sábado, 16 de abril de 2016
Ai ai ai!...
Aquele momento em que acabei todo um coelhinho de chocolate (ainda relativamente grande), recebido hoje, com um pequeno atraso relativamente à época pascal.
Maria, a Gulosa.
De Casulos a Borboletas
O meu amor também está em estado de transição, tal como eu. Eu com questões que vêm com aproximar do término do curso (isto é, a incerteza do início de carreira, como já deve ter dado para entender), ele com questões relativas à progressão na e viabilidade da sua carreira.
O voo assusta-nos. Mas queremos muito voar!
Crises Pré-Início de Pré-Carreira
Se antes me julgava já quase quase com uma decisão final tomada, voltei a ficar com dúvidas se quero começar com adultos ou se quero começar com crianças e adolescentes. A culpa? A minha professora favorita de adultos ter voltado a dar-nos aulas (ainda só tinha dado no semestre passado), juntando-se ao acontecimento o facto de eu andar repentinamente a descobrir ainda mais áreas de interesse que tenho quanto à população adulta.
Olhem 'migos: ultimamente parece que não sei nada e que ando uma autêntica troca-tintas. Felizmente, esta última aparição de dúvidas quanto ao foco que quero ter no ano que vem veio a revelar-me uma coisa: vá eu para onde for, acho que vou sentir-me realizada.
(Uffa! Menos um peso em cima!)
Nota: Ah! Já sei: já sei quem quero para minha orientadora de estágio - vá para adultos, ou vá para crianças e adolescentes como casa de partida.
segunda-feira, 11 de abril de 2016
Ando toda desorientada da vida
Ok: estou com grandes dificuldades em não investir no livro de todo para já, uma vez que continuam a desabrochar ideias aqui e acolá ao longo dos meus dias. Por isso - e para relaxar o rim - vamos lá definir que não se vai desistir de nada por agora, mas que se vai fazer as coisas por prioridades.
- Tarefa número um: adiantar à grande os dois trabalhos da faculdade.
- Tarefa número dois: se tiver tempo, escrever o livro.
Etiqueta de (re)nome:
Entre dias e noites,
Faculdade,
Sonho letras e vida em livros
domingo, 10 de abril de 2016
Challenged Canceled
E... esqueça-se o concurso de escrita, pelo menos este e para este ano. Falta-me mais de metade do livro e sobram 12 dias para a data limite de submissões, sendo que tenho dois trabalhos da faculdade para entregar por essa mesma altura. Por muito que me doa e que me tente convencer de que vou ser capaz - porque tenho mesmo tentado convencer-me disso e puxado por mim o mais possível - a verdade é que ando num stress imenso que já me começa a fazer mal.
Pronto... A parte boa disto é que fica mais uma ideia para mais um livro que, um dia, espero mesmo escrever.
sábado, 9 de abril de 2016
Viva la Vida Loka
Dois trabalhos a zeros e um livro para acabar de escrever em duas semanas...
Challenged accepted!
(Depois digo se sobrevivi).
(Depois digo se sobrevivi).
Etiqueta de (re)nome:
Entre dias e noites,
Faculdade,
Sonho letras e vida em livros
Por aí, nesse mundo fora, há lá coisas
Aposto que os meus vizinhos de cima, no prédio do meu pai, davam um bom caso clínico. Comecemos pela mulher: tem uma obsessão pelas limpezas bem demarcada (hoje já vai na terceira máquina de lavar - mas fosse só hoje; é capaz de limpar a casa todos os santos dias, arredando móveis daqui para acolá constantemente) e é extremamente vingativa. Ao lhe fazermos chamadas de atenção relativamente ao barulho que faz em casa e que passa inevitavelmente para a nossa, é capaz de espalhar berlindes por todo o lado de propósito para fazer ainda mais ou então atirar outros objetos contra o chão. Grita com o marido e com o filho a torto e a direito e estes, pois claro, retaliam constantemente - é uma bela de uma dinâmica familiar. O marido agora toca músicas depressivas ao piano quase todos os dias. O filho volta e meia fica acordado até às tantas da noite sem uma única indicação por parte dos pais para se deitar ou sem esta indicação ser obedecida, sendo que já lhe foram feitas chamadas de atenção por parte da escola, que o descrevem como ensonado e pouco concentrado. Mais episódios e detalhes há - mas deixo no ar.
Ah: esta senhora foi minha professora de música na primária. Oh, mundo pequeno.
Ah: esta senhora foi minha professora de música na primária. Oh, mundo pequeno.
quarta-feira, 6 de abril de 2016
Os Desastres de Maria versus Queques-Aniversário
Estive em casa nos últimos dias por causa de uma amigdalite malvada - a primeira de que tenho recordações na minha vida, para dizer a verdade, e que me impediu de comparecer ao aniversário da Nês e da Rute (que fazem anos uma a seguir à outra). Querendo mimá-las pela minha falta, resolvi fazer um queque para cada uma, que lhes darei hoje.
Queques de baunilha com quadradinho
de chocolate derretido no meio
Ingredientes: manteiga, açúcar, dois ovos, farinha, fermento, leite, açúcar de baunilha ou baunilha, quadradinhos de chocolate.
Estão bonitinhos, não estão? E também estão bons (yay)!
Contudo... Esta não foi a primeira tentativa...
Primeiro, em vez de usar uma batedeira, tentei bater tudo com uma varinha mágica...
Oh Maria...
terça-feira, 5 de abril de 2016
Desajustes Naturais
Ando mesmo a levar isto a sério!! (Nem acredito!...)
Os últimos tempos têm sido desconfortáveis - extremamente desconfortáveis. A quantidade de trabalho exacerba o armazém mental de tarefas a realizar e as aulas deste semestre estão-me a ser muito mais difíceis de acompanhar em termos motivacionais... Não só devido à exponencial carga de trrabalho que vai contribuindo para um cansaço cumulativo, como devido a todo um outro conjunto de variáveis: não tive praticamente descanso nenhum em nenhuma das férias que tive este ano letivo; os professores ora são os mesmos e insistem em praticamente as mesmas matérias, ora são extremamente diferentes do habitual e implicam que uma pessoa se molde a todo um novo estilo de lecionar os conteúdos programáticos; o momento de escolher o estágio e a tese e efetivamente pôr as mãos na massa é uma realidade cada vez mais próxima e assusta, por vezes quase suplicando para que o tempo pare - para que faça freeze.
Porém, arrisco-me a dizer que tudo isto é uma prova à minha capacidade de adaptação, às minhas competências de organização e de procura de soluções. Tem de ser, pois não vou deixar de fazer absolutamente nada do que estou a fazer - nem quero, isso está absolutamente fora de questão! Quero ser essa menina que se depara e deixa afetar pelas exigências do momento, mas que aprende a geri-las e a lidar com elas. Quero continuar a investir assim em mim, como tenho investido: com toda a força, mesmo que haja momentos em que careça de coragem. E quero investir ainda mais - cada vez mais - ao alimentar o motor dos restantes projetos de ordem profissional e pessoal que tenho em vista e em mãos.
Porém, arrisco-me a dizer que tudo isto é uma prova à minha capacidade de adaptação, às minhas competências de organização e de procura de soluções. Tem de ser, pois não vou deixar de fazer absolutamente nada do que estou a fazer - nem quero, isso está absolutamente fora de questão! Quero ser essa menina que se depara e deixa afetar pelas exigências do momento, mas que aprende a geri-las e a lidar com elas. Quero continuar a investir assim em mim, como tenho investido: com toda a força, mesmo que haja momentos em que careça de coragem. E quero investir ainda mais - cada vez mais - ao alimentar o motor dos restantes projetos de ordem profissional e pessoal que tenho em vista e em mãos.
Por isso: sim, os últimos tempos têm sido desconfortáveis - extremamente. Mas tal e qual o excerto que a minha mãe me deixou no e-mail há uns dias (escrito por Alexandre Duarte):
«O DESCONFORTO FAZ-NOS CRESCER
Por mais que soe a frase feita e se repitam, desenfreadamente pela internet, este tipo de memes, esta é uma daquelas verdades inatacáveis.
O conforto faz-nos amolecer, retira-nos a vontade, a alma e a energia. O conforto reduz a necessidade do risco, a necessidade da aventura, a necessidade de encontrar novos caminhos, novas formas e novas soluções para os velhos problemas. E isso é muito perigoso.
Como disse um dia o meu Grande Amigo e formador da Restart, Ricardo Miranda, "perante o desconforto a maioria das pessoas fica angustiada, perdida, desorientada, à toa, sem saber o que fazer a seguir. Sente-se frustrada, incompetente, sente-se mal." E deu até um nome a este sentimento: chamou-lhe "monstrinho-monstrão feio, fedorento e feroz."
Mas o mais interessante é que esse monstro que desaconselha o fazer diferente, o arriscar, o ousar, o levar-nos até onde verdadeiramente importa estar, bem pode ser o nosso maior aliado. Para tal, só são precisas duas coisas: acreditar em nós e não ter receio.
Afinal, "A ship in harbor is safe. But that's not what ships are built for."»

segunda-feira, 4 de abril de 2016
Ontem 1000, hoje quase 4000
E já contam 3976 caracteres de 20000 no mínimo - espaços inclusive. Sim, eu vou participar num concurso de escrita. Sim, há um livro a ser sonhado, delineado e descoberto e, mesmo que não venha a ganhar o prémio, já sei que vou ganhar o maior tesouro de todos aqueles que poderia receber: um livro escrito, terminado, finito - todo direitinho, lindinho e pimpão assim. O meu primeiro livro.
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