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sábado, 2 de março de 2019
23. Escrevinhar
Sempre sonhei escrevinhar à janela de uma paisagem sob solos escoceses, com seus lagos, castelos e árvores pintados de nevoeiro, de misticismo.
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Sonho letras e vida em livros
18. Charneca
Ele há charnecas bonitas, florestas verdejantes então sem dúvida alguma, mas falem-me de montanhas e conquistaram-me.
17. Pomar
Apesar de almejar viver mais perto da natureza e até gostar da ideia de ter flores e plantinhas em casa, tenho um problema chamado fobia a minhocas e lesmas e ser nojinhas face a todo o tipo de insetinhos, pelo que pensar em hortas, pomares ou seja o que for de muito agrícola está absolutamente fora de questão.
16. Escarpada
Neste momento, tento escapar-me de tudo o que sejam escarpas em torno das muralhas que ergui pois temo verdadeiramente a derrapagem.
15. Desespero
Espero, desespero, espero, desespero. De tão suaves e imperceptíveis estas transições, poderiam dizer-se parte de uma canção de embalar. Talvez sejam mesmo, ou não se sentiria tanta moleza no corpo e tão pouca vontade de nada que não dormir até tudo se ultimar.
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019
14. Tosca
Tosca, eu? Pff, imagina.
Como é que é? Imaginar não quer dizer que não seja real? Opsi.
(Eis um post extremamente tosco só porque sim, wuiiiiiiiiii.)
08. Esganiçar
Fon: - Eu reconheci-te pelo riso.
Eu: - Deixa-me adivinhar, foi por causa dos meus esguinchos.
Fon: - Basicamente.
Episódios de outro dia aquando de um encontro inesperado com o Afonso, mas no fundo são episódios para a vida toda. Não tem como, a minha voz e todos os sons dela derivados viram agudos, esganiçados quando estou entusiasmada.
01. Silvas
Silva e Rosa são dois nomes de família que não herdei, entre outros. Contudo, as minhas raízes por cá andam, pelo que germinei e cresci sendo ensinada sobre o belo mesmo que havendo espinhos.
(Muito) Amor no Último Dia de Fevereiro
Eu: - Estou a recuperar a Caixa das Palavras, que deixei a meio no ano passado. Parei em junho. Tenho literalmente meio ano de palavras para escrever.
Amor: - Wow! Boa!
Eu: - Obrigada! A ver se desenferrujo a imaginação.
Amor: - Essa foi a melhor notícia da semana.
♡
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domingo, 20 de janeiro de 2019
O que faz brilhar os teus olhos? Resposta: Os Piquininos
Ponto alto do mês e que me restituiu por completo a nível motivacional e intelectual: formação em ludodiagnóstico e ludoterapia e formação em análise e interpretação do desenho infantil. Olhem 'migues, estou louca. Lou-ca. Adorei do fundo do coração ambas as formações. Sabem o que é que é isso de ir e sair de uma formação sem sentir um pingo de cansaço? Esse ser estranho sou eu, depois deste fim-de-semana a acordar às 6h da manhã e a ter formação das 9h às 18h. Sabem o que é que é isso de sentir que se cresceu profissionalmente e que, ao mesmo tempo, também ocorreu ali uma realização imensa a nível pessoal ao longo de todo o tempo em sala? Foi o que me aconteceu com estas duas formações. Há um fascínio qualquer em mim face à população infantojuvenil, um fascínio que eu não sei conter e que, sinceramente, não quero aprender a conter. Se eu não nasci para trabalhar com piquenos, pelo menos existo agora para trabalhar com eles. É para aí que a minha energia e alma de psi-rinho estão viradas neste momento (e, confesso, desde há muito que estão... e duvido que isto mude até conseguir concretizar este querer tão grande de trabalhar com crianças e adolescentes).
sexta-feira, 4 de janeiro de 2019
From 2018, with love, to the future
Recordo-me de uma altura em que resolvi eliminar tudo o que trouxesse em si carga negativa do meu primórdio espacinho na blogosfera. Hoje já não o faria, porque apesar de almejar a que a positividade reine a vida, a minha e a de todos, essa é uma utopia inalcançável e que em nada se aproxima do que perfaz a alma do ser humano. Todos temos momentos luz e sombra, todos somos capazes de desempenhar ambos os papéis, e ambos são necessários em certas circunstâncias, nem que seja para descobrirmos que parte de nós queremos alimentar a seguir. O ano de 2018 começou cheio de luz a emanar de mim, cheio de vontade de alcançar o estrelato. O plano era candidatar-me tão ativamente quanto possível para conseguir um estágio profissional, começar a ganhar dinheiro para poder começar a construir a minha independência aos poucos, obter a minha cédula profissional, e voilá: todo um mundo em aberto à minha frente. Como é óbvio, o universo não segue os planos magicados por uma mera mortal, por muito dedicada e focada que ela possa ser. De repente, o mundo em aberto à minha frente estava lá; afinal, já estava conquistado desde início, só não da forma e na altura como eu imaginei: no fim, quando chegasse à meta do por mim desejado. Esse mundo em aberto, porém, começou a assustar-me, a assustar-me mesmo muito. O que faria eu com esta liberdade toda? Tinha de fazer alguma coisa, estar parada é que nem pensar (achei eu), mas o quê? Pois é. Logo nos primeiros meses, o ano de 2018 revelou-me a sua parte sombra, e as pressas provaram-me nesse ano que nem sempre funcionam - apenas em algumas situações, tal como tudo. Continuei a lutar, a lutar, e a lutar pela parte luz, mas admito que a pressa constante, rígida e inflexível fez com que me deixasse ir consumindo um pouco pela sombra. Visitou-me o desânimo, o desespero, a revolta. Mesmo assim, continuei. Continuei a candidatar-me, a procurar o meu rumo, fui a entrevistas várias - quase todas uma desilusão. Até que uma pequena janela de oportunidade surgiu: ser investigadora. Quando percorro a memória do meu ano, em termos profissionais, é basicamente isso que me surge: o ano em que me dediquei à ciência, cheia de pressa e prazos. Não foi espetacular, não me senti feliz. Mas... também não foi tudo mau, pois não? Não. Consegui algumas conquistas, juntei alguns trocos para a vida futura como queria, e o meu currículo está mais cheio. Fui a novos lugares, conheci pessoas, fiz coisas que nunca pensei que iria fazer e fui bem sucedida nelas. Porém, a maior conquista de todas foi a de que o ano de 2018 foi um ano de descoberta. Aos poucos, comecei a perceber que, muitas vezes, havia que contactar simultaneamente com as minhas partes de luz e sombra, numa tentativa constante de encontrar um equilíbrio entre ambas. Aceitar o que não gostava, reconhecer o que me deitava a baixo, admitir o que não era para mim - e, aí, perceber o que realmente me fazia os olhos brilhar e o que é que eu estava disposta a fazer para o obter. Compreendi melhor os meus limites pessoais dentro dos profissionais e não só, os meus limites pessoais no geral também, porque a vida não foi nem é só trabalho, ainda que à primeira vista não o pareça. Contudo, passaram-se coisas sobre as quais não há como escrever sobre sem ser por metáforas, e é por aí que tentarei seguir este ano. Isto é, sei agora que trago desde 2017 algumas mágoas por chorar, algumas feridas por fechar, e que outras se foram aglomerando ao longo de 2018. E há que escrever sobre isso, que uma das coisas que mais sinto saudades é desta minha capacidade e recurso de me organizar a mim própria através das palavras. Este ano, pois, começo-o com as palavras da Rita, uma antiga colega da faculdade, muito linda, muito amor. Disse-me ela que achava que eu ainda não tinha feito o luto de tudo o que me magoou, e que eu precisava de parar, de tempo e espaço para pensar o que quero realmente para mim, e não lançar-me nessa corrida desenfreada por chegar a algum lugar com o qual nem sequer sou capaz de sonhar. Ela tem razão. Preciso, mais do que tudo, agora, de me permitir paciência, calma, paz,... Permitir-me a respirar e absorver tudo o que tenho a absorver, expurgar tudo o que tenho a expurgar, refletir em tudo o que tenho de refletir, desbravar tudo o que sinto que tenho de desbravar e de compreender melhor. Se assim não for, encontrar-me-ei novamente em sítios que não quero, em tempos que não quero, e que não terão para me oferecer algo que me preencha verdadeiramente. Encontrar-me-ei, uma vez mais, com grandes dificuldades em conciliar a minha parte luz e a minha parte sombra, porque terei sempre alguns fantasmas-sombra ainda por dar atenção, por abraçar e acolher, e mostrar que podem andar mão-na-mão com a luz.
Tenho o mundo à minha frente sim, uma liberdade imensa - sempre tive -, e esta não é comprada por um estágio profissional, por uma cédula, por qualquer trabalho ou desemprego em que calhe, pela vida pessoal a ser como achávamos que tinha de ser, por um cento de coisas possíveis de enumerar e que não passam de conceitos e ideias abstratas das mentes humanas, mas que se formos a ver não são o que estar vivo é de facto. Eu sou livre em tudo o que faço e o que não faço, e tudo, repito, tudo, faz parte - sombra, luz; vitórias, derrotas; sorrisos, lágrimas; dualidades, complexidades. Ou seja, tudo o que quero dizer é que irei encarar 2019 de uma forma diferente. Vou dar-me toda a tranquilidade de que preciso - mereço-a. Vou dar-me toda a ponderação de que preciso - mereço-a. E também arriscarei quando achar que sim, lançar-me-ei de cabeça quando achar que sim, correrei quando achar que sim. No entanto, se seja o que for que eu faça, de repente, se revelar um erro, não vou esquecer nem o meu coração nem a minha alma nas suas diversas facetas; não irei negligenciar aquilo que poderá ser tinta entornada no papel, tentando escondê-la como se lá não estivesse; não irei esquecer o perdão a mim própria e à vida, nem a reconciliação comigo mesma e com a natureza que me rodeia nesses casos. E, talvez tão ou mais importante que isso (pelo menos, em alguns casos), não irei esquecer de celebrar cada ganho, cada bênção. Tantas, tantas vezes me esqueci eu de fazer isso ao longo do meu caminho - tenho-me esquecido; tantas, tantas vezes se esquece o ser humano de fazer isso, na verdade. E não faz sentido. Não faz sentido ligarmos tanto ao que dói e nem tanto assim ao que cura. Equilíbrio é o que eu procuro para este ano e, sendo sincera, para a minha vida inteira. Então, tentaremos que assim seja - o mais fielmente, que assim seja.
Bem-vindo, 2019. Bem-vinda, vida.
domingo, 23 de dezembro de 2018
um luto mais cá dentro. um luto para o qual não há palavra que pareça suficiente, porque o amor é além fronteiras.
quatro pais. tenho quatro pais - seja desde há 24, 18 ou 10 anos; seja de sangue e de coração ou só de coração; e o número de anos continuará a aumentar se a vida seguir o que o meu coração quer. nada se perde, tudo se transforma, dizia o outro. mais ou menos, digo eu. perdi uma família a três, mas não foi comigo que os laços se quebraram. então, só tenho de tentar transformar a maneira como continuo a cuidar desses laços que ficaram.
quatro pais. tenho quatro pais - seja desde há 24, 18 ou 10 anos; seja de sangue e de coração ou só de coração; e o número de anos continuará a aumentar se a vida seguir o que o meu coração quer. nada se perde, tudo se transforma, dizia o outro. mais ou menos, digo eu. perdi uma família a três, mas não foi comigo que os laços se quebraram. então, só tenho de tentar transformar a maneira como continuo a cuidar desses laços que ficaram.
*olha eu toda sistémica na vida real*
sexta-feira, 14 de dezembro de 2018
um dia de cada vez
acabei de entender que ando desaparecida daqui desde metade deste ano. de facto, foi meio-ano que não sei onde se meteu, passou num ápice, a uma velocidade estonteante. chegamos a dezembro e está inaugurada a época dos balanços. olhando para trás, para já, o ano 2017 continua a ser o mais duro que alguma vez vivi. o ano 2018 também teve um sabor agridoce, mas um pouco mais doce que amargo porque hey, aprendemos a estabelecer alguns limites. por um tempo, contudo, estiquei os meus. não tenho dúvida disso, pois andei muitas vezes na linha. o trabalho de investigação que estive (e ainda estou) a fazer é o que resume o grosso do meu ano, aquilo para que mais vivi. é triste dizê-lo assim, mas foi o que aconteceu. e daí, vou sair deste trabalho gritando a alto e bom som que investigação não é para todos, a carreira académica não é para todos... e sem dúvida que não é para mim. e não falo no sentido de não ter competências técnicas para isto: já me disseram que, um dia, se eu quiser, posso voltar. digo que não é para mim do ponto de vista emocional. andei muito mais afastada de mim, do que gosto de fazer, e daqueles de quem gosto. os meus fins-de-semana foram, muitas vezes, passados a trabalhar e, quando assim não o era, lá estava a culpa por não estar a fazê-lo. no início deste mês entreguei o trabalho mais difícil que me foi confiado, publiquei o meu primeiro artigo científico, e estou agora na recta final de três artigos que há muito me acompanham. e daí começar agora a respirar um pouco mais de alívio, um pouco mais de ar.* tirei, também, de mim o peso daquele estágio, que primeiro me foi de uma alegria imensa e que depressa comecei a perceber que ia accionar em mim tendências ansiosas e depressivas, que me ia afastar ainda mais de tudo o que me dá sentido à vida e a quem sou - mais do que a investigação o fez. não: não quero para mim algo que me faz mal! algo que me afasta de mim! algo que não se coaduna com os meus princípios e valores, algo que não me permite espaço para perceber o meu amor pela psicologia, criando revoltas mal direccionadas face a esta área que eu sei que me apaixona, mas cujo mercado de trabalho é, muitas vezes, cruel, fazendo-me questionar tudo.
em breve, um balanço mais bonito chegará.
em breve, estarei de volta. toda eu, de volta.
em breve, um balanço mais bonito chegará.
em breve, estarei de volta. toda eu, de volta.
* amo muito a minha equipa e a minha chefe atual, contudo. além disso, aprendi muito este ano a nível científico e isso é algo de que me orgulho muito. mais: tanto a nível clínico como a nível científico, a minha chefe tornou-se, sem sombra de dúvida, a minha ídolo a nível profissional. duvido que algum dia vá encontrar uma chefe tão maravilhosa e com tanto para ensinar, e uma equipa que me deixe tantas saudades a nível das relações que ali se estabeleceram como esta. nem tudo foi mau, de verdade. muitas coisas boas, comigo, para sempre levarei daqui.
ainda não foi desta
o estágio... o estágio começou por me parecer muito doce, de repente ganhou linhas agridoces, e por fim descobri que seria sempre só acidez e amargura. todas as semanas a sair alguém (estagiários, psis efetivos, terapeutas da fala). um grande quero, posso e mando face aos estagiários, mandando-lhes fazer trinta mil e uma coisas relacionadas e não relacionadas com a psicologia, contactando-os ao fim-de-semana e em horário pós-laboral, deixando-os 1 mês inteiro sem falar nas supervisões para dar prioridade aos que já são da casa há mais tempo, ignorando tentativas de abordagem quando dá jeito e pedindo reuniões com urgência quando lhes interessa. uma grande falta de clareza da chefia e coordenadores para com os técnicos no geral, comunicando em cima da hora horários e sítios para onde ir (descobri recentemente que queriam que fizéssemos deslocações a Santarém, quando ninguém me comunicou isso na entrevista nem em nenhum momento até então). um grande ego por parte da chefe, com direito a discursos megalómanos e a desresponsabilizar-se por completo da saída de cada empregado - "não me sinto minimamente culpada, a única culpa que sinto é pelos erros de casting, não entendi logo como é que as pessoas eram". uma tentativa da chefe, inclusive, de fazer queixa à desordem de uma das (várias) estagiárias que entretanto zarpou dali (e bem!). entre outras situações não bonitas de se escrever - algumas que me fazem inclusivamente questionar se não existem princípios éticos da profissão ali a ser violados em prol de dinheiro para a entidade. comecei a sentir-me cada vez pior e cada vez mais enrolada num grande esquema, baseado em valores e prioridades, no mínimo, questionáveis, e a sentir que, à mínima coisa que pudesse fazer e que não fosse do agrado deles, me iriam tentar prejudicar. então, também disse adeus. justifiquei-me dizendo que se tratava de uma situação pessoal e familiar inesperada, para não entrar em grandes detalhes. face ao meu adeus, nem uma única palavra. então, fiquei com ainda mais certezas de que foi o melhor que podia ter feito, pois parece haver primazia do rancor face à empatia. como é que há psicólogos supostamente empáticos com os seus pacientes dentro do gabinete, fora dele são tão desumanos para com os seus estagiários? estou preferindo a ansiedade de não ter nada garantido para os próximos tempos do que a ansiedade diária que iria viver durante 1 ano naquela equipa a ser espezinhada porque sou uma estagiária e está tudo desesperado para entrar na desordem.
2018 irá terminar em aberto, à semelhança de 2017. mas a luta continua, que eu não sou de desistir. psicologia há de fazer parte da minha vida.
#accionandooplanob
domingo, 30 de setembro de 2018
universo estranhamente alinhado
a semana passada correu extremamente bem, para mim e para todos à minha volta (até estou a estranhar).
quanto a mim... consegui estágio profissional!!!
explicando: é um estágio que cobre as várias áreas da psicologia e para ir começando já nestes últimos três meses do ano, intercalando com o meu trabalho de investigação pois já me tinha comprometido com determinados projetos que não me sinto bem em abandonar (não vou ter férias, vou usar os dias que ainda tinha para poder ir ao local de estágio quando for indispensável eu aparecer). ambas as entidades empregadoras aceitaram este meio-termo de ir fazendo as duas coisas, pelo que estagiar mesmo a sério começo oficialmente a full-time em janeiro. estou contente, mas ainda sem acreditar dado o caminho tão sinuoso até chegar aqui!!! lanço confetis de verdade quando começar a ir efetivamente ao local nos próximos tempos, depois de ter o projeto de estágio submetido e aprovado, e depois de verificar que efetivamente consigo dar resposta aos dois trabalhos sem problemas neste pequeno período. de qualquer forma, já tive formação na sexta-feira relativa ao estágio e gostei muito - tanto do que aprendi, como das pessoas da equipa. como estagiárias fiquei eu e ficou a minha Nês (a sorte e a alegria! juro que não foi cunha nenhuma!), mais duas raparigas da minha faculdade e uma outra rapariga que não conhecemos. um pequeno, grande achado, portanto... já é difícil contratarem um estagiário, então cinco?! fantástico! e pagam! (ah, e foi ainda contratada uma psi já efetiva na desordem e uma terapeuta da fala).
escusado será dizer que não vou ter grande vida até ao final do ano... isto de conciliar dois trabalhos exigentes vai ser dose (e eu a pensar que já estava a voltar a sério à blogosfera)... mas é por uma boa (ótima) razão!
note to self: é sempre em alturas em que me sinto verdadeiramente sintonizada comigo própria que coisas maravilhosas acontecem (olha a bela da crença a ganhar raízes!).
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