terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

domingo, 12 de fevereiro de 2017

sábado, 11 de fevereiro de 2017

I Decide: Change

Descobrindo o Percurso e a Identidade Profissional

Eu: - Isso é algo que me preocupa: não vejo outro caminho alternativo à psicologia a nível profissional.
CV: - Talvez isso já queira dizer algo, não?

- 7 de fevereiro de 2016

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

«[...] comecei a pensar que B+ era uma classificação bastante boa para qualquer um de nós no fim do nossos dias

- por Richard Zimler in Uma dor tão desigual
«Será que metade do segredo da vida é aprender a improvisar?
[...]
Depois de lhe apertar o cinto de segurança, arranquei e, quando íamos a sair do parque de estacionamento, ele perguntou-me numa voz implorante se não me importava de parar numa boa loja de roupas em Boston antes de irmos para casa para ele comprar qualquer coisa maravilhosa para o neto. Disse-lhe que o ia levar às lojas mais chiques de Boston e então ele ligou o rádio para ouvir as notícias e seguimos pela rua principal de Mystic em direção a tudo o que ainda não sabíamos que haveria de acontecer.»

- por Richard Zimler in Uma dor tão desigual
«Vou dizer-te outro segredo, menino... Nunca ninguém está preparado.»

- por Richard Zimler in Uma dor tão desigual
«Deixa-me dizer-te uma coisa. A culpa, ao fim de algum tempo, é como engolir pedras. E o teu pai engoliu milhares durante anos. Aquele peso todo dentro dele... Já não consegue pôr-se de pé. Quer dizer, anda por aí às voltas, mas aquilo não é realmente andar.»

- por Richard Zimler in Uma dor tão desigual
«Seja como for, o teu pai acredita, tenho a certeza, e por isso pouco importa se tu acreditas ou não. Tens de compreender que é uma coisa que está dentro dele... e que sempre esteve.»

- por Richard Zimler in Uma dor tão desigual
«Hei de perceber o que procuro nos meus livros quando o encontrar.»

- por Richard Zimler in Uma dor tão desigual
«O meu pai tinha umas sobrancelhas que pareciam duas lagartas peludas. Quando eu era miúdo, pareciam-me muitas vezes implacavelmente críticas sempre que eu lhe fazia alguma pergunta.»

- por Richard Zimler in Uma dor tão desigual
«Afinal, qual é a diferença entre aquilo que se inventa e a realidade que recusa a cumprir-se enquanto exaltação e afogo?»

- por Maria Teresa Horta in Uma dor tão desigual
«Afinal, talvez eu não conhecesse bem o meu amigo de há tantos anos. Era então tristemente verdade que não há maior nem mais intransponível distância do que a que existe entre duas pessoas, pensar que se conhece o outro é um disparate. Ou talvez se conheça o outro num determinado lapso de tempo, talvez a passagem do tempo traga sempre mudança e a mudança faça necessariamente desconhecidos.»

- por Dulce Maria Cardoso in Uma dor tão desigual
«É certo que o passado chega sempre adulterado ao presente, minta-se ou não voluntariamente em relação a ele, e talvez a verdade esteja sobrevalorizada [...].»

- por Dulce Maria Cardoso in Uma dor tão desigual
«Ao encontrarmos no desconhecido os outros que já conhecemos, podemos presumir-lhe o pensar e o sentir, podemos prever as suas ações. Sossegamos em relação ao desconhecido quando o inscrevemos num estereótipo, ainda que ele continue durante muito tempo, talvez para sempre, desconhecido.»

- por Dulce Maria Cardoso in Uma dor tão desigual