segunda-feira, 27 de junho de 2016


Tudo bem não estar Tudo Bem

Trabalhando no Último Trabalho-Exame


Aguardando que floresça algo em mim com isto:
Maria enfrentando o seu bicho-que-assusta chamado Mindfulness.

segunda-feira, 20 de junho de 2016

terça-feira, 14 de junho de 2016

Acontece uma, e outra, e outra vez


O que sinto quando estudo 
(pois preciso de me fechar no quarto para o conseguir fazer).

quinta-feira, 9 de junho de 2016

Updating

terça-feira, 7 de junho de 2016

*Fazendo Figas*

Pedindo muito por dentro para que não haja pancadaria na distribuição dos estágios hoje... Visto que vai ser um processo interno da turma. Decidiu-se que íamos tentar ir por consenso e outros critérios (como local de residência, interesses profissionais futuros, etc.)... evitando, a todo o custo, recorrer às médias.
Pedindo muito, muito por dentro para que não haja pancadaria... uma vez que há muito mais pessoas a querer ir para adultos do que para crianças e adolescentes, o que significa que há quem terá de ceder - sendo, ainda por cima, quase todos os estágios para crianças e adolescentes deslocados de Lisboa.

...

Querida turminha, estou depositando fé em você!

quinta-feira, 2 de junho de 2016

quarta-feira, 1 de junho de 2016

Dia da Adulta (ainda que Eterna) Criança

Hoje é a reunião de apresentação dos locais de estágio disponíveis, assim como dos temas de tese.
Ainda não disse, mas já me decidi mais concretamente quanto ao estágio: vou tentar concorrer para estágio com adultos. "E porquê, Maria?", perguntam-me vocês? O que pesou na minha decisão final? Pesou esta sensação de haver um gap na nossa formação durante o mestrado quanto à intervenção com adultos... Eu, pelo menos, sinto uma insegurança um bocadinho assim para o grande quanto a trabalhar com esta população, pois só na recta final deste semestre é que começou a falar-se mais concretamente da intervenção com adultos. Como tal, conhecendo-me como me conheço e sabendo-me já genuinamente motivada para trabalhar com crianças e adolescentes (e que irei, com certeza, tentar trabalhar com eles mais tarde), opto por começar esta aventura no "mundo dos crescidos" com "crescidos"... e, assim, enfrentar logo os medos todos que, de outra forma, teria grandes dificuldades em "empurrar-me" para enfrentar. São os caminhos menos fáceis que nos ajudam a crescer... E eu? Eu não quero ficar por aqui. Quero muito, muito crescer!

segunda-feira, 30 de maio de 2016

«Amar é Deixar Ser»


Faz 1 ano desde que conheci uma pessoa que, não só me aceitou sem rodeios, como validou, indireta e diretamente, o facto de eu insistir teimosamente em fazê-lo também. Uma pessoa que me disse coisas como "acho que tiveste azar até agora" "devem andar todos cegos", ressalvando ainda a importância de se ser quem é com um "não mudes quem tu és, é isso que te torna especial" - algo que, apesar de todos sabermos que é assim que funciona, vem sempre embrulhado em forma de carinho quando nos é dito assim: com todas as palavrinhas e letrinhas. Disse-mo, éramos nós ainda apenas amigos... tanto por palavras, como também, muitas, muitas vezes, por gestos - desde o início. E eu... Eu disse-lho sempre também, de todos os feitios que até hoje me lembrei, pois desde os primeiros momentos que me sentia motivada para lho dizer - perante alguém tão maravilhoso como ele aparentava ser e que fui descobrindo que era mesmo (e até mais do que eu imaginava!), como não? Disse-lho igualmente através da fala e do fazer... e sempre através do que sentia (e sinto)!
Que bonito já ser assim desde os primórdios da nossa história... e que bonito que ainda se viria a tornar mais e mais e mais (e que continua a tornar-se)!...
Faz hoje 1 ano desde que fui fazer algo inteiramente meu e despreocupada para com o que os outros pudessem pensar: vesti o fato de um boneco no meio de alegria e boa disposição interior, tendo, a dada altura, olhado para o meu lado... e aquele que viria a ser a minha pessoa ri instantaneamente e diz-me "pareces uma azeitona". Ri também, e talvez tenha sido a partir daí que a minha barriga descobriu uma nova parcela do que era rir genuinamente, sem ainda saber que, mais tarde, viria também a "sentir fadas" em vez de "borboletas" (não fossem elas mais mágicas). De facto, fomos embora sem promessa alguma de voltarmos a falar, mas foi quando decidi que estava na hora de fazer alguma coisa por mim, dentro do mesmo espírito daquele dia em que me permiti a ser tão eu e a pôr de lado "o resto" e todos os macaquinhos da cabeça,... que tu entraste oficialmente na minha vida. Desde o primeiro minuto que me senti inteiramente bem a teu lado, e aos poucos fui percebendo o quão a nossa amizade estava a crescer de forma tão natural e a tornar-se tão importante para mim. E hoje... hoje, e assim "de repente", com o tempo a passar de forma tão suave e doce, contamos 1 aninho de amizade, conversas, abraços, risos e sorrisos largos em encontros constantes; 1 aninho de amizade a fazer par com 6 meses (e alguns dias) de um Amor que conquista e firma cada vez mais a sua letra maiúscula. E foi assim que aquilo que começou por ser um dia em que decidi que seria inteiramente meu, tão facilmente se tornou, também, um dia especialmente nosso. Porque contigo, meu amor e grande amigo, aprendi que quando somos inteiramente nós sem nos restringirmos nem um milímetro (porque não devemos nada a ninguém, a não ser a nós próprios: o direito a sermos felizes com o todo que somos), que se abrem as portas que queremos mesmo abrir - como as queremos abrir. E eis que a maior das maiores magias acontece... esse Amor de letra maiúscula de que já falei, e que de tanto mais falarei. Um Amor que se já era pela vida, por tudo aquilo que é e por quem se é, com todas as curvas e contracurvas, entre todas as chuvas e sóis, amanheceres e anoiteceres... também começou a ser (descobri, ao abrir "a" porta) por ti e por nós. ♥

Indeed (again)!


Indeed...




Do not discard your emotions; you are discarding yourself doing that



quinta-feira, 26 de maio de 2016

É Que o Céu... És Tu!


* Hoje foi a primeira tentativa minha e do meu amor de lançarmos uma lanterna voadora. 
Apesar de precisarmos de uma segunda tentativa no futuro (que o vento não ajudou)... 
a verdade é que não há desejo, nem sonho, nem brilho mais bonito do que aquele que vejo
 no teu olhar ainda que numa praia mergulhada na noite escura, meu amor. ♥

sábado, 14 de maio de 2016

Quando te Apercebes que já só resta Estágio e Tese

Duas semanas e nunca mais vou ter aulas na vida.
Duas semanas e (tirando formações que entretanto vá decidindo fazer) acabou-se.
...
O quê?!

Contam-se pelos Dedos das Mãos Semanas Tão Complicadas como Estas

Estou viva. Só fazendo pelo semestre acabar de vez no meio de quarenta trabalhos, frequências e, futuramente, exames. 
Estou viva. Só fazendo para que esta temporada passe rápido ao mesmo tempo que também me preocupo com escrever fitas de finalistas, preparar aniversários, delinear projetos aos poucos e vislumbrar nos curtos espacinhos da minha agenda, feita adivinha, onde é que será que as reuniões de apresentação e distribuição dos locais de estágio poderão calhar.
Mas, no fundo, estou viva. Então está tudo bem.

terça-feira, 26 de abril de 2016

segunda-feira, 25 de abril de 2016

Mestrado, a Quanto Obrigas

Mano: - Hoje vão estar 22 graus!
Eu: - Ah, e eu encafuada em casa...
Mano: - Abre uma janela!

...

(Ri muito!)

quarta-feira, 20 de abril de 2016

A Culpa é do CÃOração

Minha mãe despertou o meu lado literário a estas horas da noite - o meu lado coração, portanto.
Ai, já está: o sono acabou de pegar a noite pela mão, fugindo juntos para se casarem longe.

terça-feira, 19 de abril de 2016

Em Contagem Decrescente para as Vinte e Duas Primaveras

O meu amor diz que a exposição que está a preparar vai, também, ser a minha prenda de anos. Não sei se me roo de curiosidade se derreto de fofura. Vou ali fazer um mix  dos dois - qual bolachinhas de canela a acompanhar uma caneca de chá.

Das Novas Descobertas

Nunca tive alergias na vida... 
Até que comi qualquer coisa que desconheço e tumbas! Eis eu sarapintada.

Ora...


Trevos da Sorte em Punho e no Coração

Torçam pelo homem das neves! Em breve digo porquê.

sábado, 16 de abril de 2016

Trau!!

Ai ai ai!...

Aquele momento em que acabei todo um coelhinho de chocolate (ainda relativamente grande), recebido hoje, com um pequeno atraso relativamente à época pascal.

Maria, a Gulosa.

Pespectives

De Casulos a Borboletas


O meu amor também está em estado de transição, tal como eu. Eu com questões que vêm com aproximar do término do curso (isto é, a incerteza do início de carreira, como já deve ter dado para entender), ele com questões relativas à progressão na e viabilidade da sua carreira.

O voo assusta-nos. Mas queremos muito voar! 

Crises Pré-Início de Pré-Carreira

Se antes me julgava já quase quase com uma decisão final tomada, voltei a ficar com dúvidas se quero começar com adultos ou se quero começar com crianças e adolescentes. A culpa? A minha professora favorita de adultos ter voltado a dar-nos aulas (ainda só tinha dado no semestre passado), juntando-se ao acontecimento o facto de eu andar repentinamente a descobrir ainda mais áreas de interesse que tenho quanto à população adulta.
Olhem 'migos: ultimamente parece que não sei nada e que ando uma autêntica troca-tintas. Felizmente, esta última aparição de dúvidas quanto ao foco que quero ter no ano que vem veio a revelar-me uma coisa: vá eu para onde for, acho que vou sentir-me realizada.

(Uffa! Menos um peso em cima!)

Nota: Ah! Já sei: já sei quem quero para minha orientadora de estágio - vá para adultos, ou vá para crianças e adolescentes como casa de partida.

segunda-feira, 11 de abril de 2016

Ando toda desorientada da vida

Ok: estou com grandes dificuldades em não investir no livro de todo para já, uma vez que continuam a desabrochar ideias aqui e acolá ao longo dos meus dias. Por isso - e para relaxar o rim - vamos lá definir que não se vai desistir de nada por agora, mas que se vai fazer as coisas por prioridades.

  • Tarefa número um: adiantar à grande os dois trabalhos da faculdade.
  • Tarefa número dois: se tiver tempo, escrever o livro.

Por dentro...

... também existem dores de crescimento.

domingo, 10 de abril de 2016

Challenged Canceled

E... esqueça-se o concurso de escrita, pelo menos este e para este ano. Falta-me mais de metade do livro e sobram 12 dias para a data limite de submissões, sendo que tenho dois trabalhos da faculdade para entregar por essa mesma altura. Por muito que me doa e que me tente convencer de que vou ser capaz - porque tenho mesmo tentado convencer-me disso e puxado por mim o mais possível - a verdade é que ando num stress imenso que já me começa a fazer mal. 
Pronto... A parte boa disto é que fica mais uma ideia para mais um livro que, um dia, espero mesmo escrever.

sábado, 9 de abril de 2016

Viva la Vida Loka

Dois trabalhos a zeros e um livro para acabar de escrever em duas semanas...
Challenged accepted!

(Depois digo se sobrevivi).

Das Coisas que Não Se Devem Dizer Nunca

(Não sei se isto é o nome de um livro ou uma simples frase, mas adotei como frase)

Por aí, nesse mundo fora, há lá coisas

Aposto que os meus vizinhos de cima, no prédio do meu pai, davam um bom caso clínico. Comecemos pela mulher: tem uma obsessão pelas limpezas bem demarcada (hoje já vai na terceira máquina de lavar - mas fosse só hoje; é capaz de limpar a casa todos os santos dias, arredando móveis daqui para acolá constantemente) e é extremamente vingativa. Ao lhe fazermos chamadas de atenção relativamente ao barulho que faz em casa e que passa inevitavelmente para a nossa, é capaz de espalhar berlindes por todo o lado de propósito para fazer ainda mais ou então atirar outros objetos contra o chão. Grita com o marido e com o filho a torto e a direito e estes, pois claro, retaliam constantemente - é uma bela de uma dinâmica familiar. O marido agora toca músicas depressivas ao piano quase todos os dias. O filho volta e meia fica acordado até às tantas da noite sem uma única indicação por parte dos pais para se deitar ou sem esta indicação ser obedecida, sendo que já lhe foram feitas chamadas de atenção por parte da escola, que o descrevem como ensonado e pouco concentrado. Mais episódios e detalhes há - mas deixo no ar.
Ah: esta senhora foi minha professora de música na primária. Oh, mundo pequeno.

quarta-feira, 6 de abril de 2016

I Did

Os Desastres de Maria versus Queques-Aniversário

Estive em casa nos últimos dias por causa de uma amigdalite malvada - a primeira de que tenho recordações na minha vida, para dizer a verdade, e que me impediu de comparecer ao aniversário da Nês e da Rute (que fazem anos uma a seguir à outra). Querendo mimá-las pela minha falta, resolvi fazer um queque para cada uma, que lhes darei hoje.




Queques de baunilha com quadradinho 
de chocolate derretido no meio

Ingredientes: manteiga, açúcar, dois ovos, farinha, fermento, leite, açúcar de baunilha ou baunilha, quadradinhos de chocolate.

Estão bonitinhos, não estão? E também estão bons (yay)!

Contudo... Esta não foi a primeira tentativa...


Primeiro, em vez de usar uma batedeira, tentei bater tudo com uma varinha mágica...


Oh Maria...

terça-feira, 5 de abril de 2016

Desajustes Naturais


Ando mesmo a levar isto a sério!! (Nem acredito!...)

Os últimos tempos têm sido desconfortáveis - extremamente desconfortáveis. A quantidade de trabalho exacerba o armazém mental de tarefas a realizar e as aulas deste semestre estão-me a ser muito mais difíceis de acompanhar em termos motivacionais... Não só devido à exponencial carga de trrabalho que vai contribuindo para um cansaço cumulativo, como devido a todo um outro conjunto de variáveis: não tive praticamente descanso nenhum em nenhuma das férias que tive este ano letivo; os professores ora são os mesmos e insistem em praticamente as mesmas matérias, ora são extremamente diferentes do habitual e implicam que uma pessoa se molde a todo um novo estilo de lecionar os conteúdos programáticos; o momento de escolher o estágio e a tese e efetivamente pôr as mãos na massa é uma realidade cada vez mais próxima e assusta, por vezes quase suplicando para que o tempo pare - para que faça freeze.
Porém, arrisco-me a dizer que tudo isto é uma prova à minha capacidade de adaptação, às minhas competências de organização e de procura de soluções. Tem de ser, pois não vou deixar de fazer absolutamente nada do que estou a fazer - nem quero, isso está absolutamente fora de questão! Quero ser essa menina que se depara e deixa afetar pelas exigências do momento, mas que aprende a geri-las e a lidar com elas. Quero continuar a investir assim em mim, como tenho investido: com toda a força, mesmo que haja momentos em que careça de coragem. E quero investir ainda mais - cada vez mais - ao alimentar o motor dos restantes projetos de ordem profissional e pessoal que tenho em vista e em mãos.
Por isso: sim, os últimos tempos têm sido desconfortáveis - extremamente. Mas tal e qual o excerto que a minha mãe me deixou no e-mail há uns dias (escrito por Alexandre Duarte):

«O DESCONFORTO FAZ-NOS CRESCER

Por mais que soe a frase feita e se repitam, desenfreadamente pela internet, este tipo de memes, esta é uma daquelas verdades inatacáveis. 
O conforto faz-nos amolecer, retira-nos a vontade, a alma e a energia. O conforto reduz a necessidade do risco, a necessidade da aventura, a necessidade de encontrar novos caminhos, novas formas e novas soluções para os velhos problemas. E isso é muito perigoso.
Como disse um dia o meu Grande Amigo e formador da Restart, Ricardo Miranda, "perante o desconforto a maioria das pessoas fica angustiada, perdida, desorientada, à toa, sem saber o que fazer a seguir. Sente-se frustrada, incompetente, sente-se mal." E deu até um nome a este sentimento: chamou-lhe "monstrinho-monstrão feio, fedorento e feroz."
Mas o mais interessante é que esse monstro que desaconselha o fazer diferente, o arriscar, o ousar, o levar-nos até onde verdadeiramente importa estar, bem pode ser o nosso maior aliado. Para tal, só são precisas duas coisas: acreditar em nós e não ter receio.
Afinal, "A ship in harbor is safe. But that's not what ships are built for."»

segunda-feira, 4 de abril de 2016

Ontem 1000, hoje quase 4000


E já contam 3976 caracteres de 20000 no mínimo - espaços inclusive. Sim, eu vou participar num concurso de escrita. Sim, há um livro a ser sonhado, delineado e descoberto e, mesmo que não venha a ganhar o prémio, já sei que vou ganhar o maior tesouro de todos aqueles que poderia receber: um livro escrito, terminado, finito - todo direitinho, lindinho e pimpão assim. O meu primeiro livro.

sexta-feira, 1 de abril de 2016

quinta-feira, 31 de março de 2016

Reasons Why I Love You


Maria: - (Envia foto ao Arlindo, porque o Arlindo adora o Senhor dos Anéis e a Maria achou imensa graça à publicidade).
Arlindo: - Hello, temos de ir ao senhor dos pastéis um dia. Antes que o pastel seja destruído.
Arlindo: - Tu? Se for preciso escreves todos os dias. Tu já és escritora, só ainda não és reconhecida por isso. Mas escritora: já és. Olha para mim: também sou ilustrador, e não é por não me pagarem para isso que vou deixar de o ser.  Tu? Como psicóloga és uma excelente profissional. Tens imenso talento. Sabes ouvir, és simpática, sabes imensas coisas.

- 29 de março de 2016
(Derreti muitooo!!)

Veggie Food (semana XII, i.e., na semana passada)

Strogonoff Vegetariano

Ingredientes principais: azeite, cebola, cogumelos, algo de soja ou semelhante (neste caso foram salsichas de soja, mas na minha opinião fica excelente com tofu), natas, sal, pimenta preta. Não pus nesta receita em particular, mas a ideia é também colocar salsa.
Sugestões para acompanhar: massa ou arroz.

«As You Wish»

Amar é cozinhar à vez tentando fazer as delícias um do outro; é partilhar melodias enquanto se cozinha e às tantas largar tachos e panelas para dançar devagarinho, mergulhados em mimos, a música Thinking Out Loud. É também fingir que uma qualquer música está a tocar, trauteando-a, e dançar à toa juntos por entre gargalhadas. É estudar e trabalhar na companhia do outro, e ir fazendo pausas para mostrar vídeos de séries a quem se gosta com o intento de apresentar-lhe um pouco mais do seu mundo, convidando-o/a a nele entrar. É deixar o fim do dia chegar e sentarmo-nos no sofá abraçadinhos e a ver filmes, dando a mão e trocando cafunés. É acalmar os nervos e os choros com palavras e gestos certeiros, ou até mesmo com a doçura do olhar. Amar é encontrar doçura no olhar ao acordar, ao deitar, no decorrer de todo o dia; é encontrar doçura nos traços, na voz, no cheiro, no toque, no sabor, no movimento do amor. É sorrir constantemente com os lábios e o coração, bastando, para isso, saber e ver a nossa pessoa ali.

quinta-feira, 24 de março de 2016

Em Modo Páscoa (e 4 Meses de Namoro): Fiz Ovinhos de Salame e um Origami (na Semana Passada)

Ovinhos de salame
Ingredientes: chocolate negro, bolacha Maria torrada, um ovo.

Origami coelhinho-cesto
Tentativa 1, 2 e 3.

Origami coelhinho-cesto 
Não acertei à terceira, foi à quarta!

Quando Falta a Fofura

Por vezes, quando me dói o coração, agarro um bocado do edredon ou afago com vontade uma almofada ou o Baymax contra o peito... e assim parece, por uns momentos, que um qualquer buraco que se escavou em mim foi tapado com um pedaço de carinho-nuvem.

quarta-feira, 23 de março de 2016

ROFL

Quando a professora marca a entrega de um trabalho para quase logo a seguir às férias da Páscoa e no último dia de aulas diz "aproveitem as férias, não estudem só!". Ah. Ah ah ah!...