Não gosto de ter coisas muitas coisas nos pulsos, só o essencial. Não gosto de sentir muitas amarras. E a verdade é que é raro usar pulseiras... A não ser quando, numa qualquer fase, estou muito agarrada a um significado qualquer dei a uma dita cuja. Ou melhor: a não ser quando, numa qualquer fase, preciso de materializar um significado qualquer numa dita cuja. Nem que seja vaidosar-me. Porque há dias em que tudo o que apetece é isso: gritar "eu posso sentir-me toda bonitinha, dos pés às mãos e até à ponta dos cabelos". E pronto, dá-me para aí e lá vou eu.
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