É possível - e aconselhável - nutrir a destruição. Não te preocupes se, por isso, passas a desnutrir a ilusão; se é ilusão, não existe de verdade. Não é preciso (nem faz sentido) alimentar coisas que não estão realmente vivas. É estar a deitar comida fora: atirá-la para o ar, deixá-la cair no chão - e, com ela, também tu te deixares voar e estatelar.
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