terça-feira, 2 de junho de 2015

27. Junto

Não vale a pena conjuntar promessas como de antes: acreditando que nunca se quebrariam, ainda que não o sabendo ao certo - porque os corações não são bolas de cristal, por muito que mágicos por si só e quando juntos a um outro. Vale a pena, contudo, dar voz a algo que (não só acredito como) sei, não uma promessa, mas uma condição necessária, inegável, da vida: junto ou longe de ti, juntar-se-ão sempre amor, amizade, respeito, carinho, a cada palavra e a cada silêncio trocado.

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