quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Veggie Food (Semana VI)

Primeira de quatro receitas feita!

Caril de legumes

Ingredientes principais: azeite, cebola, cenoura, tomate, pimento, mini-malagueta, courgette, sal, leite de coco, açafrão, caril; podem-se usar outros legumes em vez destes (por exemplo: bróculos).
Sugestões para acompanhar: arroz e/ou batata frita palha; cajus a colocar por cima no fim (opcional).

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

I was Volunteering, so...


Sinto que estive numa outra dimensão por dez dias. Estou agora a tentar voltar à realidade... vou a passo de caracol, porque aparentemente muito se passou. E onde estive também muito se passou: dez dias inteirinhos a comunicar em inglês, trocando ideias, experiências, e trabalhando em conjunto para a construção de um jogo de raiz... Um jogo que pretende ajudar ao desenvolvimento de competências em crianças e jovens vulneráveis - nomeadamente, nas crianças e jovens que estão em centros educativos. Foi um desafio e tanto... Mas conto, cheia de orgulho, gratidão e felicidade, que conseguimos dar os primeiros passos para a criação de novas oportunidades para estas crianças e jovens! O jogo está funcional, está mesmo!!! E agora é limar arestas. Também tive a sorte de fazer parte de um grupo que, embora grande e multicultural (e que, portanto, se podia antever difícil de trabalhar em conjunto), se coordenou super facilmente! Todos estivemos ali: concentrados e focados no mesmo; com vontade de trabalhar e chegar a acordos, num constante espírito de interajuda e cooperação. Demos também sempre a mão ao lazer e convívio entre todos e, assim, no meio de conversas e gargalhadas, partilhas e abraços, construímos não só uma equipa, mas também uma família. Uma verdadeira, unida e maravilhosa família internacional!... Não consigo recordar nenhum dos últimos dez dias sem esboçar sorrisos rasgados, detetar umas lágrimazinhas de saudade a querer sair, e saber-me de alma cheia. Não troco nenhuma das olheiras que me ameaçaram por nada deste mundo... Cheguei ao fim desta etapa exausta, mas com uma grande, grande sensação de recompensa. Estou mesmo muito contente por fazer parte deste projeto e por ter ajudado ao nascimento deste "bebé" que agora se quer que continue a crescer bem e saudável!...

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Veggie Food (semana IV & V)

Just for the world to know: I did not forgot to cook last week. I just couldn't make it to publish the photo here on time (e, antes de mais, desculpem também a entrada em inglês - era-me inevitável. Tenho estado num projeto de voluntariado com portugueses, alemães e italianos nos últimos dias, pelo que torna-se difícil a constante transição inglês-português, português-inglês).
Na semana passada não consegui fazer as três receitas em falta... Fiz uma, e com ela vos presenteio abaixo. Como o voluntariado só acaba este domingo (e tem sido de manhã à noite), vou voltar a falhar a receita desta semana e acumular às outras duas receitas em atraso. So, once again, there are three recepies left.

Salsichas (de soja) com couve lombarda

Ingredientes principais: salsichas de soja, cenoura, tomate, couve-lombarda, piri-piri, cebola.
Sugestões para acompanhar: arroz e/ou batata frita palha.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

domingo, 24 de janeiro de 2016

Veggie Food (semana III)

Continuam a acumular receitas por fazer... Ai ai, menina Maria!...
Desta vez a falha não foi por ter-me revelado uma naba teimosa em determinada receita, mas porque simplesmente deixei passar o desafio no meio dos últimos exames da faculdade. Consegue-se adivinhar o que isto significa, certo?!
Next week: three recipes (sim sim: este desafio é cumulativo... Por isso, se eu não cumprir por sistema, chego a um ponto em que não só como como durmo na cozinha! E, obviamente, a Maria não quer isso - ou não houvesse mais vida lá fora)!

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Fujam

Tem dias em que ser delegada de turma é uma dor de cabeça. Em dois dias e entre mil e quinhentas mensagens que me chegaram, algumas, desculpem-me, foram-me qualquer coisa de irrisório. Exemplificando:

- Achas que letra 11 em vez de 12 faz mal? 
(Bom, fica um pouco à consciência de cada um, não é verdade? O professor pediu letra 12. Por outro lado, não sei se se vai pôr a comparar tamanhos de letra em folhas impressas se não for nada de muito discrepante...)

- Quando é que achas que os nossos colegas vão conseguir chegar a um acordo para depois se sugerir à professora a data do exame de 2ª fase? 
(Tenho cara de bola de cristal?)

- Ouvimos dizer que no ano passado não se tinha mais de 16 nesta cadeira. Podes enviar um mail à professora a perguntar se ela dá mais do que 16? Porque senão escusa-se de ir a melhoria... 
(Ah, claro... vai soar tão bem perguntar isso!)

Oh pessoas...

[Precisava mesmo de desabafar, tendo em consideração que tenho sido bombardeada de mensagens e que hoje quase ainda não parei um 'niquinho para pegar nas perguntas de avaliação que, supostamente, teria de entregar no sábado no cacifo do professor para ainda contarem para 1ª fase; visto que já achava que só ia conseguir entregar em 2ª devido ao tempo que antes tinha, e tendo em conta que, entretanto, tempo foi algo escasso no dia de hoje: 2ª fase will be.]

Da Época de Exames

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Cookie Monster Fan

«Eu só tenho uma certeza: nada fica como está»

Wolfgang: - Tenho cada vez menos certezas, cada vez mais dúvidas.

O Que te Conta Este Silêncio?

Wolfgang: - Eu sinto que há um silêncio que fala; é ótimo.

Sobre a Tristeza

BV: - Mesmo as emoções disfóricas dão sentido à vida: há situações tão "importantes" que nós sentimos que precisamos da tristeza.

São Esquemas

BV: - Nenhum esquema "se vai embora", é tudo uma questão de competição entre esquemas. Quem ganha é o diabinho que berra mais alto.

Saga dos Sonhos (em Apenas Dois Dias)

Sou daquelas pessoas que raramente se lembra do que sonhou, mas em dois dias julgo que atingi o meu recorde. Ontem, por exemplo, comecei por sonhar que estava no anfiteatro da faculdade e que, do lado esquerdo (como quem sobe as escadas laterais), havia uma casa de banho. Fui lá a dada altura, e a minha afilhada académica também. Aí, ganhei coragem de a confrontar de uma vez por todas e perguntar-lhe o que se passava, se estava chateada comigo. Disse-me que não e abraçámo-nos, desatei a chorar que nem uma Maria Madalena, sentindo um imenso alívio e amor, e a esperança de que tudo voltasse ao ambiente acolhedor de antes. Até aqui e quanto a este sonho, tudo certo: é compatível com aquilo que me preocupa e que mexe comigo na realidade. Depois disso... Não sei enumerar sonhos que não me tenham sido estranhos. Reparem:
Sonhei que estava a percorrer um hospital, à procura de qualquer coisa ou de alguém (não sei bem). A determinada altura, cheguei a uma porta que dava para a rua e onde duas ou três pessoas estavam a tratar do lixo do hospital à chuva. Era tanto, tanto lixo!... Transbordava dos contentores e havia ainda uma quantidade considerável espalhada pelo chão. Eu só pensava que se mexesse no lixo como aqueles colegas que ia ficar toda suja, mas que talvez devesse ajudar; via-me ali naquele impasse, se ajudava ou se não ajudava, pois para além de sentir que aquele lixo todo me estava a contorcer o estômago, a verdade é que também tinha uma tarefa a fazer - embora os meus colegas não o soubessem e pudessem achar que seria mau da minha parte não os ajudar. Lembro-me de ainda ir espreitar uma casa de banho que era disponibilizada, precisamente, para aquelas pessoas tomarem banho a seguir ao trabalho de recolha do lixo, mas também estava tão suja que não me parecia ser eficiente para o fim que lhe foi atribuído.
Por fim e ainda quanto a ontem, sonhei que tinha ido ao cinema com o meu amor. Só que, após a visualização de um filme, ainda tínhamos vontade de ver mais outro... Então fomos a uma caixa de multibanco comprar os bilhetes. No entanto, como não percebíamos nada disso de comprar os bilhetes via caixa de multibanco, enganámo-nos e comprámos um bilhete para o dia seguinte - coisa que não dava jeitinho nenhum, pois queríamos era vê-lo naquele mesmo dia. Dirigi-me então ao balcão dos cinemas para reportar a situação, na tentativa de que nos ajudassem a resolvê-la. A senhora que me atendeu compreendeu a confusão, e logo se disponibilizou a trocar-nos o bilhete para um outro dia que nos desse jeito ir ao cinema. Perguntou-me se preferíamos quarta ou quinta-feira. Lá lhe disse um dos dias e ela deu-me os bilhetes... mas para a sessão das 7h da manhã. Disse-lhe que aquela hora não dava jeito nenhum, e ela recriminou-me, pois eu já deveria saber que era aquela a única hora a que dava o filme. Lá se preparou para então me devolver o dinheiro dos bilhetes, ainda que com todo um ar de quem já estava com falta de paciência. Devolveu-me praticamente a íntegra do dinheiro, mas percebi que tinha ficado com uns cêntimos a mais para ela. Dada a postura progressivamente mais arrogante da rapariga, só me queria ir embora dali e portanto nem barafustei.
Quanto a hoje, recordo-me de dois sonhos: no primeiro, a Cláudia ofereceu-me uma mini-alforreca para pôr no aquário de água salgada cá de casa. Era transparente e tinha três pintinhas pretas - muito gira, ainda que eu temesse que pudesse ser venenosa dadas as pintinhas. Contudo, estava a ser difícil levá-la para casa: sempre que tentava dirigir-me para casa com a alforreca, ela desaparecia do saco. O saco logo se enchia de mini-bonecos de animais marinhos, e eu tinha de me dirigir a dois aquários no meio da rua para procurar a minha alforreca e voltar a metê-la dentro do saco. Sempre que o fazia e conseguia, voltava a andar em direção a casa e ela voltava a desaparecer. Cheguei, inclusive, a conseguir pôr um peixe-palhaço e uma outra mini-alforreca dentro do saco que, em vez de pintinhas pretas, tinha um cubo de açúcar dentro de si - num ponto central, como se do seu cérebro se tratasse. Não tenho a certeza se realmente consegui trazer a minha alforreca para casa ou não ou se acabei por trazer a do cubo de açúcar em conjunto com o "nemo", na esperança que fosse a minha.
Por fim, hoje sonhei, também, com o fim de ano. Tínhamos ido com amigos para um sítio esquisito, onde as ruas eram como que um centro comercial: tinham corredores, lojas em todos os cantos, contudo ao ar livre. Lembro-me, a propósito, de estar sentada num café-bar, e a senhora às tantas começar a apagar e acender as luzes para as pessoas se irem embora. Depois lembro-me que a casa em que estávamos alojados era, na verdade, a casa da minha avó paterna, ainda que na cozinha também houvesse uma casa de banho e na casa de banho um frigorífico. Esse frigorífico estava cheio de carne por cozinhar, e eu lembro-me de perguntar se eles (amigos) não tinham trazido carne a mais, contudo respondendo logo à minha própria pergunta com o comentário "pois, está bem: eu sou vegetariana, na verdade não tenho noção da quantidade de carne que é necessária para tanta gente e durante estes dias todos".

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

(Derretendo; Dois Meses)

Arlindo: - Espero por ti nas águas termais do vulcão da felicidade.

- entre mensagens de boa noite; de 17 para 18 de janeiro de 2016

domingo, 17 de janeiro de 2016

Veggie Food (semana II)

Ocorreu ontem uma tentativa frustrada de fazer guacamole para contribuir para um jantar guloso a um estilo tão mexicano quanto possível. Infelizmente, o abacate não estava suficientemente maduro e, por muita teimosia minha em tentar a receita na mesma, a coisa não ficou bem. Conclusão da história: tentarei o guacamole numa outra vez e para a semana terei de experimentar duas receitas novas ao invés de uma, para compensar esta semana.

Abacate batido quase à pancada; não vale a 
pena experimentarem fazer isto em casa (nem em lado nenhum).

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Cheers à Primeira Vitória do Ano


Atenção: há uma Maria à solta na estrada!...

(Estou aqui dançando muito; obrigada ao instrutor Nelson).

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Insight

Claro que eu tenho pouca segurança em mim!... Quero fazer as coisas perfeitas e sei que isso não é possível, que é super irrealista de se conseguir... Então claro que fico ansiosa, claro que sofro com as coisas. Talvez baixar as expectativas para serem mais correspondentes à realidade, não? Baixava um bocadinho a pressão que ponho em mim. E que tal tentar ser boa apenas? Não me preocupar em ser perfeita. Talvez resultasse melhor, não? Ou seja, ninguém é perfeito... E o bom, por norma, corre bem.

(Eu explico: tenho exame de condução amanhã e tenho estado a tarde toda até agora numa pilha de nervos).

Update: diz meu amor, e bem, "Não penses eu tenho de ser melhor. Pensa eu consigo ser melhor. Sim, tu fazes algo porque queres, não porque és obrigada. Por isso não vejas isso como uma obrigatoriedade, e sim como uma possibilidade de melhorar".