sexta-feira, 17 de abril de 2015

13. Sujar

Apeteceu-me olhar a segunda-feira treze que passou como as sextas desse número: dias de sorte. Como ninguém me diz que a sorte não depende de mim em parte, resolvi-me a escrever a carta de apresentação que há milénios andava para escrever e enviá-la em conjunto com o CV para um emprego no verão. Dito e feito. Melhor ainda do que isso: foi o dia de um recomeço de semanas sem insónias. Acho que finalmente acertei na regulação dos meus hábitos de sono.
Temos de sujar as mãos no barro para moldar o nosso percurso, movê-las para conseguir diferentes curvas. Temos. Não há cá magias para isso, nem ninguém vai dar o passo em frente por nós.

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