Tears. Tears. Tears.
Série perfeita. Perfeita. Perfeita sendo imperfeita. Imperfeita, aqui, é um elogio. As it should be everywhere.
"Adorei. Adorei mesmo. Sinceramente... achei que o final foi o mais humano e realista de sempre.
'Na vida não há nem inícios, nem meios, nem finais perfeitos'... simplesmente, as coisas acontecem. E penso que foi isto que a série tentou mostrar. As coisas acontecem e, independentemente do que aconteça, a viagem vale por si. O relato do Ted... foi super humano e rico. A ideia era chegarmos aí, penso: tudo o que nos acontece... é imenso! Cada momento... mexe connosco. Preenche a nossa vida, FAZ a nossa vida. Só que as coisas não são lineares na vida... nunca foram, não são, e dificilmente o serão. Conseguimos muitas coisas que queremos (mas nem tudo) e muitas que não queremos. Mas é a vida. Imperfeita que só ela.
O problema é que, para muitos, o facto da vida ser imperfeita desta maneira não é algo bom...
O problema é que, para muitos, o facto da vida ser imperfeita desta maneira não é algo bom...
Para mim, esta série retrata a vida. E é isso que a torna uma série perfeita... o facto de ser imperfeita e abalar as nossas expectativas. 'É o inesperado que torna os dias especiais'.
Adorei. Fiquei apaixonada por HIMYM para a vida; ainda mais do que já estava."
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