sábado, 24 de junho de 2017

novelo de pensamentos e emoções misturados em cocktail

escrita: volta para me ajudar.
escrita: voltarei para me ajudares.

truz truz. eu sei que estás aí. salta da toca, temos de falar.

quinta-feira, 15 de junho de 2017

descobri a pólvora, capítulo ii

ainda não disse aqui: mas foi agora, nestes últimos dois meses, que comecei a gostar do estágio. isto porque apercebi-me que sempre gostei; nunca gostei - nem gosto - é da pressão que ponho em cima de mim. mas para ela já tenho uma história que me vou cantando, e que me vai embalando até adormecer todos os nervos. chama-se o drama, o horror e a tragédia. quando me lembro que cada fanico de ansiedade  é, apenas, a minha cabeça a fazer das suas, dizer para mim mesma que lá está o drama, o horror e a tragédia ajuda imenso - milhões. e assim se evitam, de facto, os dramas, os horrores e as tragédias. e assim se semeia o amor, a compaixão, a paz, a satisfação.
[obrigada pela dica, cv.]

só para que conste

depois de 10 de outubro deste ano não me apanham em Lisboa. seja porque estou a dormir que nem a bela adormecida e, portanto, não ponho os pés na rua, seja porque voei de férias para o norte da europa ou para o japão. gerês e itália também serve, mas os meus sonhos de viajante, de momento, são os primeiros mencionados.
[isto, claro, a não ser que me surja uma oportunidade bombástica para realizar estágio profissional. mas como não estou a contar com isso...]

maria tropical

cheira-me que o meu bronze deste verão fará concorrência à cor da areia das praias paradisíacas.
[questionando-me porque deixei tantos dias por escrever no relatório de estágio e quão divertido será, já que não fiz nenhuma maratona este ano, fazer quase uma tese inteira em três meses e pouco.]

sexta-feira, 9 de junho de 2017

go ética, go

quando uma colega tua te pede para ler o teu relatório de estágio só por curiosidade, até porque fomos colegas e não se colocam os nomes reais dos pacientes, asseguro que não vou divulgar nenhum dos casos clínicos. desculpa? eu li bem? 'miga, só por curiosidade, até porque fomos colegas: o que é que andaste a estudar e a praticar no estágio, hum?
ah, tão boa esta ideia de haver por aí psicólogos acabadinhos de sair do forno e a queimar o código de ética e deontologia logo no primeiro segundo em que lhe tocam (estou assustada, de verdade).

domingo, 21 de maio de 2017

finalista 12-17

de ontem, da bênção, 20 de maio, na cidade universitária.










domingo, 7 de maio de 2017

primeira lei

temo algumas coisas no meu futuro. temo que se instale uma guerra civil entre o meu coração e o meu cérebro, pois não é isso, de todo, que quero... o meu coração sempre comandou e, em tudo o que de mim depender, sempre comandará; o cérebro ajudará.
já hoje o coração treme de medo com algumas coisas que o cérebro diz, é certo... e tende a levá-lo muito a sério. contudo, este cérebro, dono do palavreado, poderá também ser o seu melhor amigo, auxiliando-o a serenar e a adaptar-se, a imaginar e a ver mais além e, em última instância, a encontrar forças para se mover nesse sentido.
sim, sim - eu acredito que assim sempre será: o coração comandará; será sempre rei. o cérebro será seu real conselheiro. e assim se encontrará paz no reino.

sábado, 6 de maio de 2017

a bendita terapia da escrita

entre ontem e hoje escrevi muito pouco... mas permitiu-me abrir a janela e sentir o ar fresco que, para mim, tem sido muito esquivo. e, se formos a pensar, entre há uns meses atrás e agora, então, escrevi imenso: fui viajar e voltei.

perguntas retóricas

e se os pacientes abandonarem o processo?
e se não for tão boa psicóloga assim e fizer cagada?
e se não conseguir dar alta aos meus pacientes?
e se o meu relatório de estágio ficar um desastre?
e porque carga de água havia de ficar?
e se não conseguir avançar com a tese dentro de prazo?
e porque raio é que não havia de conseguir, mais a bem ou a mal?
e se no fim de tudo isto me aperceber que não quero nada disto?
e então?...
o mundo parou?...
tu paraste?...

sexta-feira, 5 de maio de 2017

fase das minúsculas

voltámos a escrever com minúsculas até sentir que as maiúsculas precisam retomar o seu lugar.

sobre o que sinto e penso sobre tudo o que tenho vivido e tenho ainda para viver nos próximos meses

não me sinto feliz mas não tenho de estar. não me sinto motivada mas não tenho de estar. tenho, simplesmente, de fazer o que tem de ser feito para terminar o curso. ninguém disse que tinha de estar feliz e motivada para o conseguir fazer sem um sofrimento astronómico - ou mais sofro eu ao pensar que devia estar feliz e motivada do que ao, simplesmente, aceitar que não estou.

é

urge a vontade de fugir desta que não sou eu. urge a vontade de procurar e encontrar-me de novo.
- mudavas alguma coisa na tua vida agora? - perguntou-me o meu amor. e eu desmancho-me a chorar porque sim: mudava muita coisa. deixei de conseguir sentir verdadeiramente o mundo à minha volta pouco tempo depois de ter entrado no meu estágio.
sim, este ano está a custar-me horrores. a escrita, que sempre me acompanhou desde o meu 9º ano com regularidade agora é escassa. não há a parte criativa, não há quase desabafar, não há a parte do amor a isto. valeram-me os sonâmbulos e... que mais, mesmo?
chego a casa do estágio e tudo quanto me apetece é não fazer nada. farto-me de procrastinar. os relatórios atrasam, a tese atrasa. estou cansada, não encontro o que me mova. estou triste e desmotivada com este fim de curso... e ainda nem a vieira nem eu chegámos ao que me dói ali.

quarta-feira, 3 de maio de 2017

Escapadinhas: Porto

De 28 de abril a 1 de maio para norte, com o meu norte. ♥























terça-feira, 25 de abril de 2017

As Coisas Ficam-nos Gravadas com a Mesma Carga Emocional da Altura

Pergunto-me se estará bem - querendo saber a resposta mas não a querendo ler nem ouvir em lugar nenhum. Queria só passar na rua, olhar, e enfim ver: ok, está tudo bem.