quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Da Chuva Mágica

Reparei hoje que o verde da relva e das árvores, quando molhado pela chuva, parece transportar-nos para uma atmosfera com um quê de mais mágica. E não é só o verde molhado que se me afigurou de forma diferente: os castanhos, os amarelos e os vermelhos também (estas cores, pelo menos! - e aposto que acontece, contudo, com ainda outras mais). Vi-as mais vivas, garridas, carregadas - com um impacto outro ao olhar, eu sei lá. Talvez tenha sido, na verdade, todo o ambiente húmido envolvente que me desenhou esta outra sensação - uma sensação de mundo à parte e por imagens do fantástico... Sim, pois logo logo formei a opinião de que se existissem fadas, duendes, centauros, e outras criaturas que tais, que elas adorariam principalmente a chuva. Que seria nessa altura que sairiam dos esconderijos para brilhar por entre as florestas e campos, onde então não teriam limites para as suas mostras de magia e onde, com ela, espalhariam um pouco do bem por aí fora. A água é vida, apontou o meu amor perante as minhas observações repentinas sobre a natureza molhada e as suas potencialidades imaginárias. Pois bem: eu acho que faz todo o sentido e que o quadro conjuga.

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