segunda-feira, 25 de julho de 2016

I Hope This Won't Happen during Our Interrail or She Will Stress Out


I will be ok mom and dad ♥ and I will call you in return if needed, I promisse ✿

Interrail Time With My Beloved Boyfriend. Volto Já!


Rota: Lisboa-Paris-Bruxelas-Amesterdão-Berlim-Munique-Avinhão-Barcelona-Madrid-Lisboa;
tudo de comboio.

Por que Céu Voas Tu?


sábado, 23 de julho de 2016

sábado, 16 de julho de 2016

Do tema "Máscaras"

Preferia não saber... mas caí na armadilha. Dei um passo, desloquei-me para mais perto para escutar o que se apressavam em me confidenciar (e que, confesso, ansiava por ouvir),... e logo me apercebi que me tinha posto na direção do abismo. Nas palavras que apenas me foram segredadas, feitas discretas, quase inaudíveis... ouvi o eco do embate no fundo do poço, provocado pela queda que logo antevi. Aí me apercebi do impacto das palavras: um impacto que, por muito que se tente esconder, não deixa de, por isso, existir, pois as palavras não deixam de ser o que são, seja-lhes dado o volume que for. 
Caí na armadilha. Caí na armadilha e numa armadilha para mim própria me tornei. Vou e volto a cada dia, colocando à flor da pele uma máscara como se de nada soubesse... e sei - sei de tudo. Sei e por isso sinto que brinco com o meu choro: que o gozo, que me rio na cara dele... ou na minha cara, na verdade. Cara esta que não sinto como minha - que não queria, mesmo, que fosse a minha. Só que... o que é que os outros pensariam se eu simplesmente me permitisse a mostrar o rosto? Se me permitisse a ser eu e o mostrasse como realmente me sinto por dentro neste momento? Pensariam que enlouquecera, com certeza! Mas eu sinto-me é louca de pensar assim.

- texto meu, publicado hoje, em Os Sonâmbulos

sexta-feira, 15 de julho de 2016

Volto a Repetir:


O ser humano dói, sabe doer. Parem! O que raio estão a fazer? Em que nome fazem isto? E isto? Loucos - estes sim estão loucos; completamente loucos.

terça-feira, 12 de julho de 2016

Arg!...

Santo deus - nunca, nunca mais quero ser delegada na vida. Era suposto estar de férias... despachei tudo o mais rápido possível para isso. Só que quem escolheu ainda não estar, não me larga com dúvidas!... Todos os dias tenho alguma mensagem a perguntar-me coisas sobre o que fazer nos trabalhos finais. E há sempre dúvidas parvas, do tipo: "qual é o mail do professor para o qual é para enviar o trabalho?"... Eu já só respondo "eu pus isso no grupo da turma"... porque pus, tudo explicado tim-tim por tim-tim na altura em que também eu estava com as mãos na massa, uma vez que já aí não me largavam. Ai pessoas, orientem-se que eu também me orientei!!!

domingo, 10 de julho de 2016

Perfect Definition

Hug Power! ^^

(Pequeno à Parte)

Engraçado como nos últimos anos tenho evitado tudo o que tivesse a ver com o Budismo (por associá-lo a recordações mais dolorosas da adolescência), mas depois tenho o quarto em casa do meu pai com quatro Budas e sempre tudo esteve ok.
Ai essa atenção seletiva (o ser humano tão giro e totó - e claro que me estou a incluir nesta definição, duh)...

Estes dois dias têm sido vividos com algum medo - medo da incerteza, do que vai acontecer a seguir, de não saber bem o que fazer agora e perante possíveis cenários futuros. Medo de tudo o que a esta ameaça que paira no ar está associado, e do facto de saber que o fio que a separa da realidade é fino e quebrável, de uma vulnerabilidade que tem crescido aos poucos e que agora atingiu o seu limite de flexibilidade - mais um esticão e quebra-se. E eu não sei como me posicionar face a este fio: até que ponto tenho de intervir? E como? O como assusta-me mais do que o resto. Até porque me sinto cada vez mais empurrada para esta situação, e não tenho a certeza da extensão da legitimidade da minha responsabilidade neste assunto. Quero dizer: sim, tenho alguma responsabilidade legítima neste assunto, claro; mas não creio que a tenha toda, e sinto que estão a tentar que a tenha de alguma forma porque já sou crescida. Está bem: tenho alguma responsabilidade. Só que não sei ao certo o que fazer com ela, porque não depende tudo de mim. Aliás: não depende principalmente de mim - a extensão da minha responsabilidade vai depender muito de como os outros dois envolvidos se resolverem. E só aí saberei a extensão concreta daquilo que me compete, e quais os comos mais adequados para ajudar a resolver o problema. Em resumo: não me sinto na responsabilidade de salvar uma união de facto da qual não faço parte, e que tanto traz coisas boas como menos boas. Não é a minha união amorosa. Há coisas nas quais não tenho voto na matéria e, pondo tudo na balança (e aposto que não sei da missa à metade desse tudo), não tenho a certeza qual é a melhor continuação desta história. Embora, claro, gostasse que não ocorressem mudanças drásticas nesta hora (quem gosta de mudanças drásticas?), esta parte não depende de mim - é algo muito pessoal, relativo a terceiros. Sinto-me, sim, na responsabilidade de estar ao lado de uma das pessoas dessa união, aconteça o que acontecer, e em ajudar a zelar pela saúde dela, independentemente do rumo que as coisas tomem - agora e no futuro. Sim, porque relações amorosas à parte, a saúde desta pessoa também me preocupa, e muito. Mas o que fazer entretanto para além de, simplesmente, estar de vigília e, sempre que possível, agir e impedir mais goles de bebida? Não sei bem. Não sei mesmo. 
Vale-me que o Buda e eu temos feito as pazes e, ao olhar a sua frase, acalmei-me: a incerteza está cá e assusta. Mas está cá. Tenho de lidar com ela e saber que, venha o que vier aí, a minha posição será sempre a mesma: estar ao lado da minha pessoa.

sábado, 9 de julho de 2016

Why Do We Do This To Ourselves

O ser humano dói. Sabe doer, e tantas vezes não sabe que o faz. Aos outros... e a si próprio.

sexta-feira, 8 de julho de 2016

Interrail: Coming Soon (July 25th)

Já está: o mais difícil da viagem já está planeado... e já temos os passes na mão (fomos comprá-los hoje de manhã)!!!


Coisas que eu aprendi com o planeamento de um interrail: é stressante, bate-se com a cabeça nas paredes, tem de se ler imensa coisa, tem de se pensar e repensar o trajeto mais do que uma vez tendo em conta os dias de viagem disponíveis, o dinheiro que se juntou e as horas a saltar de comboio em comboio e dentro de cada comboio, se são necessárias reservas extra ou não e quanto custam,... Enfim, aquela história de se ir sem planeamento total só é fazível se se tiver dinheiro infinito e uma boa dose de resiliência, porque se não tivéssemos planeado metade das coisas como planeámos... isto ia correr mal. Muito mal. E toda a frustração que senti ao longo destes dias ia manifestar-se nos dias de viagem em si.

Mas já está: conseguimos; temos os passes na mão. Quinze diazinhos de aventura, comboios, cinco países e muito amor nos aguardam!!! ♥

quarta-feira, 6 de julho de 2016


Percebes que o teu tempo está a ser gasto totalmente em modo férias quando às tantas te ris, o teu padrasto pergunta-te "o que foi?" e tu respondes "estou a ver [um vídeo de] uma tartaruga bebé a comer uma framboesa".

terça-feira, 5 de julho de 2016

(Deitei umas Lágrimazinhas, Confesso)

Arlindo: - Sabes porque é que às vezes estou a agarrar em ti só com uma mão e a outra está a segurar noutra coisa qualquer?
Maria: - Porquê?
Arlindo: - Para ter a certeza que não estou a sonhar.

- 4 de julho de 2016