segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Mais Mundo (em Nós)

- horas antes da partida na Gare do Oriente a 25 de julho de 2016.

Voltámos; e, com este regresso, inauguro a etiqueta Mais Mundo*, pois o bichinho das viagens de que se contam lendas por aí é real: atacou-me, sinto-o. Apesar de sempre ter gostado de viajar na companhia dos papás, sei que esta foi uma primeira pedrinha no meu caminho para uma progressiva maior e maior independência - para uma vontade de mais! E o meu amor também denota os efeitos secundários destes quinze dias fora quando me diz uma e outra vez que estes me fizeram crescer. Pois é: ainda que tenha, também, trazido na mochila algum cansaço e saudades de casa, trago sem dúvida uma pontinha de melancolia por estas duas semanas terem já terminado, e a certeza de que também me terei tornado, pelo menos, uma pessoa mais desenrascada, prática e resistente (o resto ainda estou para descobrir com o avançar dos dias de regresso).
Irei escrever aqui as minhas memórias desta primeira grande viagem que foi a minha; a dele; a nossa - a nossa enquanto dois passarinhos a voar lado a lado até meio da Europa de nuvem em nuvem: tanto contornando os relâmpagos, como aproveitando cada pedaço de algodão. Bem queria escrever tais memórias à mão durante as viagens de comboio, mas as prolongadas horas sob linhas férreas foram-me repetidamente poderosos embalos para cair em sestas várias. Tentarei, pois, registar aqui escrita e fotograficamente (ainda que as fotografias possam tardar as chegar: ainda não as tenho todas) uma cidade por dia - o que resulta num saldo de vinte e quatro horas vezes oito (precisamente por oito cidades terem ficado para trás).

Ora pois:
Até amanhã em Paris.

- mapa aproximado da rota ferroviária realizada.

* Nota: ainda que agora criada, poderei colocar esta etiqueta em publicações mais antigas.

segunda-feira, 25 de julho de 2016



Yes ♥

Levo Amor no Bolso, no Coração


- things my person says a 22 de julho de 2016, sobre o Interrail aí à porta... e sobre a vida!
thank you, my dearest best friend ♥

I Hope This Won't Happen during Our Interrail or She Will Stress Out


I will be ok mom and dad ♥ and I will call you in return if needed, I promisse ✿

Interrail Time With My Beloved Boyfriend. Volto Já!


Rota: Lisboa-Paris-Bruxelas-Amesterdão-Berlim-Munique-Avinhão-Barcelona-Madrid-Lisboa;
tudo de comboio.

Por que Céu Voas Tu?


sábado, 23 de julho de 2016

sábado, 16 de julho de 2016

Do tema "Máscaras"

Preferia não saber... mas caí na armadilha. Dei um passo, desloquei-me para mais perto para escutar o que se apressavam em me confidenciar (e que, confesso, ansiava por ouvir),... e logo me apercebi que me tinha posto na direção do abismo. Nas palavras que apenas me foram segredadas, feitas discretas, quase inaudíveis... ouvi o eco do embate no fundo do poço, provocado pela queda que logo antevi. Aí me apercebi do impacto das palavras: um impacto que, por muito que se tente esconder, não deixa de, por isso, existir, pois as palavras não deixam de ser o que são, seja-lhes dado o volume que for. 
Caí na armadilha. Caí na armadilha e numa armadilha para mim própria me tornei. Vou e volto a cada dia, colocando à flor da pele uma máscara como se de nada soubesse... e sei - sei de tudo. Sei e por isso sinto que brinco com o meu choro: que o gozo, que me rio na cara dele... ou na minha cara, na verdade. Cara esta que não sinto como minha - que não queria, mesmo, que fosse a minha. Só que... o que é que os outros pensariam se eu simplesmente me permitisse a mostrar o rosto? Se me permitisse a ser eu e o mostrasse como realmente me sinto por dentro neste momento? Pensariam que enlouquecera, com certeza! Mas eu sinto-me é louca de pensar assim.

- texto meu, publicado hoje, em Os Sonâmbulos

sexta-feira, 15 de julho de 2016

Volto a Repetir:


O ser humano dói, sabe doer. Parem! O que raio estão a fazer? Em que nome fazem isto? E isto? Loucos - estes sim estão loucos; completamente loucos.

terça-feira, 12 de julho de 2016

Arg!...

Santo deus - nunca, nunca mais quero ser delegada na vida. Era suposto estar de férias... despachei tudo o mais rápido possível para isso. Só que quem escolheu ainda não estar, não me larga com dúvidas!... Todos os dias tenho alguma mensagem a perguntar-me coisas sobre o que fazer nos trabalhos finais. E há sempre dúvidas parvas, do tipo: "qual é o mail do professor para o qual é para enviar o trabalho?"... Eu já só respondo "eu pus isso no grupo da turma"... porque pus, tudo explicado tim-tim por tim-tim na altura em que também eu estava com as mãos na massa, uma vez que já aí não me largavam. Ai pessoas, orientem-se que eu também me orientei!!!

domingo, 10 de julho de 2016

Perfect Definition

Hug Power! ^^

(Pequeno à Parte)

Engraçado como nos últimos anos tenho evitado tudo o que tivesse a ver com o Budismo (por associá-lo a recordações mais dolorosas da adolescência), mas depois tenho o quarto em casa do meu pai com quatro Budas e sempre tudo esteve ok.
Ai essa atenção seletiva (o ser humano tão giro e totó - e claro que me estou a incluir nesta definição, duh)...

Estes dois dias têm sido vividos com algum medo - medo da incerteza, do que vai acontecer a seguir, de não saber bem o que fazer agora e perante possíveis cenários futuros. Medo de tudo o que a esta ameaça que paira no ar está associado, e do facto de saber que o fio que a separa da realidade é fino e quebrável, de uma vulnerabilidade que tem crescido aos poucos e que agora atingiu o seu limite de flexibilidade - mais um esticão e quebra-se. E eu não sei como me posicionar face a este fio: até que ponto tenho de intervir? E como? O como assusta-me mais do que o resto. Até porque me sinto cada vez mais empurrada para esta situação, e não tenho a certeza da extensão da legitimidade da minha responsabilidade neste assunto. Quero dizer: sim, tenho alguma responsabilidade legítima neste assunto, claro; mas não creio que a tenha toda, e sinto que estão a tentar que a tenha de alguma forma porque já sou crescida. Está bem: tenho alguma responsabilidade. Só que não sei ao certo o que fazer com ela, porque não depende tudo de mim. Aliás: não depende principalmente de mim - a extensão da minha responsabilidade vai depender muito de como os outros dois envolvidos se resolverem. E só aí saberei a extensão concreta daquilo que me compete, e quais os comos mais adequados para ajudar a resolver o problema. Em resumo: não me sinto na responsabilidade de salvar uma união de facto da qual não faço parte, e que tanto traz coisas boas como menos boas. Não é a minha união amorosa. Há coisas nas quais não tenho voto na matéria e, pondo tudo na balança (e aposto que não sei da missa à metade desse tudo), não tenho a certeza qual é a melhor continuação desta história. Embora, claro, gostasse que não ocorressem mudanças drásticas nesta hora (quem gosta de mudanças drásticas?), esta parte não depende de mim - é algo muito pessoal, relativo a terceiros. Sinto-me, sim, na responsabilidade de estar ao lado de uma das pessoas dessa união, aconteça o que acontecer, e em ajudar a zelar pela saúde dela, independentemente do rumo que as coisas tomem - agora e no futuro. Sim, porque relações amorosas à parte, a saúde desta pessoa também me preocupa, e muito. Mas o que fazer entretanto para além de, simplesmente, estar de vigília e, sempre que possível, agir e impedir mais goles de bebida? Não sei bem. Não sei mesmo. 
Vale-me que o Buda e eu temos feito as pazes e, ao olhar a sua frase, acalmei-me: a incerteza está cá e assusta. Mas está cá. Tenho de lidar com ela e saber que, venha o que vier aí, a minha posição será sempre a mesma: estar ao lado da minha pessoa.

sábado, 9 de julho de 2016

Why Do We Do This To Ourselves

O ser humano dói. Sabe doer, e tantas vezes não sabe que o faz. Aos outros... e a si próprio.

sexta-feira, 8 de julho de 2016

Interrail: Coming Soon (July 25th)

Já está: o mais difícil da viagem já está planeado... e já temos os passes na mão (fomos comprá-los hoje de manhã)!!!


Coisas que eu aprendi com o planeamento de um interrail: é stressante, bate-se com a cabeça nas paredes, tem de se ler imensa coisa, tem de se pensar e repensar o trajeto mais do que uma vez tendo em conta os dias de viagem disponíveis, o dinheiro que se juntou e as horas a saltar de comboio em comboio e dentro de cada comboio, se são necessárias reservas extra ou não e quanto custam,... Enfim, aquela história de se ir sem planeamento total só é fazível se se tiver dinheiro infinito e uma boa dose de resiliência, porque se não tivéssemos planeado metade das coisas como planeámos... isto ia correr mal. Muito mal. E toda a frustração que senti ao longo destes dias ia manifestar-se nos dias de viagem em si.

Mas já está: conseguimos; temos os passes na mão. Quinze diazinhos de aventura, comboios, cinco países e muito amor nos aguardam!!! ♥

quarta-feira, 6 de julho de 2016


Percebes que o teu tempo está a ser gasto totalmente em modo férias quando às tantas te ris, o teu padrasto pergunta-te "o que foi?" e tu respondes "estou a ver [um vídeo de] uma tartaruga bebé a comer uma framboesa".

terça-feira, 5 de julho de 2016

(Deitei umas Lágrimazinhas, Confesso)

Arlindo: - Sabes porque é que às vezes estou a agarrar em ti só com uma mão e a outra está a segurar noutra coisa qualquer?
Maria: - Porquê?
Arlindo: - Para ter a certeza que não estou a sonhar.

- 4 de julho de 2016

sábado, 2 de julho de 2016

Do tema "Passado"

Não sei o que é inferno em mim: se o que me arde é esta ausência de ti, se é saber que já houve a tua presença. Que deus me quer assim? Sem saber em que tempo viver e chorar? Quem é esse deus que te quis a ti, para poder chamá-lo pelo nome e dirigir-lhe estas palavras: perguntar-lhe o porquê de tudo isto?
Contaste-me que, durante muito tempo, querias ser astronauta. Ver de perto como brilham as estrelas; pôr os pés na Lua porque, com eles na Terra, andam todos sempre e sonhar também é preciso.
No altar sussurraste-me que as estrelas tinha-las descoberto de perto ao navegar nos meus olhos, e que encontraste-te na Lua quando abriste a porta de casa e estava lá eu. Que agora, se pudesses aspirar a mais, seria ir em busca de mais formas de nós comigo. "Ter uma família contigo será como chegarmos a Marte e lá criar uma nova vida", disseste-me, agarrando-me na mão com força e de repente puxando-me para perto de ti, como quem desejasse ardendemente essa viagem assim. Creio que, assim, na verdade, conseguiríamos o Universo inteiro.
Não pensei que esta nova família fosse assim: que em vez de aumentar, diminuísse. Que Marte se consumisse tão ferozmente em chamas. Que guerra é esta em que agora me encontro? Que paz é essa em que estás?
É como se um buraco negro nos tivesse sugado a meio caminho.

- texto meu, publicado hoje, em Os Sonâmbulos

Indo com a Onda

Sem meias, deitada de barriga para baixo muito quieta sob a cama, deixando os pés a gelar enquanto a cabeça fervilhava consumida em frustração - isto fui eu hoje e até há bocado, quando milagrosamente e ao fim de séculos e séculos consegui rascunhar, pela primeira vez, duas rotas possíveis para o Interrail. Eis, pois, que todo o meu humor trombudo se transformou numa coisa mais dançante, e comecei a ter vontade de me abanar ao som disto.

Sometimes You Just Need to Scream It Out

This Summer: Interrail

Não disse, mas eu e o meu amor estamos a pensar fazer um Interrail este mês. Ora, visto que ele tem estado extremamente ocupado, avancei eu no planeamento. Eis, pois, que descobri que não sou nada, nada boa a planear viagens - e muito menos destas, em que há imensa treta a ter em conta. Fico uma pilha nervos. Se não fosse o meu padrasto a ajudar-me agora, já tinha atirado o PC ao ar. Falo sério.

quarta-feira, 29 de junho de 2016

terça-feira, 28 de junho de 2016

Don't lose who you are in the blur of the stars


«I stare at my reflection in the mirror
Why am I doing this to myself?
Losing my mind on a tiny error,
I nearly left the real me on the shelf
No, no, no, no

Don't lose who you are in the blur of the stars
Seeing is deceiving, dreaming is believing,
It's okay not to be okay
Sometimes it's hard to follow your heart
Tears don't mean you're losing, everybody's bruising,
Just be true to who you are

Brushing my hair, do I look perfect?
I forgot what to do to fit the mold,
The more I try the less it's working,
'Cause everything inside me screams: no, no, no, no

Yes, no's, egos, fake shows
Like woo, just go, and leave me alone
Real talk, real life, good love, goodnight
With a smile: that's my own»

Anotem: não desvalorizem o autoconhecimento!

Este último trabalho da faculdade tem sido extremamente desafiador em termos de encontrar motivação para o levar avante... Mas tem-me sido tão benéfico!... Tenho-me apercebido de imensa coisa acerca das pedrinhas que levo no sapato (ainda que, felizmente, não me atrapalhem a vida no dia-a-dia), bem como descoberto diversas formas novas de resolução de problemas.
Juro, este trabalho parecia o mais parvo de todos de se fazer... Entretanto, mudei por completo as minhas ideias. Eu explico: o professor pediu-nos para ouvir uma faixa de mindfulness, ler dois textos sobre o unified treatment e autoaplicar uma escala de investigação, com o objetivo de fazer um texto de reflexão sobre cada uma dessas experiências. Sendo o último trabalho do semestre em que já estou a morrer de cansaço e sedenta que isto tudo acabe, ainda para mais depois de fazer éne trabalhos e exames de teor muito mais científico... uma pessoa fica a olhar para as tarefas que nos são pedidas neste trabalho e subvaloriza-as. E que tola fui eu por o fazer! Tenho mergulhado no autoconhecimento em força e desenterrado ouro da areia em meu redor.

Coisas a recuperar ou estabelecer quando entrar de férias:

  • Voltar a fazer exercício regular e cuidar do meu corpo! Urgente!!!
  • Voltar a escrever
  • Ler! Tenho tantas saudades de ler por gosto e pôr de lado os artigos!
  • Sair mais vezes de casa (não posso mais com estas paredes)
  • Dormir sem despertador
  • Incutir hábitos de relaxamento na minha vida (miúda ansiosa right here!)

I know: bombardeamento de imagens é o que se tem assistido por aqui. Esperem-me de férias... e espere-se que as letras comecem a entrar mais em cena!

segunda-feira, 27 de junho de 2016

Welcome New Perspectives ♥

«One day in late summer, an old farmer was working in his field with his old sick horse. The farmer felt compassion for the horse and desired to lift its burden. So he left his horse loose to go the mountains and live out the rest of its life.
Soon after, neighbors from the nearby village visited, offering their condolences and said, "What a shame. Now your only horse is gone. How unfortunate you are! You must be very sad. How will you live, work the land, and prosper?" The farmer replied: "Who knows? We shall see".
Two days later the old horse came back now rejuvenated after meandering in the mountainsides while eating the wild grasses. He came back with twelve new younger and healthy horses which followed the old horse into the corral. 
Word got out in the village of the old farmer's good fortune and it wasn't long before people stopped by to congratulate the farmer on his good luck. "How fortunate you are!" they exclaimed. You must be very happy!" Again, the farmer softly said, "Who knows? We shall see."
At daybreak on the next morning, the farmer's only son set off to attempt to train the new wild horses, but the farmer's son was thrown to the ground and broke his leg. One by one villagers arrived during the day to bemoan the farmer's latest misfortune. "Oh, what a tragedy! Your son won't be able to help you farm with a broken leg. You'll have to do all the work yourself, How will you survive? You must be very sad". they said. Calmly going about his usual business the farmer answered, "Who knows? We shall see"
Several days later a war broke out. The Emperor's men arrived in the village demanding that young men come with them to be conscripted into the Emperor's army. As it happened the farmer's son was deemed unfit because of his broken leg. "What very good fortune you have!!" the villagers exclaimed as their own young sons were marched away. "You must be very happy." "Who knows? We shall see!", replied the old farmer as he headed off to work his field alone.
As time went on the broken leg healed but the son was left with a slight limp. Again the neighbors came to pay their condolences. "Oh what bad luck. Too bad for you"! But the old farmer simply replied; "Who knows? We shall see."
As it turned out the other young village boys had died in the war and the old farmer and his son were the only able bodied men capable of working the village lands. The old farmer became wealthy and was very generous to the villagers. They said: "Oh how fortunate we are, you must be very happy", to which the old farmer replied, "Who knows? We shall see!"»

- retirado daqui, escutado na faixa de mindfulness 
que tive de ouvir para o trabalho da faculdade

Eu "chapadinha":


Tudo bem não estar Tudo Bem

Trabalhando no Último Trabalho-Exame


Aguardando que floresça algo em mim com isto:
Maria enfrentando o seu bicho-que-assusta chamado Mindfulness.

segunda-feira, 20 de junho de 2016

terça-feira, 14 de junho de 2016

Acontece uma, e outra, e outra vez


O que sinto quando estudo 
(pois preciso de me fechar no quarto para o conseguir fazer).

quinta-feira, 9 de junho de 2016

Updating

terça-feira, 7 de junho de 2016

*Fazendo Figas*

Pedindo muito por dentro para que não haja pancadaria na distribuição dos estágios hoje... Visto que vai ser um processo interno da turma. Decidiu-se que íamos tentar ir por consenso e outros critérios (como local de residência, interesses profissionais futuros, etc.)... evitando, a todo o custo, recorrer às médias.
Pedindo muito, muito por dentro para que não haja pancadaria... uma vez que há muito mais pessoas a querer ir para adultos do que para crianças e adolescentes, o que significa que há quem terá de ceder - sendo, ainda por cima, quase todos os estágios para crianças e adolescentes deslocados de Lisboa.

...

Querida turminha, estou depositando fé em você!

quinta-feira, 2 de junho de 2016

quarta-feira, 1 de junho de 2016

Dia da Adulta (ainda que Eterna) Criança

Hoje é a reunião de apresentação dos locais de estágio disponíveis, assim como dos temas de tese.
Ainda não disse, mas já me decidi mais concretamente quanto ao estágio: vou tentar concorrer para estágio com adultos. "E porquê, Maria?", perguntam-me vocês? O que pesou na minha decisão final? Pesou esta sensação de haver um gap na nossa formação durante o mestrado quanto à intervenção com adultos... Eu, pelo menos, sinto uma insegurança um bocadinho assim para o grande quanto a trabalhar com esta população, pois só na recta final deste semestre é que começou a falar-se mais concretamente da intervenção com adultos. Como tal, conhecendo-me como me conheço e sabendo-me já genuinamente motivada para trabalhar com crianças e adolescentes (e que irei, com certeza, tentar trabalhar com eles mais tarde), opto por começar esta aventura no "mundo dos crescidos" com "crescidos"... e, assim, enfrentar logo os medos todos que, de outra forma, teria grandes dificuldades em "empurrar-me" para enfrentar. São os caminhos menos fáceis que nos ajudam a crescer... E eu? Eu não quero ficar por aqui. Quero muito, muito crescer!

segunda-feira, 30 de maio de 2016

«Amar é Deixar Ser»


Faz 1 ano desde que conheci uma pessoa que, não só me aceitou sem rodeios, como validou, indireta e diretamente, o facto de eu insistir teimosamente em fazê-lo também. Uma pessoa que me disse coisas como "acho que tiveste azar até agora" "devem andar todos cegos", ressalvando ainda a importância de se ser quem é com um "não mudes quem tu és, é isso que te torna especial" - algo que, apesar de todos sabermos que é assim que funciona, vem sempre embrulhado em forma de carinho quando nos é dito assim: com todas as palavrinhas e letrinhas. Disse-mo, éramos nós ainda apenas amigos... tanto por palavras, como também, muitas, muitas vezes, por gestos - desde o início. E eu... Eu disse-lho sempre também, de todos os feitios que até hoje me lembrei, pois desde os primeiros momentos que me sentia motivada para lho dizer - perante alguém tão maravilhoso como ele aparentava ser e que fui descobrindo que era mesmo (e até mais do que eu imaginava!), como não? Disse-lho igualmente através da fala e do fazer... e sempre através do que sentia (e sinto)!
Que bonito já ser assim desde os primórdios da nossa história... e que bonito que ainda se viria a tornar mais e mais e mais (e que continua a tornar-se)!...
Faz hoje 1 ano desde que fui fazer algo inteiramente meu e despreocupada para com o que os outros pudessem pensar: vesti o fato de um boneco no meio de alegria e boa disposição interior, tendo, a dada altura, olhado para o meu lado... e aquele que viria a ser a minha pessoa ri instantaneamente e diz-me "pareces uma azeitona". Ri também, e talvez tenha sido a partir daí que a minha barriga descobriu uma nova parcela do que era rir genuinamente, sem ainda saber que, mais tarde, viria também a "sentir fadas" em vez de "borboletas" (não fossem elas mais mágicas). De facto, fomos embora sem promessa alguma de voltarmos a falar, mas foi quando decidi que estava na hora de fazer alguma coisa por mim, dentro do mesmo espírito daquele dia em que me permiti a ser tão eu e a pôr de lado "o resto" e todos os macaquinhos da cabeça,... que tu entraste oficialmente na minha vida. Desde o primeiro minuto que me senti inteiramente bem a teu lado, e aos poucos fui percebendo o quão a nossa amizade estava a crescer de forma tão natural e a tornar-se tão importante para mim. E hoje... hoje, e assim "de repente", com o tempo a passar de forma tão suave e doce, contamos 1 aninho de amizade, conversas, abraços, risos e sorrisos largos em encontros constantes; 1 aninho de amizade a fazer par com 6 meses (e alguns dias) de um Amor que conquista e firma cada vez mais a sua letra maiúscula. E foi assim que aquilo que começou por ser um dia em que decidi que seria inteiramente meu, tão facilmente se tornou, também, um dia especialmente nosso. Porque contigo, meu amor e grande amigo, aprendi que quando somos inteiramente nós sem nos restringirmos nem um milímetro (porque não devemos nada a ninguém, a não ser a nós próprios: o direito a sermos felizes com o todo que somos), que se abrem as portas que queremos mesmo abrir - como as queremos abrir. E eis que a maior das maiores magias acontece... esse Amor de letra maiúscula de que já falei, e que de tanto mais falarei. Um Amor que se já era pela vida, por tudo aquilo que é e por quem se é, com todas as curvas e contracurvas, entre todas as chuvas e sóis, amanheceres e anoiteceres... também começou a ser (descobri, ao abrir "a" porta) por ti e por nós. ♥

Indeed (again)!


Indeed...




Do not discard your emotions; you are discarding yourself doing that



quinta-feira, 26 de maio de 2016

É Que o Céu... És Tu!


* Hoje foi a primeira tentativa minha e do meu amor de lançarmos uma lanterna voadora. 
Apesar de precisarmos de uma segunda tentativa no futuro (que o vento não ajudou)... 
a verdade é que não há desejo, nem sonho, nem brilho mais bonito do que aquele que vejo
 no teu olhar ainda que numa praia mergulhada na noite escura, meu amor. ♥

sábado, 14 de maio de 2016

Quando te Apercebes que já só resta Estágio e Tese

Duas semanas e nunca mais vou ter aulas na vida.
Duas semanas e (tirando formações que entretanto vá decidindo fazer) acabou-se.
...
O quê?!

Contam-se pelos Dedos das Mãos Semanas Tão Complicadas como Estas

Estou viva. Só fazendo pelo semestre acabar de vez no meio de quarenta trabalhos, frequências e, futuramente, exames. 
Estou viva. Só fazendo para que esta temporada passe rápido ao mesmo tempo que também me preocupo com escrever fitas de finalistas, preparar aniversários, delinear projetos aos poucos e vislumbrar nos curtos espacinhos da minha agenda, feita adivinha, onde é que será que as reuniões de apresentação e distribuição dos locais de estágio poderão calhar.
Mas, no fundo, estou viva. Então está tudo bem.

terça-feira, 26 de abril de 2016

segunda-feira, 25 de abril de 2016

Mestrado, a Quanto Obrigas

Mano: - Hoje vão estar 22 graus!
Eu: - Ah, e eu encafuada em casa...
Mano: - Abre uma janela!

...

(Ri muito!)