quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Da Chuva Mágica

Reparei hoje que o verde da relva e das árvores, quando molhado pela chuva, parece transportar-nos para uma atmosfera com um quê de mais mágica. E não é só o verde molhado que se me afigurou de forma diferente: os castanhos, os amarelos e os vermelhos também (estas cores, pelo menos! - e aposto que acontece, contudo, com ainda outras mais). Vi-as mais vivas, garridas, carregadas - com um impacto outro ao olhar, eu sei lá. Talvez tenha sido, na verdade, todo o ambiente húmido envolvente que me desenhou esta outra sensação - uma sensação de mundo à parte e por imagens do fantástico... Sim, pois logo logo formei a opinião de que se existissem fadas, duendes, centauros, e outras criaturas que tais, que elas adorariam principalmente a chuva. Que seria nessa altura que sairiam dos esconderijos para brilhar por entre as florestas e campos, onde então não teriam limites para as suas mostras de magia e onde, com ela, espalhariam um pouco do bem por aí fora. A água é vida, apontou o meu amor perante as minhas observações repentinas sobre a natureza molhada e as suas potencialidades imaginárias. Pois bem: eu acho que faz todo o sentido e que o quadro conjuga.

Momentos Pós-Exame

Entre ontem e hoje já vi mais televisão do que em um ou dois meses inteiros.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

domingo, 3 de janeiro de 2016

Máquinas Fotográficas a Postos

Eu precisava de uma desculpa para continuar a fotografar os dias, admitamos. Como tal, eis que a pê me sugere o Desculpas Há MuitasAté que o podíamos considerar um primo do Project 365, mas com tema por fotografia e (infelizmente) não abrangendo um ano completo (janeiro está em falta e, por ser este um ano bissexto, dia vinte e nove de fevereiro também). Contudo... Vamos lá! Meu querido mês de fevereiro: mi espera, si prepara. 
Mas aguentem-se um pouco mais desse lado a ler o que de resto tenho a dizer, pois os momentos fotográficos não ficarão por aqui. Como também não quero arranjar mais desculpas noutras áreas da minha vida, vou comprometer-me a fotografar um prato vegetariano feito por mim todas as semanas. A única regra é ser sempre um prato diferente, para aprender o maior número de receitas possível. Não importa o dia da semana em que me dedique à cozinha nem a hora a que o faça. A ideia é simplesmente desafiar-me também a nível culinário - e, quiçá, como efeito colateral, fazer salivar alguém como nunca antes pensara que o mundinho dos legumes fosse capaz. Ainda só cozinhei duas vezes para o meu amor e ele já me disse para ter cuidado ou ainda vira vegetariano - acho que com um elogio destes (seja ou não um refletor de probabilidades reais, pois na verdade não pretendo obrigar ninguém a seguir o mesmo estilo de alimentação que eu - nunca pretendi) devo arriscar assumir que tenho capacidades em campos que eu própria ainda mal descobri, e então partir para uma experimentação mais séria da coisa... Esta arranca já algures num dos próximos sete dias.
Lá vou eu, aos pouquinhos, estabelecendo os meus primeiros pequenos desafios de dois mil e dezasseis.

Morning Person (parte II)

A propósito da publicação anterior: eu sempre tive a sensação de que se escrevesse algum livro seria sempre de madrugada, levantando-me às 5h30 da manhã para o efeito. Ainda veremos se assim o é, mundo... Ainda veremos.

Morning Person

Sou incrivelmente mais produtiva de manhã. Estou a estudar desde as 8h50 e já despachei um tema de fio a pavio, quando ontem estive um dia inteiro (desde a hora de almoço) para o fazer. Eu já sei há milénios que a minha produtividade atinge o seu pico aquando das horas matinais, mas feita parva tenho o hábito de ficar a dormir até às 9h00, 10h00 e só começar a trabalhar a partir das 11h30/12h00. Erro, erro, erro. Vê se aprendes mesmo mesmo, de uma vez, com o exemplo de hoje, Mariazinha.

sábado, 2 de janeiro de 2016

Acho Que Viciei

Estou a achar muito estranho isto de já não fotografar o meu dia... Mas também não acho que faça sentido fotografar para todo o sempre. Já pensei em fazer o desafio este ano de novo, mas a escrever. Também já pensei em fazer vídeos de um segundo e depois compilar tudo em filme no final. Ou recomeçar a versão fotográfica mas noutra data que não o início do ano. Não sei, não sei, não sei. Estou em modo reflexivo... E definitivamente a ressacar do maravilhoso quadro geral de registos do ano passado.

sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

E no Fundo a Minha Missão Está Cumprida

Querido dois mil e dezasseis, 
Que neste ano eu consiga ser melhor - para mim, para os outros e para todas as coisas. Como tento todos os dias.

A Vida é Engraçada e Dá Voltas (Vê-se Mesmo Que Estou Apaixonada, Não Vê?)


tempos como fundo das minhas mensagens de telemóvel.

Dia 1, e... [Dois Mil e Dezasseis e...]

Quero recordar para sempre o almoço debaixo de uma rocha com Sintra à chuva defronte de nós. A vontade de subir ao castelo e a paciência infinita de quem ama para dar a mão nos atalhos de terra molhada, folhagem, pedras e ramos. O cuidado incomparável de quem só pode ser genuinamente bom para proteger dos carros surpresa e da água dos céus, para advertir para as caminhadas o mais resguardadamente da estrada possível, para falar de forma a garantir que tudo está bem e ainda abdicar do abrigo do chapéu mesmo que chegando encharcado. A sensibilidade imensa de quem só pode ser feito de carinho para oferecer flores, preocupar-se com o frio que toca a pele, ajudar a trocar as meias húmidas do tempo e a friccionar o resto da roupa para mandar os arrepios embora de vez. A atenção tão pura de quem só pode ter o coração quente para dar as mãos, beijos e abraços por ver lágrimas a escorrer mesmo que por razões que não parecem ter sentido, para insistir em fazer companhia no autocarro, até à porta de casa e depois ainda voltar à sua a pé. 
Eu não sei o que dizer perante tudo isto sem me emocionar. Mas se hoje o mundo me parece um lugar mais bonito e quentinho é sem dúvida porque sei que existe alguém assim.

Dezembro foi...

01/12. Hora de almoço e um saltinho ao Frankie
por muita vontade da Nês de conhecer esta gordice. 

02/12. Por meia-hora, descobrir-me ainda a tempo da foto do dia.

03/12. "Olha, aquele riu-se para a fotografia". D. Olga e o bando 
dos POC (i.e., os caracóis são quem trata das limpezas submarinas).

04/12. Fins de dia Lisboetas. 
Fazer tempo para ir ter com o meu amor.

05/12. Novos (e doces) despertares. 

06/12. Trabalho-pesadelo de APCA: done.

07/12. Descendo a Avenida com e por amor (que o metro 
anda em parecenças de greve). Brincar com as folhas das 
árvores caídas pelo caminho.

08/12. Estar a trabalhar e... ♥ 

09/12. Bons dias cheios de folhagem outonal.

10/12. Pôr do sol no comboio. Derreter-me com a imaginação da criança 
do banco da frente: "aquele era o Navio do Nada" - dizia constantemente o 
rapazinho para a madrinha após detetar um barco ao fundo, num entusiasmo e tanto.

11/12. O ano começou com sair à rua de forma ridícula e não podia 
terminar sem repetir a dose: calças de fato de treino, botas por cima delas 
porque sim e o primeiro casaco quentinho à mão no armário
(em minha defesa: estava a estudar com o aquecedor ligado a meu lado e 
pediram-me para ir passear com o piolho à noite - não me apeteceu torturar-me 
com uma muda de roupa e o frio momentâneo a ela associado).

12/12. Digam todos olá à Coral e ao Marlin, o casalinho de
 peixes Nemos cá de casa!

13/12. Modelos cognitivos e o amor no sofá.
Sozinha em casa a estudar e o cão sozinho no sofá também, uma 
vez que os donos grandes foram ao cinema ao invés de ficarem a ver 
televisão com ele. Maria pega no seu livrinho apetrechado de matéria e 
escapule-se para o sofá para fazer companhia ao seu Yeti-coração.

14/12. Estudar com companhia nos Armazéns. 
Ver um bocadinho do espetáculo de projeção no Arco da Rua Augusta. 
Lembrar a viagem à Disneyland de Paris e a projeção no castelo da Bela Adormecida.

15/12. Dia de revisões lento, lento. Colocar a caneca de chá dos Monstros e 
Companhia na sua faceta motivacional.

16/12. Ir ao Colombo buscar os bilhetes surpresa para a estreia do Star Wars!
Despachar, também, a prenda para o jantar de Natal do amigo secreto 
com a Mega Mesa.

17/12. Era uma vez duas partes... que criaram laços... e se juntaram! 
Primeiro mês de namoro e as surpresas à espreita.
(i.e., duas partes juntaram-se = nós = noz = Cinemas NOS = vamos ver o Star Wars!)

18/12. Lanchar a tangerina que me foi oferecida 
para ganhar (boas) energias!

19/12. "Esta é para ti" e "Não te preocupes, não te vou arrancar"
Ou é estas são falas de que não me quero esquecer nunca.
Primeiro passeio por Sintra com o meu amor.

20/12. Esquecer-me de tirar a foto do dia, mas falar de Sintra 
com o meu amor. Ele próprio sugerir que utilizasse uma fotografia do 
nosso passeio para representar dia vinte. Escolher a panorâmica na qual 
ele este a trabalhar e que divulgou ao mundo neste dia.

21/12. O dia em que terminei a Caixa das Palavras. 
Obrigada à princesa pê por ter permitido preencher 
mais de um ano fantástico com este desafio tão mágico.

22/12. Oeiras tem um miradouro. Parque dos Poetas com 
a melhor amiga antes de uma visita a Cascais e jantar de troca 
de prendas da Mega Mesa (e - surpresa - na companhia do meu amor).

23/12. Dias de limpeza de véspera da véspera de Natal. 
Descobertas. Pedra (lindíssima) do meu mano.

24/12. Noite da véspera de Natal em casa da avó paterna 
e a árvore e presépio preferidos e de sempre.

25/12. Natal, Natal, Natal. Almoços com a família materna.

26/12. Começar a enfrentar a época de exames com a melhor 
companhia que podia pedir, de todo o infinito.

27/12. Escrever salva tudo: os apontamentos, 
a memória e a manutenção da (c)alma.

28/12. Estudar muito fast, ir a duas aulas de condução muito fast
ir ao ginásio muito fast. Em modo competindo com o correio azul.

29/12. "- Então, e depois nessa altura nasceram-me assim umas patas, 
está a ver?" - Maria imaginando uma anamnese invulgar no final de um 
dia de estudo de APCA. Maria e as suas ideias. Maria mantendo os pés 
quentinhos graças à ideia do namorado em oferecer-lhe umas pantufas 
muito ao estilo dos Monstros e Companhia.

30/12. Preparando as coisas para a passagem de ano
(já só penso na passagem de ano).

31/12. Dois mil e quinze e o meu amor.

[To 2016 and as Frequently as Possible in Your Whole Life]

quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

Para Mim, um Balanço, é Mesmo Balançar, Balançar Até Dar Balanço, e Sair [From 2015 to 2016]

Dois mil e quinze foi ano de maluquices e viagens com amigos, desde sair à rua de pijama em Vilamoura, a dançar em cima das camas num aparto-hotel em Peniche até decidir ir dar um pézinho de dança à noite do nada em Santos. Foram éne viagens a terras algarvias e, ainda sair da terra lusa duas vezes - uma na direção dos campos e das montanhas de neve na Serra de Béjar em Espanha, e outra rumo às areias brancas e mar azul de Cayo Coco, Cayo Guillermo e Pilar em Cuba. Dois mil e quinze foi sempre fazer um upgrade a algum pedaço da alma em viagem - desde através de leituras, de escritas, de passeios, até ao momentos deitada na cama com música aos ouvidos ou sentada à varanda diante da natureza a refletir. Foi deixar um exame exclusivamente para segunda fase pela primeira vez e receber a notícia de término da Licenciatura enquanto em Cayo Coco. Ainda falando de saídas para fora: foi a Cláudia a ir de intercâmbio para a Austrália durante seis meses, acompanhá-la durante esse tempo via eletrónica o melhor possível (umas vezes com um sorriso enorme, outras com o coração apertadinho) e vê-la voltar de lá com uma bagagem e tanto (uma mulher ainda mais mulher!); foi achar que a Rute se ia embora para Manchester estudar, de repente já ir para Macau (fazer-lhe uma festa de despedida a pretexto e tudo pelo meio, onde houve novas passadas em cima de capas), e no fim ela ficar em Portugal connosco; foi ver, isso sim, os Jorges a irem estudar (e eventualmente viver) para a Escócia e morrer de saudades da presença deles nos dias. Dois mil e quinze foi então prometer retornares rápidos aos abraços de amizades assim que as carteiras e os calendários deixassem; em matérias de amizade, foi ainda tempo de fazer as pazes com quem sempre se adorou, perceber que velhos amigos não deixaram de estar presentes, dizer adeus pela segunda vez a uma pessoa em particular a muito custo e ainda ver alguns laços (que nunca pensei) a ficarem amarrotados com o tempo e com mal entendidos. Foi aceitar que as pessoas e as relações mudam, continuar a sentir-me grata pelas coisas boas que essas premissas podem reservar em si e tentar começar a aprender a lidar com as dores que também daí podem advir, relativizando-as e pesando os pratos na balança. Dois mil e quinze foi tentar ir mais fundo à raiz dos problemas, aperfeiçoar a dissecação de cebolas por camadas e afastar fantasmas, vampiros e bichos maus. Foi treinar o humano é errar/cancelar/não ser prefeito, conceder um lugar de destaque ao eu quero que fique quem me ame realmente - sem ter de ter uma borbulha, um riso em falsete, uma reação infantilizada perante um boneco ou algo fofinho a menos, foi rever a verdade de que não podemos fazer todos felizes sempre e calcar o eu também mereço ser feliz. Foi, contudo, também deixar de permitir escapar tantos falsetes ao falar com entusiasmo, e também começar a aprender formas de me acalmar quando apanhada em espirais de ansiedade (e assim acabar com as insónias de vez, yes! Eis uma das maiores vitórias do ano).
Dois mil e quinze foi dar-me uma travadinha (ou uma iluminação com um quê de divina) e arriscar de uma vez. Por mim e só por mim. Foi perceber e pôr em prática ao máximo o everything changed the minute she realized there was always time for the things that matter e o porque quando a gente quer mesmo, a madrugada vira dia, quarta-feira vira sábado e momento vira oportunidade - foi percebê-lo e ser bem sucedida nisso. Foi, então, vestir uma mascote e ser criança; conhecer um novo amigo, gostar de alguém e aperceber-me que era mais forte do que eu por muito que não a coisa mais certa; foi arriscar e falar, ganhar tomates e desligar o complicómetro; foi persistir, com calma e flexibilidade. Dois mil e quinze foi descobrir no meu novo amigo o melhor namorado que podia ter comigo. Foi chegar tarde a casa sem me importar nada, foi dormir fora, foi desvendar Lisboa e Sintra.

Foi... Foi... Foi... tanto foi!...

De forma a chegar a uma conclusão - porque muito há para dizer que não se pode dizer por muito que tente [e porque já estamos em 2017 e eu não terminei esta publicação na altura devida, mas, ainda assim, pretendo guardar nem que lapsos de memória deste maravilhoso ano] -, em lista, dois mil e quinze foi, ainda (e não necessariamente pela ordem cronológica correta dos acontecimentos):

  • preparar surpresas em grande (um vídeo para os 40 anos do meu padrasto e uma ida à estreia do novo Star Wars enquanto prenda do primeiro mês de namoro) e não me descoser;
  • preparar uma passagem de ano a dois;
  • apresentar o namorado à minha mãe;
  • receber uma rosa pela primeira vez;
  • ir ao cinema muitas vezes graças aos bilhetes grátis;
  • olhar para cima enquanto passeio e não só para os lados;
  • o melhor bolo de chocolate do planeta;
  • ir ao bowling duas vezes;
  • tirar máscaras, mostrar tudo;
  • ouvir e dizer amo-te;
  • mudar de ideias quanto ao mestrado, concorrer ao que então senti querer mais e entrar a meio da lista - vendo, contudo, duas amigas a não entrarem, mas a tentarem adaptar-se ao que lhes calhou;
  • descobrir que mais pessoas do que eu julgava recorrem ao psicólogo;
  • ir a um casamento que alguns dirão que foi decidido em cima do joelho e outros dirão que foi decidido com fé total e completa no amor;
  • começar a tirar a carta, fazer apontamentos de código, passar no código com zero erradas e chegar a reta final das aulas de condução;
  • começar a escrever um livro infantil;
  • começar a reparar na utilidade e presença massiva da arte em todo o lugar;
  • fazer voluntariado na minha associação de sonho;
  • ter formação à séria e aplicar um projeto de desenvolvimento de competências sociais numa escola;
  • alinhar num projeto para o ano que vem;
  • começar a ter mais vontade de trabalhar;
  • correr a mini-maratona;
  • aprender a cozinhar mais um prato ou outro;
  • ver um aquário de água salgada a ter lugar cá em casa;
  • ver acolher uma nova cadelinha na família;
  • conhecer gatinhos fofos;
  • ter pássaros no meu ombro;
  • não gostar de um filme da Disney;
  • mergulhar em livros de histórias nas férias de verão e fazer uma pausa de psicologias;
  • fazer a primeira frequência do mestrado;
  • apresentar e entregar os primeiros trabalhos do mestrado;
  • conhecer um bar Steampunk;
  • tardes no Bule;
  • o Bule a fechar;
  • ter uma panca por um rapaz das fotocópias (adenda: antes do melhor namorado do mundo);
  • ter uma panca por alguém muito mais velho que eu (adenda: antes do melhor namorado do mundo);
  • ir ver o TUIST só com a Necas;
  • receber quase todos os emblemas que me faltavam;
  • receber um Baymax;
  • receber umas pantufas a imitar os Monstros & Cia;
  • a casa da bisavó ser alugada;
  • o local ao pé da casa do Di estar diferente;
  • acabar com a culpa de me ter afastado - lembrá-lo através das cartas que escrevi pelo meu bem estar;
  • a saúde do meu avô ficar pior e temer; 
  • a saúde da minha avó ficar pior e temer;
  • a saúde da mãe do meu padrasto ficar pior;
  • ter concluído o desafio da Caixa das Palavras;
  • ter participado no 365 Project;
  • subir ao palco com políticos;
  • uma aula de Skype no anfiteatro;
  • um núcleo de mestrado querer dar um cartão de natal às professoras;
  • ajudar em encontros de psicologia;
  • a companhia constante do Yeti;
  • comprar dois vestidos;
  • ver amigos terminar o curso;
  • uma sessão fotográfica em família;
  • um encontro grande de família;
  • acarretar com as consequências das minhas decisões;
  • o mano entrar para o hóquei e ser convocado mas não jogar;
  • assistir a um espetáculo de ballet da afilhada;
  • a afilhada entrar para os escuteiros;
  • dar-me com o grupo de amigos da Nês e da Rute;
  • ir a um restaurante chinês-japonês trinta mil vezes;
  • os senhores Pedro terem voltado ao bar da faculdade;
  • descobrir fast food vegetariana e que afinal é frita no mesmos sítio que a carne;
  • descobrir que os sugos e a mousse de chocolate instantânea levam gelatina;
  • começar a ler artigos mil durante os dias;
  • começar a dar-me com uma prima minha;
  • estudar no McDonalds;
  • fazer trabalhos até às tantas da noite em Lisboa;
  • perceber que o pânico é medo do medo, e um medo aprendido;
  • perceber que a segurança não existe e por achar que sim é que me sinto insegura.

De certo que dois mil e quinze foi isto e muita coisa mais a que as minhas recordações, de repente, não chegam... No entanto, entre tudo e apesar de tudo, uma coisa é certa: dois mil e quinze foi uma flecha certeira do Cupido rumo ao meu coração... Por tudo e por mais alguma coisa.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Fez-se Luz VIII

- Dividimos isto a meias.

(A meias, i.e., um par de meias é feito por duas meias - e, portanto, há uma divisão em duas partes).

Como Vais Passar o Ano?

Adorei, adorei a ideia da Maria das Palavras e estou mesmo numa de fazer isto para iniciar este ano que vem.