágio e fora dele, de me encontrar vezes e vezes sem conta a questionar o que raio ando a fazer em consulta e o que raio vou ter de fazer a seguir na próxima sessão. Pois bem: este ano tem sido uma prova de fogo, fogo por todo o lado, e eu ando a tentar manter a calma enquanto me vejo rodeada dele e sem ver grandes escapatórias por onde me meter. Lá me vou metendo, a rés-vés. E, para isso, também me tem valido muito o apoio e a paciência do meu amor que não me deixa cair ou me levanta, o companheirismo da Nês e da Rute que da mesma forma vão vivendo este ano com dificuldade por esta ou por aquela razão, as palavras queridas e tranquilizantes das Cláudias que já passaram por crises semelhantes nas suas áreas e percursos. Mas não estou a adorar o que estou a fazer da mesma forma que adorei o curso até agora: não estou. A meios que não sei bem o que hei de fazer à minha vida no futuro, a nível profissional. Logo se verá. Logo se verá. Pega num trevo de quatro folhas, reza, medita, faz o pino, e aguarda a resposta mágica do Universo.
Brother Growing
Depois de já estar a definir os abdominais todos e ter arranjado uma namorada, eis que hoje se assinala o primeiro dia em que o meu irmão fez o bigode.
Mais uns meses e ultrapassa-me em altura. Já está do meu tamanho, pelo que não espera pela demora. As minhas mãos, ó: já são as mais pequeninas cá de casa (é inacreditável: tenho, realmente, mãos de criança quando comparado o seu tamanho aos restantes deste belo agregado).
sábado, 21 de janeiro de 2017
Do tema "Inverno"
Pegadas na neve. Tinha acabado de ocorrer um enorme nevão há uns meros segundos atrás e, mesmo assim, era o que se via: pegadas a neve.
- Como é possível?!
- Quem terá sido?
- Será que alguém andou ao frio durante a tempestade?
- Talvez! Será que estava perdido?
- Pode ter sido um monstro!
- É lá um monstro!
- Pode ter muito bem sido um monstro.
- Os monstros não existem.
- Não? E aqueles que vivem debaixo da cama? E dentro do armário?
- Esses não mesmo. Há os que vivem em nós.
- Ah, sempre concordas que existem alguns.
- Esses sim: por vezes levam as pessoas a perderem-se.
- Terá andado algum pela neve?
- É possível. Os monstros gostam de nos sugar o calor. São de ambientes que nos fazem tremer.
- Quem terá soltado o seu monstro?
- Melhor: quem terá cambaleado pelo chão gelado com o seu monstro?
- Alguém guerreiro.
- Alguém corajoso.
- Alguém que apesar de tudo deu passos só seus. Que apesar de tudo fez o seu caminho.
- Alguém que não desistiu. Que continuou e continuou. Que conseguiu já só por isso.
- Isso.
- texto meu, publicado hoje, em Os Sonâmbulos
quarta-feira, 18 de janeiro de 2017
*Momento Histérico*
Aquele momento em que, finalmente, as coisas começam a ficar mais bonitas e lindas e maravilhosas!
Hashtag "tese, gosto de ti".
Hashtag "fiquem para ver cenas dos próximos episódios".
domingo, 8 de janeiro de 2017
Remember, dear Mary:
About becoming a Psychologist:
«[...] This is a skill, and like any skill, it's meant to be done poorly before it can be honed. [...]»
- por Jon Hershfield in The Mindfulness Workbook for OCD: A Guide to Overcoming Obsessions and Compulsions Using Mindfulness and Cognitive Behavioral Therapy
About Anxiety/Obsessive Thoughts
«[...] They are spoken in a language based on fear, not on evidence. [...]»
- por Jon Hershfield in The Mindfulness Workbook for OCD: A Guide to Overcoming Obsessions and Compulsions Using Mindfulness and Cognitive Behavioral Therapy
Take a Breather
«Reading about OCD when you have OCD isn't always easy. At times throughout this book, you may find yourself getting triggered, or "spiked", by its concepts. Take in the information at whatever pace feels appropriate for you. Challenge yourself to let the book present itself, but allow yourself whatever space or breaks you need to get through it. There's no prize for finishing this book in one sitting. We hope that your gaining the tools and strenght to fight your OCD will be the real prize.»
- por Jon Hershfield in The Mindfulness Workbook for OCD: A Guide to Overcoming Obsessions and Compulsions Using Mindfulness and Cognitive Behavioral Therapy
Falando não só de OCD (POC em português) como também da vida: é importante ir ao nosso passo - seja a caminhar, a correr, a pular, a rastejar, com retornos ou viragens à direita e à esquerda... É é importante ir ao ritmo que é nosso. Desafiá-lo (sim, claro: sabe sempre bem) - contudo, respeitando-o: sendo (auto)compassivo.
sexta-feira, 6 de janeiro de 2017
Enfrentar os Medos (por Amor e pela Vida)
O meu amor tem medo de alturas. O meu amor insistiu mil para irmos andar de roda gigante na feira de Natal em Lisboa porque "eu sei que tu queres". Disse-lhe que não o ia submeter a isso, que não queria que ele fizesse isso. Continuou a insistir mil milhões para irmos. Fomos. Fechou os olhos, inspirou e expirou fundo, foi controlando a cadência da respiração, agarrou-se às grades. Disse-me "aproveita" e, uns segundos depois de começarmos a andar, "fiquei a odiar ainda mais a TVI" (aparente responsável pela roda gigante). A cada volta dada, ia dizendo uma tranquilização nova, progressiva: "ok, se isto não abanar está tudo bem", "ok, andar para trás não é tão mau", "ok, isto parou para as pessoas de baixo entrarem", "ok, já estou habituado". Nas últimas voltas já abria os olhos, já aparentava um rosto e uma postura mais calmos. Acabaram as voltinhas e saímos da carruagem. Ouvi um casal ao longe a dizer "sobrevivemos". Perguntei-lhe como se sentiu, disse-me "vivo".
O meu amor é lindo e corajoso.
domingo, 1 de janeiro de 2017
«It Calls Me»
«I've been staring at the edge of the water
'Long as I can remember, never really knowing why
I wish I could be the perfect daughter
But I come back to the water, no matter how hard I try
Every turn I take, every trail I track
Every path I make every road leads back
To the place I know, where I cannot go
Where I long to be
See the line where the sky meets the sea? It calls me
And no one knows how far it goes
If the wind in my sail on the sea stays behind me
One day I'll know, if I go there's just no telling how far I'll go
I know everybody on this island seems so happy on this island
Everything is by design
I know everybody on this island has a role on this island
So maybe I can roll with mine
I can lead with pride, I can make us strong
I'll be satisfied if I play along
But the voice inside sings a different song
What is wrong with me?
See the light as it shines on the sea? It's blinding
But no one knows, how deep it goes
And it seems like it's calling out to me, so come find me
And let me know, what's beyond that line, will I cross that line?
See the line where the sky meets the sea? It calls me
And no one knows, how far it goes
If the wind in my sail on the sea stays behind me
One day I'll know, how far I'll go»
«Pelo Sonho é Que Vamos»
Este ano peço uma lufada de ar fresco: esvazio o pote dos sonhos velhos e movo-os para a caixinha de recordações. Começo o projeto cada dia, um amor. A cada dia escrevo num papel um acontecimento bom desse ciclo de sol e lua, um amor portanto, e faço assim até daqui a 365 ciclos de 24 horas (é quase um project 365 em palavras, ao invés de fotografias).
Este ano peço uma lufada de ar fresco: a consciência da existência de pequenos sonhos todos os dias, e não só dos grandes para o futuro. ♡
Mantra for '17
Se eu não vivo a vida ao máximo é porque eu própria me limito.
- Maria, eu, a 1 de janeiro de 2017
Heim?! Já?!
Para tudo!!! O ano começa com a constatação que o meu irmão tem o seu primeiro amor (pelo menos oficialmente conhecido). Os meus pais resolveram fazer uma passagem de ano com a miudagem cá em casa e ele e uma menina acabaram de pedir para ficar sozinhos, e os restantes amigos a fazerem de propósito para tal... Ai que emoção!!! 13 aninhos e um amor.* Oh.
* para recuerdo: o amor chama-se Catarina.
sábado, 31 de dezembro de 2016
Do tema "Viagem"
Vou ao sabor da corrente, das rajadas, das nuvens, da chuva, dos raios de sol, das estrelas, da lua: dos movimentos da Terra - da natureza. Vou ao sabor desta terra que também é minha: meu corpo; desta natureza que me faz eu: minha alma. Vou ao sabor da essência da vida, passando por trilhos em caracol e por outros a imitar planícies. Vou - acima de tudo, vou. Viajo. Vejo. Sinto. Sou.
- texto meu, publicado hoje, em Os Sonâmbulos
sexta-feira, 30 de dezembro de 2016
sábado, 24 de dezembro de 2016
quarta-feira, 14 de dezembro de 2016
Salvé os Nãos
«Os nãos da vida nem sempre são maus...
Às vezes, são a melhor forma de te fazer sair do lugar e pôr o teu mundo a girar.
Às vezes, são o único beliscão que te faz acordar.
Às vezes, são a maneira que o universo encontra de te fazer entender (de uma vez por todas!) que quando achas que estás a perder, só estás a ganhar.
E às vezes, são o favor que precisas para cerrar os dentes, arregaçar as mangas, pôr fim à chuva que chove dentro de ti, e provar (a ti mesma) que Não nenhum desta vida será o fim dos teus ''sins''.»
- retirado de uma publicação do Facebook, embora me cheire a que a sua fonte seja Às 9 no meu blog.
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