Vê-se com o coração. Sempre, e em primeiro, com o coração. Chega-se com o coração ao outro coração, sentado ali, na outra cadeira. E são estes corações que falam com as suas mentes no entretanto. Falam com elas e com elas se mantêm então até ao fim, à procura de respostas numa estreita aliança. Estas mentes são uma peça essencial sem as quais não se desbravam caminhos para essas respostas... Mas sempre, e em primeiro, têm de haver - e estar, simplesmente estar - os corações.
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