Uma mãe a dizer que não se sentiu ansiosa a não ser no primeiro dia, apesar de me enviar mensagens todos os dias e mais do que uma vez (tirando uma rara ocasião em que até julguei que tivesse acontecido alguma coisa entretanto, uma vez que só tive direito a uma mensagem e nada mais até à noitinha).
Um pai a vir ter comigo de propósito após o trabalho para me dar um abraço apertado (dos que nos levanta no ar), por entre um «a minha filha está viva» e outro «estás mais magrinha, a ver se agora comes» (com tanto quilómetro percorrido a pé e almoços "para safar" enquanto passeávamos, era quase certo que fosse acontecer).
Uma Maria a enganar-se por duas vezes e a chamar a mãe de amor, porque durante duas semanas quase não chamou por mais ninguém a não ser pelo seu príncipe. Se contasse que quase que lhe dei um beijinho na boca também... ai de mim (risos)!
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