quarta-feira, 5 de agosto de 2015

Julho foi...

01/07. Último exame da licenciatura e 
almoço com a Rute, Jorge e Nês.
Há, pois, amores maiores que pizza (só numa 
de avisar potenciais wanna be hipsters que andem por aí).


02/07. Into the Woods versão Oeiras
(muito mais suportável e bonita que o filme,
isso sem dúvida alguma - de longe).


03/07. Pela primeira vez, ir assistir
a um treino de hóquei do mano.
Tal avô, tal neto: um dia temos
campeão!


04/07. Espetáculos de ballet. Também querer dançar.
Ao fim de duas horas e meia de mais do mesmo 
aguentar o sono e a fome pela afilhada - esse meu amor maior
que ia atuar a meio e depois já só quase quase no fim.


05/07. Primeiro dia de praia.


06/07. Reaprender a fazer vídeos, a.k.a. 
surpresa do 40º aniversário do meu padrasto
a caminho!


07/07. Apanhar sol na varanda.


08/07. Novas páginas. 
Novos capítulos. 
Novos livros.


09/07. Ir às origens; sentir com outros olhos.
Cortar e criar raízes.

10/07. Passeios por Lisboa fora. Paisagens, história(s), 
arte, sonhos; imaginar, construir e ver castelos - mas a 
partir da realidade. Arranca (ou repõe) corações.

11/07. Casamento do Carlos e da Andreia 
com lançamento de balões LED brancos pelo
ar: amor, amor, amor. Também quero algo assim
quando/se chegar a minha vez. Muitos que olharam o céu 
por esta hora devem ter julgado ver uma chuva de meteoros.

12/07. Ser uma criança crescida no Pavilhão
do Conhecimento.

13/07. Primeiro dia da vida em que pintei as unhas dos
pés. E claro que foi em dois tons diferentes ou não tinha
tanta piada.

14/07. Diz que se apertares um ovo nas extremidades
ele não se parte, mesmo que com toda a força. Foi 
o instrutor mais doido (no bom sentido) de código da  minha 
escola de condução que para lá nos ensinou e eu confirmo.
Diz ainda ele que os Smart devem ser dos carros mais seguros 
que andam para aí porque são muito feitos à base deste sistema: 
o exterior desfaz-se todo em caso de acidente, mas a estrutura 
interior é fortíssima.

15/07. Malas para a viagem a Cuba:
in progress.

16/07. (Fingir) abraçar aqui.
«É urgente amar
É urgente um barco no mar»
diz Eugénio de Andrade.

17/07. "Eu não sou assim tão pequenina,
já tenho sete anos, não tenho quatro!", diz
a Ninês com um sorrisinho reguila e fofinho
perante o tamanho dos seus talheres. Falo da 
minha prima e afilhada: veio cá jantar. O  Rúben, 
meu primo e primeiro mano emprestado também veio. 
Foram o auge do meu dia após limpar a casa inteira. 

18/07. Árvores à vista.


19/07. Aniversário do mano e celebração do 40º 
aniversário do padrasto. Uma festa enfeitada com surpresas.


20/07. Chegada a Cayo Coco e a vista linda, linda, linda 
e em tudo mais indescritível do quarto. Dançar junto à 
varanda como que perto pertinho da areia e do mar, e 
estando, sem dúvida, no céu.


21/07. Primeiros banhos no paraíso dos tons de azul 
a puxar para o transparente.


22/07. Experimentar enfrentar medos. Fazer snorkling 
junto aos corais e adorar. Next step: batismo de mergulho 
(num qualquer outro ano e viagem por chegar).


23/07. Devorar livros na praia até à última página: 
mission accomplished.


24/07. Festa à noite na praia: aprender coreografias 
com a ajuda dos bailarinos cubanos; encontrar a 
matilha de cães fofos do hotel a dormir na areia; uma das 
cadelinhas a acompanhar-os todos os passos sob a lua.


25/07. Acordar ao nascer-do-sol e deixarmo-nos maravilhar. 
Quando se pensava que íamos acordar só para ir ver os golfinhos 
na sua ronda matinal pelas águas do mar, eis que somos 
presenteados com ainda mais magia.


26/07. Visita à praia Pilar (foto na imagem, considerada a praia 
mais bonita de Cuba e a oitava mais bonita do mundo, pelo 
que nos foi constatado) e a Cayo Guillermo. Mar-piscina, mar-chá,
mar-sopa.


27/07. Esperas prolongadas pelo autocarro de volta para 
o aeroporto e as últimas bebidas no bar do átrio (Pinacolada 
na imagem acima). Nostalgia por estar tudo a terminar.

28/07. Amanhecer sobre as nuvens.


29/07. Algarve e matar as saudades todas do peludo tonto, 
ali escondido atrás do móvel da televisão a dormitar. 
Mostrar as fotografias da viagem à família.


30/07. Jardins e Karenine, Karenine e jardins.
Acabar a Insustentável Leveza do Ser e deixar-me tocar 
com as últimas páginas sobre Karenine.


31/07. Dias de perfeita moleza.
Descansar, ouvir música 
e pensar na vida a meia-luz.

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