terça-feira, 23 de agosto de 2016
Healing, Step by Step, Scars of the Past
Hoje aprendi que tudo aquilo que me revolta no budismo são visões extremistas - leituras de entrelinhas de duas ou três pessoas que não estavam necessariamente corretas (o que é isso de estar correto e errado?). Hoje aprendi que tudo aquilo que me revolta no budismo não tem nada a ver com o budismo em si, e que, portanto, não é o budismo que me revolta: revolta-me o extremismo. O vou largar tudo para isto e por isto aplicado a seja o que for nesta vida.
Mais equilíbrio, por favor: sempre.
(Também me revoltava aquilo que aprendi associar ao budismo e que nada tinha a ver com ele: a dor toda que senti e a que me submeti pela altura em que conheci o budismo, e que em muito não tinha a ver com ele diretamente. Mas isso eu já sabia: mal desmascarei tal armadilha, desconstruí-a. E fiz, por exemplo, logo ali, as pazes com o senhor mindfulness.)
Mais equilíbrio, por favor: sempre.
(Também me revoltava aquilo que aprendi associar ao budismo e que nada tinha a ver com ele: a dor toda que senti e a que me submeti pela altura em que conheci o budismo, e que em muito não tinha a ver com ele diretamente. Mas isso eu já sabia: mal desmascarei tal armadilha, desconstruí-a. E fiz, por exemplo, logo ali, as pazes com o senhor mindfulness.)
O Que Se Lê Por Esse Facebook Fora
«O meu maior desejo é que se amam e sejam cada vez mais felizes.»
...
Que se amam...
...
More or less what I feel. Que se amem, senhora - que se amem!
Eu e o Meu Amor Fomos a Cascais na Segunda-Feira
Senhora desconhecida (em voz alta): - Hoje é sábado!
Senhor desconhecido que vem logo atrás dela (ao passar por nós): - É do sol, é do sol,...
- 22 de agosto de 2016
segunda-feira, 22 de agosto de 2016
sábado, 20 de agosto de 2016
Sobre a minha vida académica-profissional
Até agora não quis pensar em nada disso chamado estágio curricular, tese e regresso às "aulas", pois isto de dizer que vou para o 5º ano da faculdade - o último e derradeiro -, metia-me assim um bocadinho para o apreensiva e medrosa, metida com pensamentos do tipo "o quê, como, já?!" e "ohmeudeus, vou lidar com pessoas, vou ter de gerir mil coisas, uma tese para escrever, um relatório de estágio, pesquisas, vida pessoal, etc., asjaosdjasod" (metia-me, disse eu - e ainda mete; porém...). Porém, quando hoje me permiti um minuto de considerações mais profundas sobre o assunto, a coisa mexeu com a minha motivação intrínseca e sede de mais: de querer saber mais, aprender mais, fazer mais, ajudar mais. E não só planeei as minhas semanas todas até ao início do primeiro semestre, como mudei o outfit do meu CV de uma ponta à outra, pus-me a rever os feedbacks que pedi às antigas estagiárias do local para onde irei, andei a investigar cursos e palestras que poderia frequentar num futuro próximo e descarreguei um artigo.
Maria on fire.
terça-feira, 16 de agosto de 2016
Interrail: o (Homemade) Filme
Etiqueta de (re)nome:
(En)Cantos,
Entre dias e noites,
Excertos de Amor,
Mais Mundo
sábado, 13 de agosto de 2016
Do tema "Horror"
De que cor é o horror? De que cor é a realidade que cai sobre ti - e que ganha vida, e que morre em ti -, ao veres que quando um Homem tem uma ideia negra, foi porque "uma lâmpada se lhe acendeu" ao surgir essa ideia?
Essa cor, diria, é escolhida por ti.
- texto meu, publicado hoje, em Os Sonâmbulos
quarta-feira, 10 de agosto de 2016
Eu e os Prazos que me Imponho, Parte Mil
Claramente que houve um equívoco quando, anteontem, escrevi «[...] até amanhã em Paris». Eu queria dizer até depois (depois) de amanhã. Claro.*
* Este registo está a demorar-se mais do que eu julgava: quanto mais escrevo, mais coisas recordo... e ainda só vou na primeira cidade!... Ai mãe.
*Update: tenho já o equivalente a cinco páginas do Word só do primeiro dia rumo a e em Paris.
terça-feira, 9 de agosto de 2016
Tragam de Volta a Meteorologia do Norte
Este calor a oeste não se suporta. Quero muito Bruxelas e Amesterdão em Portugal. Pode ser? Pode?...
Eis, pois, uma mudança mais do que óbvia a registar em mim: comecei a gostar muito mais do frio. Bom, claro que andar com o casaco do namorado vestido também sabe sempre bem, mas a sério que uns quantos graus a menos por aqui iam saber à cereja no topo do bolo (já tinha feito a mesma observação em Avinhão, Barcelona e Madrid, onde já começara a sentir-me a entrar dentro de um forno).
segunda-feira, 8 de agosto de 2016
Primeiros Momentos Pós-Interrail
Uma mãe a dizer que não se sentiu ansiosa a não ser no primeiro dia, apesar de me enviar mensagens todos os dias e mais do que uma vez (tirando uma rara ocasião em que até julguei que tivesse acontecido alguma coisa entretanto, uma vez que só tive direito a uma mensagem e nada mais até à noitinha).
Um pai a vir ter comigo de propósito após o trabalho para me dar um abraço apertado (dos que nos levanta no ar), por entre um «a minha filha está viva» e outro «estás mais magrinha, a ver se agora comes» (com tanto quilómetro percorrido a pé e almoços "para safar" enquanto passeávamos, era quase certo que fosse acontecer).
Uma Maria a enganar-se por duas vezes e a chamar a mãe de amor, porque durante duas semanas quase não chamou por mais ninguém a não ser pelo seu príncipe. Se contasse que quase que lhe dei um beijinho na boca também... ai de mim (risos)!
(Pensando para com os Meus Botões sobre os Atentados, antes de Viajar)
Há uma diferença importante que o mundo tem de saber: pessoas mortas e pessoas sofridas não são sinónimos de pessoas derrotadas. Se por acaso fosse morta ou chorasse uma outra morte ou dor, não seria mais do que isso: uma pessoa morta, ou chorosa, ou dorida, ou ferida. Mas derrotada? Derrota, para mim, só é possível pelo autoflagelo que se chama abandonar-me a mim própria. E nisso... nisso não me revejo, e espero que muitos não se revejam também. Prefiro uma vida vivida do que uma vida limitada, pelo medo, na sua liberdade. E daí o Interrail Europa fora apesar de tudo. E daí continuar a andar de transportes públicos mesmo que aqui em Lisboa, na capital de um dos países da Península Ibérica, também já ela ameaçada. E daí continuar a sair à rua com o coração no peito e sonhos na cabeça, porque a vida que é minha, pelo que sei, só há uma - e está a acontecer agora.
- escrito por mim a vinte e poucos de julho de 2016
Mais Mundo (em Nós)
- horas antes da partida na Gare do Oriente a 25 de julho de 2016.
Voltámos; e, com este regresso, inauguro a etiqueta Mais Mundo*, pois o bichinho das viagens de que se contam lendas por aí é real: atacou-me, sinto-o. Apesar de sempre ter gostado de viajar na companhia dos papás, sei que esta foi uma primeira pedrinha no meu caminho para uma progressiva maior e maior independência - para uma vontade de mais! E o meu amor também denota os efeitos secundários destes quinze dias fora quando me diz uma e outra vez que estes me fizeram crescer. Pois é: ainda que tenha, também, trazido na mochila algum cansaço e saudades de casa, trago sem dúvida uma pontinha de melancolia por estas duas semanas terem já terminado, e a certeza de que também me terei tornado, pelo menos, uma pessoa mais desenrascada, prática e resistente (o resto ainda estou para descobrir com o avançar dos dias de regresso).
Irei escrever aqui as minhas memórias desta primeira grande viagem que foi a minha; a dele; a nossa - a nossa enquanto dois passarinhos a voar lado a lado até meio da Europa de nuvem em nuvem: tanto contornando os relâmpagos, como aproveitando cada pedaço de algodão. Bem queria escrever tais memórias à mão durante as viagens de comboio, mas as prolongadas horas sob linhas férreas foram-me repetidamente poderosos embalos para cair em sestas várias. Tentarei, pois, registar aqui escrita e fotograficamente (ainda que as fotografias possam tardar as chegar: ainda não as tenho todas) uma cidade por dia - o que resulta num saldo de vinte e quatro horas vezes oito (precisamente por oito cidades terem ficado para trás).
Ora pois:
Ora pois:
segunda-feira, 25 de julho de 2016
Subscrever:
Mensagens (Atom)







