no final, podes não te ter revelado a pessoa certa para mim, nem eu a pessoa certa para ti. mas (afinal) não é, de todo, isso que conta: o que importa e sempre importará, é que nos revelámos a pessoa certa um para o outro em determinado ponto da nossa vida. e, nesse ponto, fomos verdadeiramente cruciais um para o outro. de uma coisa, eu sei: não faria sentido ter sido com qualquer outra pessoa. naquele momento, tinhas de ser tu, tinha de ser eu. e fomos.
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