quinta-feira, 8 de setembro de 2016

E no 2º aniversário de ti (em que eu contigo)...

Como te dar os parabéns cheios de amor? Como te escrever o que sinto quando olho para ti, quando te dou a mão, quando te abraço, quando te beijo? Como sequer explicar o que me levou até ti quando te conheci, engraçando contigo, procurado-te no meio da multidão mascarada e enfim ficando a falar contigo logo ali minutos a fio? Como descrever aquela vontade de estar contigo uma vez mais, e depois outra, e mais outra, e tantas outras até te querer, até te desejar todos os dias para te fazer sentir o quanto te adoro? Como hei de pôr em palavras tudo aquilo que me vai cá dentro, contar-te quais as cores, contornos e brilhos novos que a minha alma tem por ter encontrado a tua? Por te ter encontrado a ti? Tu, cujo nascimento se assinala hoje, e que merece as mais apaixonadas, sinceras, poderosas e duradouras declarações de amor pelo namorado, amigo e ser humano que é?
Quero fazer-te sentir a pessoa mais feliz do mundo uma e outra vez, mais do que uma vez, e, principalmente, ver-te a sentires-te essa pessoa por ti - só por quem és e por, contigo mesmo, saltares de nuvem em nuvem de sonhos, de magia (e não falo só dos sonhos e da magia que se alcança com o cumprir de objetivos, mas daqueles que se encontram em cada verde das folhas, em cada azul do céu, em cada nevoeiro-mistério, em cada música da chuva, em cada virar de esquina por uma nova paisagem ou pequeno pormenor ou detalhe). Se eu já via fantasia no mundo antes de descobrir (e então maravilhar-me) que existias, depois de o saber descobri o verdadeiro conto-de-fadas do coração. Sim: és o meu conto-de-fadas, e ao mesmo tempo és verdadeiro - real, inteiro, arrebatador. Amo-te e espero, torço, e luto agora contigo para que tenhas tanto os dias mais doces, frescos e leves, como os mais fogosos, vividos e entusiasmantes possíveis. Independentemente de tudo: espero, torço, e luto agora contigo para que coletes os dias mais serenos e bem-vindos de todos os tempos - de todo e para todo sempre!... PARABÉNS, príncipe ♥

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Querido Outono, Que Um Dia Chegarás

Sempre tive a primavera e o outono a competirem pelo pódio da minha estação do ano favorita. Mas tenho preferido o outono, apercebo-me - é nele que poisa o meu sonhar ao vento e embalado nas folhas alaranjadas que esvoaçam; é nele que me sento a pensar comigo mesma enquanto se entrelaçam os meus cabelos e as frescas brisas embatem e acordam o meu rosto; é nele que crio histórias e recordo memórias e, de uma forma ou de outra, sei agora, é onde me nasce o amor. Na primavera também encontro poemas e flores, mas é no outono que a chuva mais me canta e o sol me acalenta; é no outono que o frio se mistura com o quente, e onde o equilíbrio procuro e em algum recanto o vejo estabelecido.

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Can't say how much I love you. But it is more than a lot!...

domingo, 4 de setembro de 2016

Então?!

Então preciso de ir flo(rindo).

Talvez Já/Ainda Não Tenham Reparado

Tenho partilhado textos temáticos por aqui uma vez por mês, indicando em rodapé a fonte original onde primeiramente estão a ser publicados. 
Ora pois que faço parte de um projeto e grupo de entreajuda na área das artes chamado Os Sonâmbulos. Se ainda não conhecem, convido-vos a darem uma espreitadela.

sábado, 3 de setembro de 2016

Do tema "Asas"

(1) 
Liberta as asas, clamam os ditos. E há quem não perceba nada de que a dica era para se desprender da rotina e voar, voar mais longe: liberta antes a mão das asas das chávenas de café e chá, esses que engole à pressa em dias de trabalho rotineiro, e acaba por se queimar. Larga as asas, aconselham os amigos, a família... Só que há quem tenha os pés tão assentes na terra que leva na literal o que é metáfora, acabando por largar os sacos cheios de compras na direção dos dedos - e nem os sapatos os salvam de largar um grito de dor. Abre as asas, ouve-se por aí; e logo a seguir vê-se um senhor que segue a instrução à risca, transformando-se num ápice num lambão a querer todo o céu para si e a dar uma cotovelada ao vizinho do lado.
Por outro lado... olho para ti e flutuas só por andar. Tu flutuas ainda que com os pés no chão, ainda que muito ciente que por vezes não se pode fazer da vida um poema de sorrisos. Só que nessas alturas, se for preciso, sorris e e dizes que, lá por serem de lágrimas, não quer dizer que alguns não possam ser poemas - ou não os houvesse também de saudades, de perdas, de dores. Não tens asas das que se veem como se veem nos pássaros - mas é evidente que voas. Quem disse que as asas reais tinham de ser fisicamente visíveis? As tuas não são; porém existem e levam às nuvens num simples abraço.

(2) 
Adoro que o nosso dar de mãos seja como um bater de asas que nos eleva juntos pelo céu ao mesmo tempo que nos permite a liberdade das direções a tomar. O amor é difícil de definir, mas com certeza não serão dois passarinhos juntos no baloiço de uma gaiola: chega a um ponto em já não sabem (nem conseguem) ser mais do que aquilo. Não nos encontro presos a essa definição de não-amor, felizmente; para dizer a verdade, não nos encontro presos a qualquer definição, seja do que for. O que bate certo, ou afinal o amor não é suposto ser isso mesmo? Algo sem limites, sem palavras? Não vamos por rótulos nesse tópico, que eles não o servem. Vamos por sentimentos, que só assim é possível falá-lo, escrevê-lo, pintá-lo, representá-lo,... demonstrá-lo. Só sei que te amo, e que amo sermos assim: algo além do baloiço fechado numa divisão - uma união que se formou e que se mantém livremente, decidindo, também, livremente voar um bocadinho mais longe, todos os dias, além barreiras.

- textos meus, publicados hoje, em Os Sonâmbulos

(Por Aqui Vagueou Hoje Inspiração)

Dos Que Escrevem

Acho que a mensagem principal da minha história mudou de repente. Nem eu estava à espera disto (sim: quem escreve não deixa de ser surpreendido, por muito que tudo aconteça em cada página se deva a si). Não era bem para aqui que imaginara caminhar, embora tenha de admitir que os últimos acontecimentos até encaixam melhor com o título que inicialmente atribui à história, o que me foi uma surpresa agradável (não pude deixar de achar engraçada a coincidência - pois claro que não! Sou a menina das ligações e associações mil entre isto, e aquilo, e aquele outro). Contudo, espero muito que as pessoas mais atentas descubram o que de inicialmente queria transmitir. Torço para que tenha conseguido deixá-lo subentendido em algumas passagens, e que tal seja suficientemente poderoso para ajudar o sorriso de alguém. 
Além disso - apercebi-me agora com esta reviravolta - nada está garantido: falta escrever as últimas páginas. Poderá haver um entrelaçar de mensagens, poderá voltar a primeira, manter-se a última... ou ainda surgir uma outra qualquer. Tudo pode acontecer.

One Book for Children (and Parents, I Hope) Almost Written (My First Book Ever) ❣


É oficial: falta-me a última parte e está terminado 
(fora rever e rever, e etc.).

sexta-feira, 2 de setembro de 2016

Tumbas!

Mood Psicoterapia

Agora Foram as Amigas

A Nês e Rute foram hoje de Intrarrail por três dias, rumo a Braga. Já há fotografias do comboio, das pulseiras... Estou a ficar nostálgica - já me metia num comboio outra vez.

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Haja Agendas

O clássico: para a semana (supostamente, e segundo o calendário académico) é a minha última semana de férias (se bem que, pelo que me contam de anos anteriores, entre estágio começar e não começar, devo estar de férias até outubro). O que é que se sucede? Toda a gente quer combinar algo comigo nessa precisa semana.

Sonhando-me, Recomeçando-me, Concretizando-me

Inauguro o mês de setembro contando ao mundo que tenho escrito regularmente em word - por outras palavras: tenho dado continuidade a um dos meus livros sonhados, e que há muito repousava na gaveta (há uma semana que não acumula mais pó).

¡Exactamente!

Let's Face All That Fears