sábado, 8 de agosto de 2015

«No reino do kitsch totalitário, as respostas já estão sempre preparadas e excluem toda a pergunta que seja realmente nova. Donde se infere que o verdadeiro adversário do kitsch totalitário é o homem que pergunta. A interrogação é como uma faca que rasga a tela do cenário para permitir que se veja o que está atrás. Foi precisamente esse o sentido que Sabina deu aos seus quadros numa conversa com Tereza: à frente, a mentira inteligível, e, por detrás, a incompreensível verdade.»

- Milan Kundera in A Insustentável Leveza do Ser

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