terça-feira, 11 de agosto de 2015

No nono ano pedia para mim mesma um amor tão bonito que me fizesse chorar. E tive-o. Foi indescritivelmente bonito; porém chorei porque me doeu tantas e inúmeras vezes que perdi as contas de quanto me verti em pedaços ao longo de quatro anos passados. Depois, na faculdade, tive um amor bonito, o mais bonito até hoje, e o qual prefiro guardar para mim. Só que não me fez chorar. Mal me fez chorar, na verdade - tanto de dor como de felicidade. Fez-me sorrir, isso sim. Muito. As lágrimas, doridas e gratas, vieram depois, como seria de esperar que viessem.
Bem... Ao fim de dois anos sem me sentir apaixonada - mas em muito encantada com algumas pessoas que se foram cruzando no meu caminho -, finalmente lembrei-me de pedir algo mais a mim mesma: um amor tão bonito que me faça chorar de alegria. Pode ser? Fico à espera. Entretanto vou-me emocionando com o amor pelas pequenas e grandes coisas do mundo. Talvez seja nelas que esteja mesmo escondido o amor maior. E está, ou não fosse o amor que ainda poderei vir a ser capaz de construir parte do mundo.

[Editado a 01/01/2016: ver isto e tirar as próprias conclusões ♥].

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