sábado, 9 de abril de 2016

Viva la Vida Loka

Dois trabalhos a zeros e um livro para acabar de escrever em duas semanas...
Challenged accepted!

(Depois digo se sobrevivi).

Das Coisas que Não Se Devem Dizer Nunca

(Não sei se isto é o nome de um livro ou uma simples frase, mas adotei como frase)

Por aí, nesse mundo fora, há lá coisas

Aposto que os meus vizinhos de cima, no prédio do meu pai, davam um bom caso clínico. Comecemos pela mulher: tem uma obsessão pelas limpezas bem demarcada (hoje já vai na terceira máquina de lavar - mas fosse só hoje; é capaz de limpar a casa todos os santos dias, arredando móveis daqui para acolá constantemente) e é extremamente vingativa. Ao lhe fazermos chamadas de atenção relativamente ao barulho que faz em casa e que passa inevitavelmente para a nossa, é capaz de espalhar berlindes por todo o lado de propósito para fazer ainda mais ou então atirar outros objetos contra o chão. Grita com o marido e com o filho a torto e a direito e estes, pois claro, retaliam constantemente - é uma bela de uma dinâmica familiar. O marido agora toca músicas depressivas ao piano quase todos os dias. O filho volta e meia fica acordado até às tantas da noite sem uma única indicação por parte dos pais para se deitar ou sem esta indicação ser obedecida, sendo que já lhe foram feitas chamadas de atenção por parte da escola, que o descrevem como ensonado e pouco concentrado. Mais episódios e detalhes há - mas deixo no ar.
Ah: esta senhora foi minha professora de música na primária. Oh, mundo pequeno.

quarta-feira, 6 de abril de 2016

I Did

Os Desastres de Maria versus Queques-Aniversário

Estive em casa nos últimos dias por causa de uma amigdalite malvada - a primeira de que tenho recordações na minha vida, para dizer a verdade, e que me impediu de comparecer ao aniversário da Nês e da Rute (que fazem anos uma a seguir à outra). Querendo mimá-las pela minha falta, resolvi fazer um queque para cada uma, que lhes darei hoje.




Queques de baunilha com quadradinho 
de chocolate derretido no meio

Ingredientes: manteiga, açúcar, dois ovos, farinha, fermento, leite, açúcar de baunilha ou baunilha, quadradinhos de chocolate.

Estão bonitinhos, não estão? E também estão bons (yay)!

Contudo... Esta não foi a primeira tentativa...


Primeiro, em vez de usar uma batedeira, tentei bater tudo com uma varinha mágica...


Oh Maria...

terça-feira, 5 de abril de 2016

Desajustes Naturais


Ando mesmo a levar isto a sério!! (Nem acredito!...)

Os últimos tempos têm sido desconfortáveis - extremamente desconfortáveis. A quantidade de trabalho exacerba o armazém mental de tarefas a realizar e as aulas deste semestre estão-me a ser muito mais difíceis de acompanhar em termos motivacionais... Não só devido à exponencial carga de trrabalho que vai contribuindo para um cansaço cumulativo, como devido a todo um outro conjunto de variáveis: não tive praticamente descanso nenhum em nenhuma das férias que tive este ano letivo; os professores ora são os mesmos e insistem em praticamente as mesmas matérias, ora são extremamente diferentes do habitual e implicam que uma pessoa se molde a todo um novo estilo de lecionar os conteúdos programáticos; o momento de escolher o estágio e a tese e efetivamente pôr as mãos na massa é uma realidade cada vez mais próxima e assusta, por vezes quase suplicando para que o tempo pare - para que faça freeze.
Porém, arrisco-me a dizer que tudo isto é uma prova à minha capacidade de adaptação, às minhas competências de organização e de procura de soluções. Tem de ser, pois não vou deixar de fazer absolutamente nada do que estou a fazer - nem quero, isso está absolutamente fora de questão! Quero ser essa menina que se depara e deixa afetar pelas exigências do momento, mas que aprende a geri-las e a lidar com elas. Quero continuar a investir assim em mim, como tenho investido: com toda a força, mesmo que haja momentos em que careça de coragem. E quero investir ainda mais - cada vez mais - ao alimentar o motor dos restantes projetos de ordem profissional e pessoal que tenho em vista e em mãos.
Por isso: sim, os últimos tempos têm sido desconfortáveis - extremamente. Mas tal e qual o excerto que a minha mãe me deixou no e-mail há uns dias (escrito por Alexandre Duarte):

«O DESCONFORTO FAZ-NOS CRESCER

Por mais que soe a frase feita e se repitam, desenfreadamente pela internet, este tipo de memes, esta é uma daquelas verdades inatacáveis. 
O conforto faz-nos amolecer, retira-nos a vontade, a alma e a energia. O conforto reduz a necessidade do risco, a necessidade da aventura, a necessidade de encontrar novos caminhos, novas formas e novas soluções para os velhos problemas. E isso é muito perigoso.
Como disse um dia o meu Grande Amigo e formador da Restart, Ricardo Miranda, "perante o desconforto a maioria das pessoas fica angustiada, perdida, desorientada, à toa, sem saber o que fazer a seguir. Sente-se frustrada, incompetente, sente-se mal." E deu até um nome a este sentimento: chamou-lhe "monstrinho-monstrão feio, fedorento e feroz."
Mas o mais interessante é que esse monstro que desaconselha o fazer diferente, o arriscar, o ousar, o levar-nos até onde verdadeiramente importa estar, bem pode ser o nosso maior aliado. Para tal, só são precisas duas coisas: acreditar em nós e não ter receio.
Afinal, "A ship in harbor is safe. But that's not what ships are built for."»

segunda-feira, 4 de abril de 2016

Ontem 1000, hoje quase 4000


E já contam 3976 caracteres de 20000 no mínimo - espaços inclusive. Sim, eu vou participar num concurso de escrita. Sim, há um livro a ser sonhado, delineado e descoberto e, mesmo que não venha a ganhar o prémio, já sei que vou ganhar o maior tesouro de todos aqueles que poderia receber: um livro escrito, terminado, finito - todo direitinho, lindinho e pimpão assim. O meu primeiro livro.

sexta-feira, 1 de abril de 2016

quinta-feira, 31 de março de 2016

Reasons Why I Love You


Maria: - (Envia foto ao Arlindo, porque o Arlindo adora o Senhor dos Anéis e a Maria achou imensa graça à publicidade).
Arlindo: - Hello, temos de ir ao senhor dos pastéis um dia. Antes que o pastel seja destruído.
Arlindo: - Tu? Se for preciso escreves todos os dias. Tu já és escritora, só ainda não és reconhecida por isso. Mas escritora: já és. Olha para mim: também sou ilustrador, e não é por não me pagarem para isso que vou deixar de o ser.  Tu? Como psicóloga és uma excelente profissional. Tens imenso talento. Sabes ouvir, és simpática, sabes imensas coisas.

- 29 de março de 2016
(Derreti muitooo!!)

Veggie Food (semana XII, i.e., na semana passada)

Strogonoff Vegetariano

Ingredientes principais: azeite, cebola, cogumelos, algo de soja ou semelhante (neste caso foram salsichas de soja, mas na minha opinião fica excelente com tofu), natas, sal, pimenta preta. Não pus nesta receita em particular, mas a ideia é também colocar salsa.
Sugestões para acompanhar: massa ou arroz.

«As You Wish»

Amar é cozinhar à vez tentando fazer as delícias um do outro; é partilhar melodias enquanto se cozinha e às tantas largar tachos e panelas para dançar devagarinho, mergulhados em mimos, a música Thinking Out Loud. É também fingir que uma qualquer música está a tocar, trauteando-a, e dançar à toa juntos por entre gargalhadas. É estudar e trabalhar na companhia do outro, e ir fazendo pausas para mostrar vídeos de séries a quem se gosta com o intento de apresentar-lhe um pouco mais do seu mundo, convidando-o/a a nele entrar. É deixar o fim do dia chegar e sentarmo-nos no sofá abraçadinhos e a ver filmes, dando a mão e trocando cafunés. É acalmar os nervos e os choros com palavras e gestos certeiros, ou até mesmo com a doçura do olhar. Amar é encontrar doçura no olhar ao acordar, ao deitar, no decorrer de todo o dia; é encontrar doçura nos traços, na voz, no cheiro, no toque, no sabor, no movimento do amor. É sorrir constantemente com os lábios e o coração, bastando, para isso, saber e ver a nossa pessoa ali.

quinta-feira, 24 de março de 2016

Em Modo Páscoa (e 4 Meses de Namoro): Fiz Ovinhos de Salame e um Origami (na Semana Passada)

Ovinhos de salame
Ingredientes: chocolate negro, bolacha Maria torrada, um ovo.

Origami coelhinho-cesto
Tentativa 1, 2 e 3.

Origami coelhinho-cesto 
Não acertei à terceira, foi à quarta!

Quando Falta a Fofura

Por vezes, quando me dói o coração, agarro um bocado do edredon ou afago com vontade uma almofada ou o Baymax contra o peito... e assim parece, por uns momentos, que um qualquer buraco que se escavou em mim foi tapado com um pedaço de carinho-nuvem.

quarta-feira, 23 de março de 2016

ROFL

Quando a professora marca a entrega de um trabalho para quase logo a seguir às férias da Páscoa e no último dia de aulas diz "aproveitem as férias, não estudem só!". Ah. Ah ah ah!...




terça-feira, 22 de março de 2016

The (Scary and Hopeful) Thing is That We Are All Human Kind

E Partilha o Professor Saraiva, e Bem:


«Vendo o que se pode fazer em nome de Deus perguntamo-nos se o Diabo ainda fica com alguma coisa para fazer».