| in Farol do Cabo Sardão, abril de dois mil e catorze. |
Não sei se sei apreciar, completamente, esse poema. Nem sequer sei se consigo entender em que medida, ou até que ponto, este mundo poderá ser considerado um poema. Mas vejamos: se eu conseguisse entender tudo, também conseguiria ser humana?
A (tua) natureza (a da tua vida) desafia-te.
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